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14 de out de 2017

Feira de orquídeas em Araxá

Feira de orquídeas em Araxá

Feira de orquídeas em Araxá Araxá recebe até este sábado (14) uma feira de orquídeas com cerca de 150 espécies e quase mil unidades disponíveis. Entre as novidades estão plantas que exalam cheiro de chocolate. O evento, na cidade do Alto Paranaíba, vai até as 17h na Avenida Vereador João Sena, em frente à Igreja de São Sebastião, no Centro.

 “As plantas são desenvolvidas para exalarem cheiros gostosos de chocolate e cereja. Quando a gente faz cruzamento em laboratório, o cheiro se torna aleatório. Na natureza isso é diferente, elas exalam aromas que estão presentes naquele local que elas vivem”, explicou o agrônomo Márcio Vanique. 

Além de cores e formatos diferentes, os preços também variam. Em média cada vasinho de planta custa entre R$ 10 e R$ 20, dependendo da espécie este preço pode chegar até R$ 60, mas quem passa pela feira nem se lembra dos preços. “Não tem como escolher porque é cada uma mais linda que a outra. Isso é a presença viva de Deus. Em um instante a casa está cheia”, destacou a aposentada Nilda Maria Costa.

25 de jul de 2017

Baunilha  uma orquídea de cheiro

Baunilha uma orquídea de cheiro

Baunilha  uma orquídea de cheiro Nome científico: Vanilla Planifolia

Nativa e abundante do Sul do México, a Baunilha é uma trepadeira que pertencente à família das orquídeas, sendo uma das iguarias mais caras do mundo.
Herbácea e perene, pode ser conduzida naturalmente quando está plantada próxima à árvores (nesse caso consegue se alongar por mais de 20m de altura!) ou por meio de apoios como varais baixos ou esteios iguais aos que são usados para cultivo do maracujá, facilitando a colheita. A essência de baunilha é extraída dos frutos das flores da orquídea da Baunilha, e é do interior da fava que saem os minúsculos grãos que exalam um cheiro perfumado, doce e delicado.
O mais incrível da baunilha é o fato de ser aromatizante e conservante natural, e nesse sentido é largamente usada em sorvetes, chocolates, bebidas e confeitaria. Tem seu lugar também na perfumaria e cosmética em geral, além de possuir propriedades medicinais com valores afrodisíacos, estimulantes e digestivos.

A história da baunilha começou a ser registrada na Europa a partir dos povos Aztecas do México, os quais tinham forte tradição com o chocolate, muitas vezes aromatizado pela baunilha, cujo aroma também era utilizado pelas mulheres em ocasiões de festas e rituais. 
A produção do extrato de baunilha é um processo trabalhoso e de alto custo: a vanilina de extrato natural rende aproximadamente U$4.000 por um único kilo no mercado internacional. Em detrimento disso, a indústria se apropriou da produção artificial dessa essência através de liquores de sulfito, derivados do processamento da polpa de madeira para a fabricação de papel... É claro, então, que o extrato sintético de vanilina fornece apenas a nota sensorial principal do “flavour” (aroma) de baunilha. 
Com uma muda de baunilha no quintal é possível obter naturalmente uma das especiarias mais valiosas do mundo!
Existem orquídeas em todos os biomas pelo mundo - não são plantas de exclusividade das matas tropicais úmidas, também não são plantas exclusivamente epífitas (que vivem penduradas de outras) e sequer são só de clima quente.
Tem orquídea até na Sibéria, imagine só.
Baunilha  uma orquídea de cheiro Mas, as baunilhas de cheiro são das mais antigas, 120 milhões de anos e cerca de 100 espécies; todas Vanilla sp. alguma coisa: no Brasil há uma grande variedade dessas inclusive com endemismo regional e todas, mais ou menos, são bem cheirosas.
  • Vanilla angustipetala (Brasil - São Paulo)
  • Vanilla bahiana (Brasil - Bahia)
  • Vanilla bradei (Brasil - São Paulo)
  • Vanilla carinata (Brasil)
  • Vanilla cristagalli (Norte do Brasil)
  • Vanilla denticulata (Brasil)
  • Vanilla dietschiana (Brasil)
  • Vanilla dubia (Brasil - Minas Gerais)
  • Vanilla dugesii (Brasil)
  • Vanilla edwallii (do Brasil à Argentina)
  • Vanilla gardneri (Brasil)
  • Vanilla lindmaniana (Brasil - Mato Grosso)
  • Vanilla organensis (Brasil - Rio de Janeiro)
  • Vanilla parvifolia (do Sul do Brasil ao Paraguai)
  • Vanilla purusara (Brasil)
  • Vanilla ribeiroi (Brasil - Mato Grosso)
  • Vanilla schwackeana (Brasil - Minas Gerais)
  • Vanilla trigonocarpa (da Costa Rica ao Norte do Brasil)
  • Vanilla uncinata (Norte do Brasil).
Mas, de todas as baunilhas existentes somente 4 cultivares têm boa produtividade e nome no mercado. Os cultivares comercializáveis são resultado de hibridizações e seleções com as espécies Vanilla planifolia, V. tahitiensis, V. odorata e V. pompona, leia aqui em detalhe. E aqui também temos a Vanilla edwallii, nativa do nosso país (mas não só) que também começa a alcançar algum nome comercial.
ora da questão mercadológica, saiba que no cerrado brasileiro já são conhecidas (mas, não ainda catalogadas) mais de 30 espécies de baunilha do cerrado.

