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Conheça  cinco plantas  mais exóticas do mundo. Existem plantas com até três metros de altura e que podem pesar aproximadamente 70 quilos. 

A seguir, confira uma lista de flores e plantas exóticas que o Jardim das Ideias selecionou para você e surpreenda-se com as características diferentes!

Amorphophallus titanum
1. Rafflesia arnoldii: é considerada uma das


maiores flores do munincodo – pode alcançar até um metro de diâmetro e pesar 10 quilos. Sua principal característica, além do tamanho impressionante, é o cheiro semelhante ao de cadáveres. É nativa da Indonésia.

2. Amorphophallus titanum: outra planta da Indonésia que é conhecida por seu aroma forte e desagradável. A "flor-cadáver", como também é chamada, pode pesar até 70 quilos e medir aproximadamente três metros de comprimento. Uma verdadeira gigante!

3. Huernia zebrina: são cactos do gênero Huernia. As pétalas pontiagudas dessa plantinha imitam a estampa de zebra. É chamada de “flor donut” em alguns países. É vista principalmente na África.

Peristeria elata
4. Peristeria elata: mística e cheia de significados espirituais, a flor dessa planta é famosa por ter pétalas que formam uma espécie de pomba branca em seu centro. Pode ser encontrada no norte do Brasil. 
Rafflesia arnoldii

Stapelia flavopurpurea
5. Stapelia flavopurpurea: é superparecida com uma estrela-do-mar e tem aroma de mel. No seu centro, existe uma pequena flor branca que contrasta perfeitamente com os tons amarelados e rosados de suas pontas. É nativa da África..
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 Espécie Exótica e uma Exótica InvasoraA Convenção sobre Diversidade Biológica define como Espécie Exótica, toda espécie que se encontra fora de sua área de distribuição natural, isto é, que não é originária de um determinado local.

Espécie Exótica Invasora ou, simplesmente, Espécie Invasora é definida como uma espécie exótica que prolifera sem controle e passa a representar ameaça para espécies nativas e para o equilíbrio dos ecossistemas que passa a ocupar e transformar a seu favor. Pode representar risco até às pessoas.

As Invasoras se adaptam às condições do ambiente no qual se inserem e, além de suas vantagens competitivas naturais, são favorecidas pela ausência de inimigos naturais (predadores), o que lhes permite se multiplicar e degradar ecossistemas. Elas competem com as espécies nativas por recursos como território, água e alimento. Em alguns casos, se alimentam das espécies nativas, o que agrava ainda mais seu impacto ao meio ambiente local.

A invasão de relativamente poucas espécies muito adaptáveis e competitivas sobre áreas distintas do globo tende a empobrecer e homogeneizar os ecossistemas, e, hoje, é a segunda maior ameaça à perda de espécies nativas, atrás apenas da redução/degradação de habitats. As Invasoras são responsáveis por declínios populacionais e extinções.

Invasões podem acontecer de maneira natural, entretanto, as atividades e movimentações humanas são a principal razão na introdução de espécies exóticas em praticamente todas as regiões do globo. À medida que novos ambientes são colonizados e ocupados pelo homem, plantas e animais domesticados são transportados, e proporcionam condições de dispersão muito além das capacidades naturais das Espécies Exóticas.

Fatores humanos como migração, colonização de novas terras, aumento de população e o intenso comércio internacional de animais de estimação e plantas ornamentais facilita a introdução de Exóticas. O desmatamento e a degradação de áreas verdes também abrem a guarda dos ecossistemas locais à invasões. Finalmente, as mudanças climáticas podem incentivar ou forçar a migração de espécies que tentam sobreviver.

As invasões favorecem a disseminação de doenças e pragas e também acarretam prejuízos para colheitas, degradam florestas, solos e pastagens.
As espécies invasoras representam um dos maiores desafios ambientais que o mundo enfrenta e combatê-las nem sempre é possível. Ao contrário de outros problemas ambientais que podem ser amenizados pelo tempo, as espécies invasoras com frequência se tornam dominantes e suas consequências negativas tendem a se agravar à medida que sua adaptação se completa.
O combate às invasoras, via de regra, é um procedimento complexo, custoso e sem resultados garantidos, fora o risco de efeitos adversos imprevistos. Houve caso em que a introdução de uma espécie inimiga da invasora, numa tentativa de eliminar esta, resultou na espécie que se esperava resolver o problema, ao invés, piorá-lo: a predadora ignorou a invasora e atacou as nativas mais abundantes e acabou por se tornar uma nova praga, responsável pela extinção de várias outras.