QUER PLANTAR SUA BAUNILHA?

Mas, como nosso objetivo não é ensinar você a fazer um cultivo comercial de baunilha então, claro, a recomendação básica é que você tenha em sua casa uma, ou mais, das plantas que são bem adaptadas ao seu clima (mais seco, mais úmido, mais frio, mais quente) pois, a baunilha é planta de sombreado, umas não florescem se não há um longo período de sequia, suas sementes são pouco viáveis, geralmente, e para reproduzí-las o melhor é você ter estacas com 30 a 100 cm de comprimento, saudáveis.
Para se ter uma planta de baunilha é preciso ter espaço, sombreado, para que ela possa crescer. As baunilhas vão se esticando, lançando ramos por donde possam se apoiar, e chegam a atingir os 20 ou 30 metros de comprimento.
Estas são orquídeas cujas raízes devem estar na terra - são terrestres porém, adoram uma subida como boas trepadeiras.As folhagens das baunilhas varia bastante, podendo ser mais escuras, mais claras, mais redondas, mais pontudas, mais duras, mais frágeis, assim como as flores que são grandes, em geral e com cores que vão do amarelo ao verde.
Baunilha  uma orquídea de cheiro Você poderá até ter sua baunilha dentro de casa, sem grandes dificuldades mas, não se esqueça que a polinização delas é feita por insetos diversos então se esses faltarem, faça-a a troca de material genético, gentilmente, à mão, com a ajuda de um pincel fino ou cotonete.

COMO PLANTAR BAUNILHA EM 7 PASSOS 

  1. Escolha a espécie que seja mais adaptada ao clima específico da sua casa
  2. Se for plantar no jardim, escolha um lugar sombreado e faça uma pérgola, caramanchão ou estrutura para amarrar a sua baunilha. Você também a poderá plantar junto de uma árvore, ou muro, mas em todos os casos, deverá orientar para que lado pretende que a planta se estique.
  3. Consiga ramas, estacas, da baunilha que quer plantar - mais compridas são melhores pois possuem mais gemas reprodutivas - enterre uma parte na terra (diretamente ou em vaso) e deixando de 1 a 3 nós sob o solo para enraizar. Retire as folhas desta parte da rama.
  4. A parte da rama que ficar sobre a terra deverá estar com algumas folhas saudáveis e quanto maior for esta mais rapidamente sua baunilheira florescerá
  5. O enraizamento das ramas demora entre 4 a 6 semanas
  6. A planta florescerá após o 2º ano de plantio e até o 4º ano somente.
  7. As raízes da baunilha são bem superficiais, tenha cuidado com elas ao limpar em volta para retirar outras plantas concorrentes.


AS VAGENS DA BAUNILHA

Baunilha  uma orquídea de cheiro
A planta em si, como toda planta, tem sua beleza mas, o verdadeiro charme da baunilheira está nas suas vagens frutíferas. É aí que se esconde o ouro, o aroma e o sabor da baunilha.
A colheita das vagens acontece de 6 a 9 meses após a floração. Para serem usadas, as vagens terão que passar por um processo de maturação  que pode ser por secagem ao sol ou cozimento em água a 65ºC. Mas esta parte, como maturar e usar as vagens da baunilha a gente conversa em outro artigo mais direcionado.

2 de mai de 2017

Peristeria elata ou Orquídea-pomba

Peristeria elata ou Orquídea-pomba

Peristeria elata ou Orquídea-pomba Nome Científico: Peristeria elata. 

Nomes Populares: Orquídea-pomba, Orquídea-dove, Orquídea-do-espírito-santo, Divino-espírito-santo, Flor-do-divino-espírito-santo
Família: Orchidaceae
Categoria: Flores, Orquídeas
Clima: Equatorial, Tropical
Origem: América Central, América do Sul, Colômbia, Costa Rica, Equador, Panamá
Altura: 0.9 a 1.2 metros, 1.2 a 1.8 metros
Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra
Ciclo de Vida: Perene

A orquídea-pomba é uma orquídea de crescimento simpodial, que pode se comportar tanto como epífita, como quanto terrestre. Ela é nativa de regiões montanhosas da América Central e do noroeste da América do sul, mas principalmente do Panamá, onde é a flor símbolo nacional. Ela habita em locais com mais de mil metros de altitude, preferindo áreas de bosque, com substratos ricos, que podem ser troncos velhos de árvores, recobertos de musgos e outras epífitas, ou diretamente no nível do solo, mas sempre em locais com abundante matéria orgânica em decomposição. 

Ela apresenta pseudobulbos ovóides, com cerca de 12 centímetros de altura, alongados e com quatro grandes folhas cada, plissadas. A inflorescência surge na base dos pseudobulbos, com uma longa e forte haste e de 4 a 12 flores. A flor é um espetáculo à parte. Com pétalas e sépalas muito semelhantes, carnosas, côncavas e de uma cor branco marfim, elas formam um invólucro perfeito para o labelo, pontilhado de púrpura, que tem um formato muito peculiar, parecendo com uma pequena pomba de asas abertas, o que lhe rendeu os distintos nomes populares, de orquídea-pomba e flor-do-espírito-santo, por exemplo. Ela é perfumada, e dizem que seu aroma lembra a cerveja. A floração acontece na primavera.

Essa linda orquídea é um ítem muito buscado por colecionadores. Em vasos bonitos, ela pode enfeitar diferentes ambientes durante a floração. Como suas hastes são altas, coloque-a em local de destaque ou em locais baixos, como mesinhas laterais e criados mudos. As flores são especialmente duráveis e podem ser utilizadas como flor de corte também. Devido à coleta indiscriminada desta orquídea da natureza, ela encontra-se seriamente ameaçada de extinção.

Peristeria elata ou Orquídea-pomba Deve ser cultivada sob meia sombra, ou luz difusa, sem tomar o sol direto nas horas mais quentes do dia. O ideal é utilizar um sombrite com 50 a 60% de sombreamento. No inverno, a luz pode aumentar, o que parece lhe favorecer o florescimento. Em seu habitat esse fenômeno acontece naturalmente, pois ela muitas vezes vegeta sob a copa de árvores caducas. Aprecia umidade ambiental, muito calor e regas frequentes, sem encharcar. 

Gosta de substratos mistos, entre materiais para epífitas, como esfagno e casca de pinus, e materiais para terrestres, como pedra britada, turfa e areia. Multiplica-se por separação dos pseudobulbos, ficando cada nova muda, com uma estrutura completa e pelo menos três pseudobulbos cada, além de uma brotação guia. Comercialmente a multiplicação pode ser realizada por sementes ou meristema, em laboratório.

16 de out de 2016

Horto Brejal, em Petrópolis, tem exposição de orquídeas e bromélias

Horto Brejal, em Petrópolis, tem exposição de orquídeas e bromélias

Horto Brejal, em Petrópolis, tem exposição de orquídeas e bromélias Que tal subir a Serra para desfrutar de um dia mais colorido? No próximo fim de semana, o Horto Brejal, em Petrópolis, realizará a segunda edição da Exposição de Orquídeas, Bromélias e Bonsais. Serão 98 tipos de plantas. Entre as orquídeas, haverá espécies raras como a Cattleya lueddemanniana - lilás, com o miolo roxo - e a Maxillaria schunkeana - preta com o miolo rosado -, que florescem de uma a duas vezes ao ano. A iniciativa é da paisagista Débora Rattes, proprietária do espaço.

- Cultivo 20 espécies de bromélias. Pensei em reunir os demais produtores locais para uma grande mostra. Além da exposição, que será gratuita, vamos oferecer oficinas, também de graça, com dicas de cultivo de orquídeas, bromélias e bonsais, e palestras sobre agricultura orgânica - conta Débora, frisando que todas as plantas expostas estarão à venda no horto, que fica na região do Brejal.

A oficina de orquídeas ficará a cargo do orquidófilo Luiz Strzalkwoski, que é especialista no tema há mais de 40 anos.

- Vou ensinar o modo certo de tratá-las. Orquídeas demandam cuidado especial. Devem ser expostas à luz indireta, molhadas de duas a três vezes por semana e adubadas na raiz de três em três meses. E é preciso borrifar água nas suas folhas de 15 em 15 dias - conta ele.

O orquidófilo afirma que, das 36 mil espécies de orquídea existentes no mundo, 10% estão presentes no Brasil:

- O clima tropical favorece o cultivo. Os maiores produtores ficam no Espírito Santo e na Bahia. Mas o Rio tem muitos. Na Região Serrana, há várias espécies de micro-orquídeas.

O Horto Brejal é cercado por lagos e estufas e por uma extensa produção de bromélias, árvores nativas e plantas ornamentais. A exposição ficará aberta sábado e domingo, das 10h às 17h.

1 de mai de 2016

Novas orquídeas são descobertas na Amazônia

Novas orquídeas são descobertas na Amazônia

Novas orquídeas são descobertas na AmazôniaNovas espécies de orquídeas são descobertas na Amazônia.

As orquídeas encontradas foram batizadas de Dichaea bragae e Anathallis manausesis, em homenagem ao o pesquisador do Inpa Pedro Ivo Soares Braga.

Duas novas espécies de orquídeas foram descobertas recentemente nos arredores de Manaus pelo bolsista do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) Jefferson José Valsko. A planta, considerada ornamental e a rainha das flores, está entre as mais procuradas para presentear, decorar residências e ainda como tempero.

As orquídeas encontradas foram batizadas de Dichaea bragae e Anathallis manausesis. Os nomes homenageiam o pesquisador do Inpa Pedro Ivo Soares Braga, já falecido, e que fez importantes estudos sobre a planta na Amazônia.