A prevenção das invasões ainda é a melhor medida, mas se ela não é mais possível a erradicação é a melhor alternativa, antes que o problema saia de controle. De acordo com o caso, pode ser que a erradicação de uma Exótica exija cooperação internacional.

Existem programas e convenções internacionais, nacionais e regionais dedicados à solução do problema. Entre os acordos multilaterais em vigor sobre o assunto estão a Convenção sobre a Biodiversidade, o capítulo 11 da Agenda 21, a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES), a Convenção Internacional sobre a Proteção de Plantas (IPPC) e as Recomendações da IUCN para a Prevenção da Perda de Biodiversidade Causada por Espécies Invasoras.

No Brasil, em 2005, o governo federal e parceiros criaram o Informe Nacional sobre Espécies Exóticas Invasoras que visa sistematizar e divulgar as informações já existentes sobre o tema. O Ministério do Meio Ambiente apenas começou a estudar e enfrentar este desafio, mas reconhece que ele é de grande magnitude e exige ação urgente.
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Hydnora Africana
A Hydnora Africana, uma planta excepcional que cresce debaixo da terra

À superfície, só se vê a sua flor.

A Hydnora Africana, nativa dos áridos desertos da África do Sul, é uma planta parasita sem clorofila, que desenvolve-se debaixo da terra e emerge com a sua flor vermelha para agarrar as suas presas.

Trata-se de uma espécie surpreendente que revela uma apelativa flor carnuda que emerge do solo e exala um odor putrefacto para atrair os seus polinizadores naturais.

A sua aparência incomum é incrivelmente parecida aos fungos e só se distingue deles no momento em que a flor se abre.

A flor começa a desenvolver-se debaixo da terra e surge através do solo após chuvas abundantes, de forma casual, uma vez que pode ficar vários anos sem aparecer. Em condições favoráveis, demora, pelo menos, um ano para passar de botão a flor madura. Com uma cor que varia entre marrom e cinza enquanto é nova e cinza escuro quase preto quando envelhece, esta planta não tem folhas nem clorofila e pode alcançar uma altura entre 100 e 150 mm.
Hydnora Africana
A flor  Hydnora Africana, uma vez visível na superfície, emite um cheiro a podre para atrair os diversos escaravelhos necrófagos e muitos outros insectos que procuram fezes. Atua como uma armadilha e captura insectos que ficam totalmente presos à planta e a polinizam. Uma vez terminada a polinização, a flor abre-se novamente para que possam escapar.

Esta planta também tem frutos subterrâneos que são procurados por alguns animais para alimento. Os frutos maduros podem crescer até 80mm. de diâmetro e contêm até 20.000 sementes por fruto. O seu sabor, levemente adocicado, atrai ouriços, toupeiras, rinocerontes, tatus, babuínos, pássaros e chacais que, ao não digerirem as sementes, permitem a germinação da planta, garantindo a sua sobrevivência.
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Ceropegia ampliata uma planta exótica
Planta exótica chama a atenção por seu formato inusitado

Esta é uma das plantas mais estranhas e curiosas para se observar.
Seu formato anatomicamente parecido com o órgão sexual masculino causa gargalhadas ou constrangimento em quem a vê pela primeira vez.
Esta é a Ceropegia ampliata, nativa da África do Sul. Ela pertence a família Apocynaceae e possui flores na cor branco e verde, em formato de balão. Elas aparecem por toda a planta em diversas partes do caule.
As folhas são tão pequenas que praticamente são imperceptíveis. O formato das flores sofreu uma evolução para “prender” os insetos, permitindo que a polinização seja mais eficaz.
Veja também: Plantas obscenas

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Natureza obscena,flores com vários formatos órgãos sexuais.A natureza e incrível plantas ,flores que parecem órgãos genitais. A natureza é obscena ou é imaginação demais.
Flor vagina