“A Dichaea bragae é uma planta pêndula, pequena, chegando a cinco centímetros de comprimento, a flor chega a cinco centímetros e apresenta uma estrutura chamada labelo, que é uma pétala modificada. É uma estrutura de pouso de insetos polinizadores. Percebemos que o labelo era totalmente diferente do grupo que a gente vinha estudando”, explicou o bolsista Jefferson, que é biólogo e mestre em Diversidade Biológica.

Já a flor da Anathalis manausesis, de acordo com o pesquisador, tem apenas 3 milímetros (mm) e sua folha mede menos de 1 centímetro (cm). Ela é considerada a menor das espécies já descritas. “É uma microórquídea, precisou de um microscópio, porque a flor é muito pequena, o seu labelo era muito reduzido, e com pelos, o que diferenciou das espécies já descritas”, descreve Valsko.

Segundo o Inpa, o Brasil registra mais de três mil tipos de orquídeas. No Amazonas, são cerca de 300. De acordo com o biólogo, as orquídeas da amazônia têm características semelhantes às de outras regiões. Elas podem ser encontradas, principalmente, nas chamadas campinaranas amazônicas, áreas com solos arenosos, e também na copa de árvores.

“Orquídeas têm preferência, uma necessidade de luz, uma luz difusa. E a copa das árvores é um ambiente ideal para elas. Quando você anda aqui em uma floresta de ombrófila densa, que é uma floresta alta, com árvores de até 25 ou 30 metros, dificilmente você consegue enxergar orquídeas”, esclarece.

O pesquisador disse que, por isso, as pessoas acham que é raro encontrar orquídeas na Amazônia. “Essas espécies estão em maior densidade na copa das árvores. Já nas campinaranas, como as árvores são bem mais baixas, você visualiza com facilidade essas espécies”.

Valsko explica que as orquídeas são importantes para a natureza porque ajudam no ciclo do carbono, por meio da fotossíntese e da respiração. Além disso, elas atraem insetos polinizadores específicos. “Algumas são polinizadas apenas por abelhas, outras podem ser polinizadas por borboletas, aves ou moscas”.

A equipe de Jefferson José Valsko já havia descoberto nos últimos quatro anos outras três espécies de orquídea na Amazônia: Dichae Diminuta, Dichae fusca e a Anathallis roseopapillosa.

10 de abr de 2016

Orquídea Chuva-de-Ouro

Orquídea Chuva-de-Ouro

Orquídea Chuva-de-Ouro 
A conhecida popularmente como orquídea chuva-de-ouro tem um nome científico nada muito fácil, Oncidium. 

E esse nome dá origem ao seu segundo nome popular, o de oncídio. Com esse nome não fica dúvidas a que categoria ela pertence, a das orquídeas e o nome da sua família é Orchidaceae. 

 Quando o assunto é temperatura, clima, a orquídea chuva-de-ouro é bem eclética, ela se adapta bem  ao clima tropical, subtropical, equatorial e oceânico.

A orquídea chuva-de-ouro é originária da América do Norte, da América Central, da América do Sul e do México e se vamos falar do tipo de luminosidade que essa planta gosta, sem dúvidas, o seu lugar preferido é a meia sombra. Ela pode chegar a medir entre 0.1 a 0.3 metros e em alguns casos, chegar a 0.4 metros, mais raros, porém, e o seu ciclo de vida é perene. O que significa que o seu ciclo de vida é de longa duração.

Daqui para frente vamos chamá-la pelos nomes populares, orquídea chuva-de-ouro ou oncídio. Vale ressaltar que esse nome também pode ser uma referência a um grande conjunto de espécies de orquídeas. Neste caso, obviamente, todas elas pertencem a mesma família.

Orquídea Chuva-de-OuroEsse gênero Oncidium é bem fácil de reconhecer porque qualquer planta dessa espécie apresenta um calo que fica localizado bem na base do labelo da flor. Podemos dizer que a mais popular de todas as plantas dessa espécie é aquele que possui as flores completamente amarelas, cujo nome científico é Oncidium varicosum.

Apesar de falarmos em orquídea chuva-de-ouro, o que nos remete imediatamente a plantas amarelas, nem todas as flores que brotam de um oncídio possuem essa cor. Elas podem ser amarelas sim, mas também, alaranjadas, marrons, verdes e até mesmo com a “estampa” tigrada.

Ainda falando de características marcantes que distinguem bem as orquídeas chuva-de-ouro podemos destacar as pétalas e as sépalas, que em relação ao labelo se apresenta inferiormente menores. A grande parte delas são epífitas e tem os pseudobulbos achatados e ovalados. Cada um deles possui no máximo quatro e no mínimo 2 folhas. Normalmente, essa planta com essa característica é usada como flor de corte.

Falando do Cultivo da Orquídea Chuva-de-Ouro

Essa espécie gosta da meia sombra não só para viver sob ela, mas também na hora do cultivo. Para ela é necessário criar um substrato especial que deve ser preparado com materiais como casca de pinus, fibras de coco e epífitas.
A orquídea chuva-de-ouro pode ser plantada em vasos e uma outra maneira muito usual de cultivar essa planta é fixando-a em troncos de árvores usando sisal ou barbante.
Orquídea Chuva-de-OuroEssa planta não poderá ficar com o substrato seco de jeito nenhum, ela precisa de umidade e por isso, a rega deve ser feita toda vez que a terra estiver seca. Apesar de não ser “fã” de frio, a orquídea chuva-de-ouro consegue tolerar baixas temperatura.

Sobre o Cultivo da Orquídea Chuva-de-Ouro

A orquídea chuva-de-ouro pode ser multiplicada usando a técnica da divisão de plantas e para fazer isso três pseudobulbos devem ser mantidos em cada uma das mudas que deverão ser multiplicadas. Já para o uso comercial da planta, a sua multiplicação indica é através de sementes.

O cultivo com sementes, em geral,  pode ser da seguinte forma (verificar o melhor modo para orquídea chuva-de-ouro:
Elas podem ser colocadas a meia sombra, sob a proteção de estufas, sob a proteção de telhados, ao ar livre, em bandejas, em caixas ou em canteiros.

Orquídea Chuva-de-OuroNormalmente, plantas ornamentais são semeadas usando terra fofa para cobri-las ou pó de serragem e colocadas em sulcos rasos. Mais ou menos, o mesmo método usado para semear hortaliças.

Veja como é feita a semeadura utilizando bandejas:

As bandejas devem ser de isopor e as adequadas são vendidas em lojas especializadas.

É uma etapa muito importante para o cultivo de novas plantas e por isso deve ser feitas seguindo todas as condições necessárias daquela determinada espécie. Em geral, o solo deve ser umedecido e nunca pode ser completamente seco ou exageradamente molhado. As sementes devem ser colocados respeitando o espaço entre elas e nunca em grande quantidade no mesmo espaço.

Para evitar que fiquem espaços vazios, uma vez que algumas sementes podem não germinar, coloque sempre várias em cada um deles.
Respeite o tamanho do sulco de acordo com o tamanho da semente, cada planta possui a sua indicação individual.

A regra geral para terminar o cultivo de qualquer semente é rega no final. Logo depois de semear, nos primeiros dias, a quantidade de água deverá ser grande, porém, nunca jogue em jatos forte, prefira regadores com lâmina fina. Peça conselhos na loja onde você irá comprar o regador.

Depois de semear na bandeja ela deverá ser colocada em um lugar que não tenha muito luz, nem pense em deixar sob o sol pleno, no máximo a meia sombra, não muito recomendado, e num lugar bem arejado, fresco. A bandeja de isopor não pode ser colocada sobre superfície lisa que não deixa que o escoamento de água aconteça da forma correta.

As regas enquanto as sementes estiverem na bandeja de isopor devem ser regulares porque esse tipo de material faz com que seque rapidamente. Porém, molhar bem não significa encharcar a terra. Por isso, use sempre lâminas finas de água. Um jato d’água pode acabar deslocando uma muda ou destruindo outra frágil.

Espere até que as plantas se desenvolvam deixando a bandeja no canto dela durante um período. O correto, para saber que a germinação está dando certo é deixar chegar de 5 a 10 centímetros de altura. Para isso, normalmente, a quantidade de dias varia entre 10 a 20. As plantas terão força suficiente para resistirem a retirada para serem plantadas em outro lugar. Mas, fique atento as indicações que gostam na embalagem da semente, que indicam exatamente o tamanho e o tempo necessário aguardar para transplantar as mudas. Tempo esse que não pode ser superado para evitar o atrofiamento das plantas.

21 de jan de 2016

Orquídeas Cymbidium as mais adoradas no Brasil

Orquídeas Cymbidium as mais adoradas no Brasil

Orquídeas Cymbidium as mais adoradas no BrasilNome popular: Cymbidium. 
Nome científico: Cymbidium spp. 
 Família: Orchidaceae. 
Origem: Ásia
As orquídeas Cymbidium são uma das mais comercializadas e adoradas no Brasil. 

O gênero possui 44 espécies, mas a maioria das que são vendidas no Brasil são híbridas. Algumas espécies são terrestres ou semi-terrestres, mas as mais populares podem ser encaradas como epífitas, mesmo que não se prendam a árvores.

Suas flores são muito duráveis, sendo freqüentemente utilizadas como flor de corte, para a utilização em arranjos florais que podem durar semanas. O florescimento ocorre geralmente na primavera, por ser uma planta de clima temperado.

Orquídeas Cymbidium as mais adoradas no Brasil
Cultivo: As orquídeas Cymbidium precisam de luz alta a média, mas não suportam luz direta durante o dia todo. O ideal é que tomem o sol da manhã ou somente luz difusa (indireta) intensa. Ela floresce melhor em ambientes bem frios, pois sua floração é induzida por baixas temperaturas. Mas mesmo em regiões de temperaturas intermediárias ela pode vir a florescer bem.

São plantas fáceis de cuidar, sendo rústicas, principalmente em regiões mais frias. Podem ser cultivadas inclusive em substratos como pedra britada e carvão. Entretanto, alguns as cultivam em misturas de terra e areia, pois elas suportam também esse tipo de substrato. Conheça os cuidados gerais com as orquídeas.