Flor vagina

Plantas e flores obcenas

Plantas e flores obcenas

Plantas e flores obcenas



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 Planta Pênis
É uma planta semelhante ao órgão sexual masculino. O vídeo feito no Camboja mostra algumas mulheres se “divertindo” com uma planta da família Népenthacées, carnívora e que possui cerca de 86 espécies diferentes do mesmo gênero. Tudo indica que a espécie mostrada no vídeo seja a Nepenthes holdenii


Descoberta recentemente por pesquisadores da ONG Fauna e Flora International, aholdenii pode chegar a 30 centímetros de comprimento, tem resistência muito alta  a fogo (renasce facilmente logo após uma região ser devastado por queimadas) e se assemelha bastante ao órgão sexual masculino, nome pelo qual ficou conhecida; planta pênis.
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Plantas exóticas na decoração

Ter plantas em casa melhora bastante o ambiente, dando vida e um colorido especial à decoração. Uma opção diferente e ousada é utilizar plantas exóticas para decorar com estilo. Cactos, aralia, dracena, fícus, são algumas opções bonitas e elegantes.

Os cactos decorativos são uma das plantas mais na moda para ter em qualquer sala e há centenas de espécies entre as quais poderá optar. Existem cactos grandes que podem ser colocados na varanda ou jardim, que dão um aspecto rústico aos espaços exteriores da casa, e a maioria das espécies dá lindas flores durante a primavera.

Já para dentro de casa, há pequenos cactos que podem ser encontrados em qualquer loja de plantas e até em supermercados, e que são ótimos para compor arranjos e para dar um aspecto mais natural à decoração. A maioria das espécies de cactos pequenos não precisa pegar sol, se dando por isso muito bem em espaços interiores como salas, quartos ou hall de entrada.

Os cactos, além de melhorar a decoração da casa, têm ainda outra vantagem, estas plantas em casa ajudam a purificar o ar, filtrando-o e diminuindo o efeito dos gases tóxicos que, infelizmente, se encontram dentro da maioria das casas.

Conheça outras espécies exóticas que ficam lindas na decoração de casa:

Aralia - essa é uma planta pouco conhecida, mas extremamente bela. Ideal para ficar próxima às janelas. Sua adubação deve ser feita uma vez por mês. Detalhe: gosta de muita água.

Dracena - mais conhecida como pau d’água, sobrevive em vasos cheios de água. Essa planta depende de adubação intensa e de preferência diluída em água.

Ficus - a variação de tipos e forma é grande. Ela não gosta de muita água e adubação deve ser feita com regularidade, mas não em abundância. Dica: para manter esta planta saudável e bonita limpe suas folhas. O acúmulo de poeira pode prejudicá-la.

Filodendro e Jibóia - indicada para ambientes com pouco espaço, por ser uma trepadeira. Ela se adapta bem em cantos, paredes, armários ou pendurada em qualquer lugar. Adora água, borrife todos os dias, nas folhas e raízes.

Palmeira Ráfia - sua principal característica é a resistência. Às vezes suas folhas têm a tendência de amarelar, isso mostra que a planta precisa de mais adubo. Nesse caso, retire as folhas doentes e fertilize a ráfia.

Palmeira Areca - pertence ao grupo das plantas que gostam de água e luz. Deixe-as perto da janela e regue sempre que possível.

Yuca ou Iuca - bem adaptável. Vai bem em todos os tipos de locais desde escritórios fechados até espaços abertos. Essa espécie costuma juntar grande quantidade de pó, assim limpe-a constantemente.
Zamioculca - o seu maior atributo é a beleza. Ela não é tão resistente como as anteriores. Sua adubação deve ser feita mensalmente. Cuidado, ela é sensível ao acúmulo de água e poeira, que podem levá-la a morte.
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Pinnus ellioti - Verde em Folha
Pinnus ellioti 
O uso indiscriminado de plantas exóticas para fins paisagísticos, comerciais e até de reflorestamento, caso do Pinnus ellioti (pinheiro americano), já é encarado como um risco ao ecossistema. 
"A recuperação ambiental com plantas exóticas é um erro pois estabelece, na prática, uma monocultura que ocupa o espaço de espécies nativas em prejuízo da biodiversidade", afirma a engenheira florestal Sílvia Ziller. 

Ela coordena o Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, organização não-governamental de Curitiba, que realiza um levantamento inédito de plantas exóticas invasoras no Brasil, com a elaboração de um sistema de informações geográficas para localizar as regiões invadidas por essas espécies. 

Sílvia acrescenta que o potencial de as espécies invasoras alterarem os sistemas naturais é tão grande, que essas plantas são hoje a segunda maior ameaça mundial à biodiversidade, só perdendo para a exploração humana direta na destruição de habitats.

O Brasil começou, na década de 60, a usar variedades exóticas como solução para a recuperação florestal, e quem plantasse pinus e eucalipto recebia, inclusive, incentivo fiscal por parte do governo. O mesmo problema ocorreu, também, no setor pastoril, com a implantação de gramíneas africanas, como a braquiária, para fins forrageiros. "Substituir o campo natural resulta em perda de biodiversidade e de produtividade, pois a vegetação nativa é mais rica em proteínas para o gado", explica a pesquisadora.

No cenário internacional, Sílvia cita o caso da Cidade do Cabo, na África do Sul. A ação dos colonizadores a partir do início do século XIX que, para fins paisagísticos, substituíram paisagem nativa (herbáceo arbustiva) por coníferas da Austrália e da América do Norte, resultou na quebra do balanço hídrico: por consumirem muito mais água, essas árvores invadiram os mananciais. 

"Se não forem removidas, o que o governo já começou a fazer, a cidade do Cabo poderia perder em 20 anos, 40% do volume de água de sua bacia hidrográfica e, em 40 anos, os rios correriam o risco de secar".

A questão de plantas exóticas invasoras assumiu tal dimensão que a ONU criou, em 1997, o Programa Global de Espécies Invasoras (Gisp). No Brasil, apesar da disseminação dessas espécies estar enquadrada na Lei de Crimes Ambientais, "falta-nos uma visão mais ampla do problema e mais atuação dos órgãos de fiscalização". 

Para reverter esse quadro, Sílvia sugere a intensificação da pesquisa para demonstrar as conseqüências do uso de espécies exóticas e a viabilidade do uso de plantas nativas. 

Os dados para o levantamento de plantas exóticas invasoras estão sendo coletados entre as universidades e formulário disponível no site do instituto: 


Marta Kanashiro
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A Tacca integrifolia, também conhecida como planta-morcego ou flor morcego branco, é distribuído por todo o sudeste da Ásia, mas pode ser observado em outras partes do mundo onde é popular entre os conservatórios e horticultores amadores. Seus peculiar “bigodes” são realmente bractéolas filiformes, ou pequenas brácteas (folhas modificadas) que surgem na axila mesmo como as flores.
As flores incomuns de Tacca fazer uma pergunta por que tal uma estrutura elaborada floral pode ter evoluído. Muitas vezes, as estimativas podem ser feitas, bem como Darwin previu que a orquídea Angraecum sesquipedale teria um polinizador com uma tromba longa o suficiente para atingir o seu nectário. A posterior descoberta de seu polinizador, em 1903, o falcão traça Xanthopan morgani praedicta, provou Darwin direito.
Quanto Tacca, alguns têm sugerido a “síndrome do engano” como uma razão para a evolução das flores elaboradas. 
A semelhança de Tacca à matéria orgânica em decomposição é citado como prova de que ele está tentando atrair moscas (sapromyiophily) para facilitar a polinização cruzada. Alguns traços associados sapromyiophily incluem flores escuras e brácteas, apêndices filiformes, os mecanismos de aprisionamento ea ausência de néctar – todos os traços que são possuídos por Tacca espécies (Tacca integrifolia também é relatado para ter um cheiro de mofo). 
No entanto, um estudo descobriu que as espécies Tacca são principalmente de auto-fertilização e não têm grande necessidade de polinizadores.
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Capaz de causar surpresa e encantamento no mais experiente botânico, algumas das variedades mais raras de plantas têm características únicas para adaptar-se aos seus habitats, por vezes inóspitos. Da espécie mais resistente do mundo, passando por plantas dançarinas e fétidas e belas flores gigantes. Conheça as 10 plantas mais incomuns e com a aparência mais estranha do planeta, segundo o site oddee.com.
Welwitschia mirabilis: A planta mais resistente do mundo
 Ela não é bonita de se olhar, mas esta planta comum na Namíbia é realmente um dos tipos mais curiosos encontrados na natureza. Não há realmente nada parecido. A Welwitschia tem em apenas duas folhas e um caule robusto com raízes. Duas folhas que continuam a crescer até se parecerem à juba de uma criatura da ficção científica.
Ao invés de ganhar altura, seu caule engrossa e pode chegar a quase dois metros de altura e oito metros de largura. Sua vida útil estimada é de 400 a 1,5 mil anos. Ela pode sobreviver por até cinco anos sem chuva. A planta conhecida por ser muito saborosa e é conhecida por 'Onyanga', que significa cebola do deserto. 