Regue de tempos em tempos, mas não mantenha as raízes encharcadas por muito tempo, pois suas raízes podem apodrecer. Após a floração, remova as flores e folhas mortas secas.

Troca de vaso: Quando a planta começar a sair do vaso, ou ela começar a se tornar desajeitada, troque-a para um vaso maior ou divida a planta. Quando for trocar de vaso (transplantar), remova as raízes mortas batendo levemente nas raízes. Aprenda a trocar o vaso das orquídeas.

Orquídeas Cymbidium as mais adoradas no BrasilPropagação: Pode ser reproduzida separando-se os pseudobulbos, que devem estar em grupos de pelo menos 3 cada um. As novas plantas podem levar de 2 a 3 anos para que floresçam novamente. Veja aqui o nosso guia para o plantio de orquídeas.
Comercialmente são propagadas por micropropagação, gerando plantas idênticas umas às outras.

20 de jan de 2016

Orquídea com forma de sapato de bailarina

Orquídea com forma de sapato de bailarina

Orquídea com forma de sapato de bailarinaConhecida internacionalmente como Lady’s slipper (Cypripedium calceolus), a orquídea com forma de sapato de bailarina é originária da Europa.
 
Encontrada na natureza em ambientes calcários ou em florestas abertas, o formato de suas pétalas amarelas formam uma espécie de saco, que é comparado aos sapatos da bailarina.
 
Orquídea com forma de sapato de bailarinaOrquídeas são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam variadas formas, cores, tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida.
 
Orquídea com forma de sapato de bailarinaMajoritariamente epífitas e predominando nas áreas tropicais, as orquídeas crescem sobre as árvores, usando-as somente como apoio para buscar luz; não são plantas parasitas, nutrindo-se apenas de material em decomposição que cai das árvores e acumula-se no entorno da planta.
Orquídea Lady’s Slipper salva de extinção

Orquídea Lady’s Slipper salva de extinção

Orquídea Lady’s Slipper salva de extinção
Orquídea sapatinho-de-dama ("Lady’s Slipper", em inglês) 
A flor mais rara do Reino Unido contou com a proteção de guarda-costas em tempo integral quando foi exposta no Festival de Flores de Chelsea, na região metropolitana de Londres.

As orquídeas sapatinho-de-dama ('Lady's Slipper', em inglês) foram salvas da extinção por cientistas e são protegidas por rígidas leis ambientais.
As flores vão fazer parte da exibição Le Jardin de Yorkshire, realizada pelo órgão de turismo Welcome to Yorkshire.
Um grupo de especialistas em botânica, o Comitê Cypripedium (em alusão ao gênero botânico pertencente à família das orquídeas da qual a flor faz parte), trabalhará como voluntário para cuidar e proteger a planta.
Autoridades ainda discutem, no entanto, os detalhes finais do esquema de segurança durante o evento, que está comemorando sua centésima edição.
"Quando você tem a mais rara orquídea do Reino Unido no seu jardim, você deve ter cuidado para protegê-la. É por essa razão que estamos ainda analisando qual vai ser o esquema de segurança mais adequado", disse Gary Verity, responsável pelo evento.
"Estou certo de que milhares de pessoas virão ver essa rara espécie e aprender mais sobre o seu bem sucedido programa de conservação."
Extinção
Especialistas acreditavam que a orquídea sapatinho-de-dama estava extinta, mas, em 1930, exemplares da espécie foram encontrados por acaso em Yorkshire.

O sul-africano Michael Tibbs, especialista em orquídeas, disse que guarda segredo sobre o local onde a planta foi achada.
"Apenas poucas pessoas sabem", disse ele. "É uma planta extremamente rara e muitos tentaram mantê-la longe dos olhos do público por muitos anos".
Um único exemplar da orquídea sapatinho-de-dama pode chegar a custar cerca de 5 mil libras (R$ 15 mil).

22 de nov de 2015

 Orquídeas raras

Orquídeas raras


 Orquídeas raras


Cattleya walkeriana  (Foto: Carol Costa/Minhas Plantas - minhasplantas.com.br)
1. 
Existem cerca de 35 mil espécies de orquídeas na natureza, com as mais diversas cores e formatos, em todo o mundo. Porém, algumas delas integram o grupo das mais raras e, claro, desejadas. Para conhecer um pouco sobre essas plantas seletas, pedimos a ajuda do biólogo Sergio Oyama, que comanda o site Orquídeas no Apê. Abaixo, ele detalha diversas curiosidades sobre espécies que valem ouro.
Esta espécie é uma orquídea brasileira, de cor e forma excepcionais. Encontrada na década de 1960, nunca mais foi vista na natureza. Cada exemplar é vendido por mais de R$ 1.500.

Cattleya schilleriana (Foto: Creative Commons)
2. Cattleya schilleriana
Esta também é uma espécie brasileira, que atualmente encontra-se extinta na natureza. No mundo inteiro, ela só podia ser encontrada em uma região específica do Espírito Santo.

3. Fredclarkeara After Dark
Eis uma espécie de orquídea negras. Trata-se de um híbrido desenvolvido a partir de múltiplos cruzamentos, com o propósito de obter a coloração negra. Esta planta é uma raridade entre as flores de modo geral.


Paphiopedilum rothschildianum (Foto: Dick Culbert/Flickr)
4. Paphiopedilum rothschildianum
Considerada a orquídea mais rara e cara entre a família de espécies Paphiopedilum, conhecidas como “sapatinhos”, nome atribuído em razão do formato .


Dendrophylax lindenii (Foto: Creative Commons)
5. Dendrophylax lindenii
Espécie conhecida como ghost orchid (em português, orquídea fantasma). Ela é chamada assim pela aparência e pelo fato de não possuir folhas, apenas raízes e flor.

4 de mai de 2015

Orquídeas Cymbidium

Orquídeas Cymbidium

Verde em FolhaAs orquídeas Cymbidium são uma das mais comercializadas e adoradas no Brasil. O gênero possui 44 espécies, mas a maioria das que são vendidas no Brasil são híbridas. Algumas espécies são terrestres ou semi-terrestres, mas as mais populares podem ser encaradas como epífitas, mesmo que não se prendam a árvores.

Suas flores são muito duráveis, sendo freqüentemente utilizadas como flor de corte, para a utilização em arranjos florais que podem durar semanas. O florescimento ocorre geralmente na primavera, por ser uma planta de clima temperado.

Cultivo: As orquídeas Cymbidium precisam de luz alta a média, mas não suportam luz direta durante o dia todo. O ideal é que tomem o sol da manhã ou somente luz difusa (indireta) intensa. Ela floresce melhor em ambientes bem frios, pois sua floração é induzida por baixas temperaturas. Mas mesmo em regiões de temperaturas intermediárias ela pode vir a florescer bem.

São plantas fáceis de cuidar, sendo rústicas, principalmente em regiões mais frias. Podem ser cultivadas inclusive em substratos como pedra britada e carvão. Entretanto, alguns as cultivam em misturas de terra e areia, pois elas suportam também esse tipo de substrato. Conheça os cuidados gerais com as orquídeas.

Regue de tempos em tempos, mas não mantenha as raízes encharcadas por muito tempo, pois suas raízes podem apodrecer. Após a floração, remova as flores e folhas mortas secas.

Verde em FolhaTroca de vaso: Quando a planta começar a sair do vaso, ou ela começar a se tornar desajeitada, troque-a para um vaso maior ou divida a planta. Quando for trocar de vaso (transplantar), remova as raízes mortas batendo levemente nas raízes. Aprenda a trocar o vaso das orquídeas.

Propagação: Pode ser reproduzida separando-se os pseudobulbos, que devem estar em grupos de pelo menos 3 cada um. As novas plantas podem levar de 2 a 3 anos para que floresçam novamente. Veja aqui o nosso guia para o plantio de orquídeas.

Comercialmente são propagadas por micropropagação, gerando plantas idênticas umas às outras.


9 de mar de 2015

Dendróbio olho-de-boneca: a orquídea para vasos

Dendróbio olho-de-boneca: a orquídea para vasos

Dendróbio olho-de-boneca: a orquídea para vasos
Dentre as mais de 25 mil espécies de orquídeas existentes no mundo – oriundas da natureza ou fruto dos inúmeros hibridismos feitos ao redor do globo – , existem algumas que são mais apreciadas tanto por sua beleza quanto pela facilidade de cultivo. Um bom exemplo é o dendróbio olho-de-boneca, ou dendróbio-falenopsis (Dendrobium phalaenopsis), híbrido entre duas espécies distintas porém epífitas.

O dendróbio olho-de-boneca possui pseudobulbos parecidos com o gênero Dendrobium e flores semelhantes ao gênero Phalaenopsis. Ambos vêm da Ásia e Austrália e o híbrido deles é bem sucedido entre os criadores de orquídeas amadores e profissionais.

Dendróbio olho-de-boneca: a orquídea para vasosAs flores do dendróbio olho-de-boneca nascem ao longo dos pseudobulbos, que se assemelham à cana-de-açúcar, formando pequenos maciços nos pequenos talos. Os tons variam entre o branco e o róseo e suas diversas matizes e a duração média de cada flor é de 30 dias.

Esta orquídea aprecia muita luz, mas por ter origem epífita é capaz de florescer em ambientes pouco iluminados, o que não significa que quem cuida do dendróbio olho-de-boneca deve deixá-lo eternamente na escuridão de uma sala. O dendróbio deve ser mantido sob temperaturas tropicais, inclusive à noite, onde tolera sem danos temperaturas até 15º C. Muita atenção à rega desta orquídea: durante a floração a água deve ser dada em boa quantidade, quando a terra estiver seca e sem encharcá-la – as flores costumam abrir entre o fim da Primavera e o início do Verão. Após o fim da floração a quantidade de água deve ser diminuída, limitando-se a borrifos parcimoniosos até que os novos brotos nasçam.