Dionaea muscipula: a Vênus carnívora

 Ela é a mais famosa de todas as carnívoras, devido à natureza única, ativa e eficaz das suas armadilhas. Mas, além de famosa ela também é ameaçada de extinção. A planta tem duas folhas articuladas cobertas de uma penugem e ultrassensível que detecta a presença de tudo, desde formigas a aracnídeos. A armadilha se fecha em menos de um segundo.

Rafflesia arnoldii: A flor mais larga do mundo
 Ela é uma das plantas mais exóticas e raras do mundo, mas você provavelmente não vai querê-la no seu jardim. Apesar de bela, ela é a maior flor do mundo e, quando está florida, dela desprende um odor fétido semelhante à carne podre. Por essa característica ela é conhecida como 'planta cadáver' pelos nativos da Indonésia, seu país de origem.
Recentemente catalogada na família Euphorbiaceae, a Rafflesia arnoldii pode ter um metro de diâmetro e pesar de 6 a 11 kg. Ela é bela, salpicada de flores e tem uma cor vermelho ferrugem.
Suas flores duram apenas três dias por semana e esse cheiro desagradável que produz atrai insetos polinizadores que a ajudam a perpetuar a espécie. Mas apenas 10 ou 20% das mudas sobrevivem. Com alguma sorte, em nove meses ela floresce.
  
Desmodium Gyrans: A planta dançarina
  

Esta planta foi chamada de Hedysarum por Darwin, mas botânicos modernos a chamam de Desmodium gyrans, ou - mais recentemente - de Codariocalyx Motorius. Apesar de todos esses nomes, ela é conhecida como planta dançarina em função dos graciosos movimentos das suas folhas, mesmo sem vento. Ela é uma planta de fácil cultivo.

Euphorbia obesa: a planta baseball 
   Euphorbia Obesa, também conhecida como a planta baseball, é natural da África do Sul. Infelizmente, a espécie está ameaçada pelas colheitas sem planejamento. Por sua aparência interessante e curiosa, aEuphorbi a é devastada pelas populações nativas. Para proteger a espécie, recentemente, sua exploração foi proibida no país. A sua cultura, no entanto, tornou-se comum em jardins botânicos pelo mundo.

Amorphophallus titanum: a Flor Cadáver
  Esta flor é mais alta que um ser humano e tem um odor forte que, como a Rafflesia arnoldii, lembra carne podre. A Amorphophallus titanum da Indonésia - ou 'flor-cadáver' como é conhecida pelos habitantes locais - faz parte de uma rara cadeia: ela é polinizada pelos insetos que buscam carniça na selva. Esta planta da Indonésia tem a maior inflorescência do mundo.

Baobá: a árvore garrafa
  Baobá é o nome comum do gênero Adansonia, compreendendo oito espécies diferentes de árvores. Ela é nativa de Madagascar, na África, e na Austrália. O Baobá é conhecido como 'árvore garrafa', não só por parecer-se com uma, mas também porque é capaz de armazenar cerca de 300 litros de água. De vida longa, um baobá pode durar mais de 500 anos.

Dracaena cinnabari: a árvore sangue de dragão
 Dracaena Cinnabari é uma árvore nativa do pequeno arquipélago de Socotra no Oceano Índico, próximo Nordeste Africano. Ela é conhecida como 'árvore sangue do dragão' em função da sua seiva vermelha. No passado, a seiva era muito procurada como medicamento e corante. A Dracaena cinnabari é uma das plantas mais marcantes de Socotra, ela tem uma aparência estranha, assemelhando-se a um guarda-chuva virado pelo vento. A espécie foi descrita formalmente por Isaac Bayley Balfour em 1882.