Dendróbio olho-de-boneca: a orquídea para vasosPara que as delicadas raízes epífitas não sofram, os substratos ideais são os tradicionais entre os “orquidófilos”: carvão vegetal, fibta de coco e cascas de árvores como o jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosifolia). Para alimentar o dendróbio olho-de-boneca, adube durante o crescimento  com NPK 10-10-10 um vez por semana durante três semanas pelo menos. No início da Primavera, reforce a quantidade de fósforo para floradas mais intensas – o traço recomendado é o 4-14-8.

O dendróbio tem um ciclo de vida perene e nos presenteará com sua beleza por anos. Por isso recomenda-se o replantio da orquídea a cada dois ou três anos, principalmente por conta do crescimento rizomatoso e da decomposição natural do substrato

17 de jan de 2015

Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!

Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!

Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!

Ao contrário do que muita gente pensa, cultivar orquídeas não é uma tarefa do outro mundo, nem exige grandes habilidades. 
Um pouco de boa vontade, dedicação e bom senso, já serão suficientes pra que você desenvolva um mini orquidário dentro de casa ou apenas mantenha viva aquela flor maravilhosa que recebeu de presente. 
Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!De um modo geral todas as orquídeas irão precisar de boa iluminação (não necessariamente sol direto) e boa ventilação. Nem todas as orquídeas precisam de um galho de árvore para se desenvolver, muito embora, as que têm essa característica ficam muito mais belas e fortes quando são cultivadas dessa forma. 
Pois nada substitui as condições naturais, o habitat natural, aquilo que a planta encontra na natureza. Especialmente a chuva, que não tem cloro e ainda vem com muitos outros benefícios do que se imagina, lembram-se do pH que falamos em edições passadas?
Mas vamos lá, seguem algumas espécies mais facilmente encontradas em floriculturas por aí.
Nome científico: Phalaenopsis x hibridus 
Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!
Espécie originária da Polinésia, não gosta muito do frio, mas tem se adaptado bem à nossa região. Dentro de casa mantenha em lugar arejado e com bastante luz. Aprecia o borrifamento de água em suas folhas. Esse tipo de rega pode ser incrementado com um bom adubo foliar*.

Nome científico: Laelia Cattleya
Nome popular: Lélia, Catleia, orquídea ‘LuckStrike’
Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!
Espécies híbridas, originárias da América Central, muito utilizada para fazer outros cruzamentos. São diversas as cores e formatos dessas espécies. Mas em geral são cultivadas em vasos preenchidos com fibras. Antigamente usávamos a fibra de xaxim que hoje está protegida por lei, ou seja, seu comércio é ilegal. Mas temos alternativas para as orquídeas como a fibra de côco (encontrada em diversas opções como solta, em placas e vasos já fabricados com essa fibra).

Nome científico: Cymbidium x hibridum
Nome Popular: Címbidio
Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!
Espécie híbrida, originária da Ásia Tropicial e Temperada, cultivada em vasos ricos em matéria orgânica a pleno sol ou meia sombra. Quanto mais apertado o vaso estiver, mais ela florescerá, pois aprecia essas condições e vasos compridos, longilíneos.

Nome científico: Dendrobiumnobile
Nome Popular: Olho de Boneca
Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!
Espécie originária da China e Himalaia, cultivada em casos com substrato à base de fibras, ou em placas de fibras, ou ainda em tronco de árvores (troncos espessos e rugosos), a pleno sol ou meia sombra. É tolerante ao frio.

Nome científico: Oncidiumvaricosum
Nome Popular: Chuva de Ouro
Como cultivar e cuidar das suas orquídeas!
Espécie nativa do Brasil, cultivada em casos com substrato à base de fibras, ou em placas de fibras, ou ainda em tronco de árvores (troncos espessos e rugosos), a pleno sol ou meia sombra. É tolerante ao frio e não requer grandes cuidados, por se tratar de planta nativa.
*Os adubos foliares podem e devem ser usados em todas as espécies, esses adubos podem ser encontradosfacilmente em casas de plantas ou de insumos agrícolas, casas de ração, depósitos de material de construção e até mesmo no supermercado.Ao adubar, jamais borrife sobre as flores, concentre a adubação e rega apenas nas folhas e raízes.
Não há mais desculpas para não alimentar as suas orquídeas de forma correta!

Maria José Barros (Mazé)

Paisagista há 17 anos, auditora interna de ISO14001 e também faço projetos para certificação Green Building onde, os mais importantes e recentes desses foram, no final de 2013, para a P&G (Louveira/SP) e Coca-Cola (Itabirito/MG).
Através deste espaço, espero poder contribuir com matérias interessantes, trazendo sempre novidades do mundo paisagístico, informações sobre os diversos tipos de plantas, conceitos de jardins e tudo o que for interessante para aqueles que gostam e valorizam o verde, a natureza e o espaço onde vivem.
Quero poder contribuir tanto com as senhoras que apreciam suas violetas na janela da cozinha de um apartamento e também com o proprietário de um sítio que não sabe o que fazer com tanto espaço.  Gosto muito do meu trabalho e o faço com muito orgulho e amor, pois entendo que, muitas vezes, sou responsável pelo bem estar de dezenas de pessoas que se utilizarão do novo ambiente.