 Mimosa pudica: a planta da vergonha 

Mimosa pudica, ou planta sensitiva, tem uma curiosa qualidade: as folhas se dobram para dentro e tombam quando são tocadas e, minutos depois, voltam a abrir-se. A espécie é nativa do Brasil e de todos os países da América do Sul e América Central. Ela tornou-se uma erva daninha pantropical.

Selaginella lepidophylla: a planta da ressurreição
  Também conhecida como 'Rosa de Jericó', a Selaginella lepidophylla é uma espécie de planta do deserto conhecida por sua capacidade de sobreviver à seca quase completa durante o tempo seco no seu habitat natural. Ela enrola-se na forma de uma bola e só se desenrola quando é exposta à umidade. É nativa do Deserto de Chihuahua. 
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Syngonanthus chrysanthus Mikado (Small)Nome - chrysanthus Syngonanthus ‘Mikado’ (também chamado de ‘Mikado’)
Gênero
- Syngonanthus
Espécies –
chrysanthus

É uma planta de pântano.
Temperatura entre os 19 Cº e os 22 º.
Gosta de luz forte, mas indireta. Suporta sol por algumas horas por dia, sempre na parte da manhã.
Gosta de solos leves (com turfa), ligeiramente ácidos e com boa drenagem. O solo tem no entanto tem de estar permanentemente úmido.
O requisito mais importante para a sua sobrevivência é a umidade do ar, a qual tem de ser muito elevada, na ordem dos 70%. Por esse motivo pode estar sujeita a ataques de fungos, se estiver demasiado úmida.
Reproduz-se por apenas por sementes.

É uma planta elegante e incomum, suasfolhas são finas, longas e retas, tendo na ponta de cada folha uma flor em forma de cabeça de alfinete na cor dourada.
Devido ser uma planta de pântanos,  a umidade deve ser mantida elevada, em torno de 70%, se possível.
Manter a planta em um vaso de vidro alto, profundo e pulverizando-o regularmente com água filtrada, isso ajudará a manter o nível de umidade acima.
Água regularmente, para não permitir que o composto secar.
O melhor ambiente para se colocar os vasos da Syngonanthus seria provavelmente em banheiros, pois é quente e úmido, a menos que você tenha outro lugar que atenda os  requisitos da planta.

Podem ser suscetíveis a pulgões. Pode ser afetado por ataque de fungos, se a umidade for muito alta.
Caso alguns dos leitores tenha alguma vez tido uma destas belas plantas, gostaria imensamente  que partilhassem comigo a sua experiência de cultivo. Pode ser?
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amorphophallus-

Amorphophallus é um gênero botânico da família das aráceas. São aproximadamente 170 espécies de plantas tropicais, tuberosas e perenes.

São típicas de terras baixas, crescendo em zonas tropicais e subtropicais, desde o oeste da África até as Ilhas do Pacífico. Não são encontradas nas Américas. A maioria das espécies são endêmicas e crescem preferencialmente em florestas secundárias.

A maioria das espécies de Amorphophallus não são muito difícil de cultivar, desde que um mínimo de condições sejam cumpridas: estas são uma terra rica, o uso de fertilizante adicional, sombreado contra luz do sol direta, uma temperatura mínima de 22 graus durante o dia e 19ºC durante a noite, um período de descanso bem definido, e um regime severo contra pestes, preferivelmente focado na prevenção. Com estes requisitos, aproximadamente o 80% de todas as espécies de Amorphophallus podem ser cultivados com êxito.


Clima: O que foi dito acima sobre temperaturas é valido para aproximadamente 98 por cento das espécies. Se seu clima e mais frio a noite pode ser uma boa Idea proteger seus aamorphophallus ou simplesmente cultivar eles em vasos

Solo: Os solos devem ser ricos em matéria orgânica e nutrientes. A terra deve ser bem arejada. Quando a terra torna-se densa demais (por excesso ou falta de água de excesso) as raízes sofrearão. O problema é que a folha não morre mas continua a viver, apoiada pela energia do tubérculo, que finalmente será esgotado, torna-se fraco e de repente começará a apodrecer.

Fertilizar: Usando uma terra rica em matéria orgânica, não se necessita fertilizar muito freqüentemente, isto é uma vez num mês pode ser mais que suficiente. O fertilizante deve ser usado com cuidado, não dê uma concentração mais alta da que o que é recomendada para o fertilizante, já que o fertilizante em excesso bem pode aniquilar todas as raízes. O fertilizante ideal é um com um alto conteúdo de fosfato (por exemplo 15-30-15), que estimula crescimento de tubérculo. No fim a saúde de um Amorphophallus é medida pelo aumento do tamanho do tubérculo cada estação. Bem cuidado o tubérculo pode aumentar seu peso triplamente por estação.

Plantio: O topo dos tubérculos de Amorphophallus sempre devem estar bem abaixo da superfície da terra, já que as raízes emergem do topo (não da base como normalmente) e devem segurar o tubérculo para carregar a longa folha longa e a flor. Com este propósito as primeiras raízes cresçam muito rápido e na horizontal. O vaso deve ter o tamanho apropriado, quando o pote não é fundo o suficiente, a base do tubérculo será limitada contra o fundo e torna-se deformado. Esta situação geralmente não compromete a saúde do tubérculo, mas a vezes a água em excesso que freqüentemente é achada no fundo do pote pode causar apodrecimento local de partes da base de tubérculo. Por isso o vaso deve ter uma boa drenagem e não juntar água. O diâmetro do pote deve ser ao menos duas vezes que do tubérculo que é plantado, para razões óbvias.

Rega: Irrigação normal a abundante, sem excesso. Diminuir ou suspender no período de dormência.

Dormeência: Praticamente todos os Amorphophallus tem um período de dormência em natureza. Quando uma folha morre depois de que uma estação de crescimento regular o tubérculo invariavelmente tomará um período que descansa. Este período pode tomar 3 a 7 meses, dependendo da espécie, e depois uma folha pode emergir, ou quando a planta está suficientemente madura florescer. Os bulbos podem ser retirados dos vãos, ou deixados para que naturalmente voltem a brotar, nos assim fazemos e somos gratamente surpreendidos com novos e maiores plantas cada estação.

Pragas: As duas pragas primárias importantes de Amorphophallus em cultivo são nematóides e insetos nas raízes. Infelizmente para estes últimos não existe nenhum mecanismo biológico de controle. Portanto, o melhor método e usar um pesticida sistêmico de espectro. Estes devem ser dados em doses pequenas porque dano a folha pode ocorrer.
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Maracujá cresce em formato de órgão sexual masculino no Maranhão.
Pesquisadores da Embrapa acompanham amadurecimento do fruto.

Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão acompanhando, há pouco mais de um mês, o desenvolvimento de um maracujá que cresce em formato de órgão sexual masculino. 

O fruto foi plantado há dois anos pela dona de casa Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, em um balde, no quintal de sua casa, em São José de Ribamar (MA).

Segundo relato feito por ela aos pesquisadores da Embrapa, o fruto nasceu apenas em janeiro com o formato de pênis. "Ela nos disse que o maracujá surge no formato ovalado e depois se desenvolve com aquele formato. É a primeira vez que temos notícias de um fruto com essas características aqui no Maranhão", disse Marcelo Cavallari, pesquisador de recursos genéticos vegetais da Embrapa.
Dona de casa plantou semente em um balde,
em São José de Ribamar.
Cavallari afirmou ainda que a dona de casa recebeu da filha a semente do maracujá. "Nenhuma das duas viu como era o fruto originário, o que poderia nos ajudar na pesquisa. Não temos como confirmar o que realmente aconteceu com o maracujá, mas acreditamos que possa se tratar de uma mutação genética. Como todos os frutos têm o mesmo formato, a possibilidade de má formação é menos possível."

Os maracujás que estão no quintal da dona de casa têm a coloração verde. "O aspecto é saudável, não está doente. Tirando o formato, é sadio. O tempo de maturação costuma ser de um mês a um mês e meio, mas está demorando mais para amadurecer", disse Cavallari.
Filomena Antonia de Carvalho, coordenadora de Defesa Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Maranhão, visitou a casa de Maria Rodrigues ainda em janeiro deste ano. "Não temos condições de avaliar o que aconteceu com o maracujá, por isso acionamos os pesquisadores da Embrapa. Fizemos, então, uma segunda visita ao local com eles."
"É bem grande, é bem grosso mesmo. Chega a ter entre 15 e 20 centímetros de comprimento. Não há motivo para que o maracujá não seja consumido por causa do formato, mas também não sabemos como é por dentro", disse Cavallari.

Ele explicou que a existência do maracujá com formato de pênis chamou a atenção de moradores da região, o que teria assustado Maria Rodrigues e dificultando o acesso científico ao fruto. "Para que possamos fazer uma pesquisa mais detalhada sobre o que aconteceu com o maracujá, ela precisa assinar um termo de anuência prévia de provedor, o que nos permitirá fazermos análises com o fruto. Estamos em fase de conversação, já que ela está assustada com a movimentação na casa dela.

Cavallari disse que pode fazer uma pesquisa no Banco de Germoplasma “Flor da Paixão”, no Distrito Federal, que abriga a maior coleção de passifloras (maracujás) do mundo, segundo a Embrapa. O acervo é de mais de 150 espécies de maracujá. "Só fazendo um comparativo para poder entender melhor o que ocorreu com o fruto e saber se houve outros registros semelhantes no país".

Conheça: Sapatinho de judia
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O uso indiscriminado de plantas exóticas para fins paisagísticos, comerciais e até de reflorestamento, caso do Pinnus ellioti (pinheiro americano), já é encarado como um risco ao ecossistema. 

"A recuperação ambiental com plantas exóticas é um erro pois estabelece, na prática, uma monocultura que ocupa o espaço de espécies nativas em prejuízo da biodiversidade", afirma a engenheira florestal Sílvia Ziller. Ela coordena o Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, organização não-governamental de Curitiba, que realiza um levantamento inédito de plantas exóticas invasoras no Brasil, com a elaboração de um sistema de informações geográficas para localizar as regiões invadidas por essas espécies. 

Sílvia acrescenta que o potencial de as espécies invasoras alterarem os sistemas naturais é tão grande, que essas plantas são hoje a segunda maior ameaça mundial à biodiversidade, só perdendo para a exploração humana direta na destruição de habitats.

O Brasil começou, na década de 60, a usar variedades exóticas como solução para a recuperação florestal, e quem plantasse pinus e eucalipto recebia, inclusive, incentivo fiscal por parte do governo. O mesmo problema ocorreu, também, no setor pastoril, com a implantação de gramíneas africanas, como a braquiária, para fins forrageiros. "Substituir o campo natural resulta em perda de biodiversidade e de produtividade, pois a vegetação nativa é mais rica em proteínas para o gado", explica a pesquisadora.

No cenário internacional, Sílvia cita o caso da Cidade do Cabo, na África do Sul. A ação dos colonizadores a partir do início do século XIX que, para fins paisagísticos, substituíram paisagem nativa (herbáceo arbustiva) por coníferas da Austrália e da América do Norte, resultou na quebra do balanço hídrico: por consumirem muito mais água, essas árvores invadiram os mananciais. 

"Se não forem removidas, o que o governo já começou a fazer, a cidade do Cabo poderia perder em 20 anos, 40% do volume de água de sua bacia hidrográfica e, em 40 anos, os rios correriam o risco de secar".

A questão de plantas exóticas invasoras assumiu tal dimensão que a ONU criou, em 1997, o Programa Global de Espécies Invasoras (Gisp). No Brasil, apesar da disseminação dessas espécies estar enquadrada na Lei de Crimes Ambientais, "falta-nos uma visão mais ampla do problema e mais atuação dos órgãos de fiscalização". 

Para reverter esse quadro, Sílvia sugere a intensificação da pesquisa para demonstrar as conseqüências do uso de espécies exóticas e a viabilidade do uso de plantas nativas. Os dados para o levantamento de plantas exóticas invasoras estão sendo coletados entre as universidades e formulário disponível no site do instituto: http://www.institutohorus.org.br.