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Um blog para quem gosta de verde, plantas e jardins
Como plantar e cuidar do coléuscóleus, também chamado de cóleu e coleus-de-java, é uma planta arbustiva perene que geralmente atinge de 40 cm a 1 m de altura, embora algumas vezes possa chegar a atingir até 2 m de altura. 
Suas folhas variam bastante na forma, cor e tamanho, podendo ser variegadas ou uniformes.
Suas cores e a facilidade de cultivo a tornam uma apreciada planta ornamental, que pode ser cultivada em jardins ou em vasos grandes. Suas inflorescências ocorrem em espigas terminais, e são geralmente roxo-azuladas mas são muitas vezes eliminadas assim que surgem para que a folhagem permaneça compacta e exuberante.
Nome científico: Plectranthus scutellarioides ou Solenostemon scutellarioides. Anteriormente conhecida como Coleus blumei
Origem: Sul da Ásia e Malásia
Clima: Adapta-se bem a quase todo tipo de clima, mas não suporta baixas temperaturas.
Iluminação: Sombra parcial ou sol direto. A maioria dos cultivares têm melhor cor e melhor aparência quando cultivados em sombra parcial.
Irrigação: O solo deve permanecer sempre úmido, mas sem ficar encharcado.
Solo: O ideal é um solo fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado. Esta planta tolera muitos tipos de solo e uma ampla faixa de pH, mas o ideal é um pH entre 6 e 7.
Como plantar e cuidar do coléusCiclo de cultivo: Planta perene. Como esta planta com o tempo vai se tornando menos compacta e com a folhagem mais esparsa, muitas vezes é cultivada como anual ou bienal, mesmo em regiões de clima quente onde poderia permanecer sem replantio por vários anos.
Propagação:
Por sementes – Devem ficar a uma profundidade de no máximo 0,5 cm no solo, e podem ser semeadas no local definitivo ou em sementeiras, transplantando as mudas quando estiverem com aproximadamente 10 cm de altura. A germinação das sementes ocorre geralmente em uma ou duas semanas.
Como plantar e cuidar do coléusPor estaquia – Ramos retirados de plantas saudáveis e bem desenvolvidas enraízam facilmente em solo úmido. Com este método de propagação a planta-filha será idêntica a planta-mãe, o que nem sempre ocorre quando a propagação é realizada com sementes.
Espaçamento recomendado entre plantas para o plantio no solo:20 a 45 cm
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Cóleus beleza e variedades
Suas cores e a facilidade de cultivo a tornam uma apreciada planta ornamental, que pode ser cultivada em jardins ou em vasos grandes.
 Suas inflorescências ocorrem em espigas terminais, e são geralmente roxo-azuladas mas são muitas vezes eliminadas assim que surgem para que a folhagem permaneça compacta e exuberante.

Nome científico:

Plectranthus scutellarioides ou Solenostemon scutellarioides. Anteriormente conhecida como Coleus blumei .

Origem:

Sul da Ásia e Malásia.
Nome Científico: Solenostemon scutellarioides
Nomes Populares: Cóleus, Coração-magoado
Família: Lamiaceae

Categoria: Folhagens, Forrações à Meia Sombra, Forrações ao Sol Pleno
Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia, Indonésia, Java, Malásia
Altura: 0.1 a 0.3 metros, 0.3 a 0.4 metros


Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno

Ciclo de Vida: Perene

Cóleus beleza e variedades O cóleus é uma planta herbácea muito apreciada pelo colorido de suas folhas. Ela originou-se da hibridização entre espécies do gênero Solenostemon, como S. laciniatus e S. bicolor e atualmente conta com numerosas cultivares. Suas folhas são grandes, macias e podem apresentar diversas cores e combinações entre amarelo, vermelho, rosa, roxo, verde e marrom. É interessante observar que as cores das folhas podem formar degradeés ou contrastar bruscamente. As flores azuladas surgem em inflorescências do tipo espiga, acima da folhagem, em qualquer época do ano e têm importância ornamental secundária. O cóleus, também chamado de cóleu e coleus-de-java, é uma planta arbustiva perene que geralmente atinge de 40 cm a 1 m de altura, embora algumas vezes possa chegar a atingir até 2 m de altura. Suas folhas variam bastante na forma, cor e tamanho, podendo ser variegadas ou uniformes.
Cóleus beleza e variedades
As cores vivas desta vistosa folhagem podem ser aproveitadas em diversos ambientes. No jardim, ela poderá formar maciços ou conjuntos, além de bordaduras junto a muros. 

Em pátios e varandas, ou em uma janela bem iluminada, o cóleus será uma espécie muito decorativa, podendo ser plantado em vasos ou jardineiras. Em climas quentes, é possível desfrutar de sua beleza colorida o ano todo. É uma planta de baixa manutenção, não exigindo podas e tolerando um pouco a estiagem. Atinge cerca de 40 a 90 cm de altura, de acordo com a variedade.
Cóleus beleza e variedades
Deve ser cultivada sob pleno sol ou meia sombra, em substrato bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Adubações a cada 15 dias são suficientes para que a planta cresça bonita. Apesar de perene, o cóleus deve ser replantado bienalmente, pois perde a beleza com a idade. Planta tipicamente tropical, que pode ser conduzida em clima temperado, requerindo estufa no inverno. Não tolerante a geadas. Multiplica-se por sementes e estacas de caule e ponteiros.
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Tinhorão Verde em FolhaCaládio – Caladium bicolor

 Nome Científico: Caladium bicolor
Nomes Populares: Caládio, Coração-de-jesus, Taiá, Tajá, Tinhorão
Família: Araceae
Categoria: Bulbosas, Folhagens

Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: América Central, América do Sul
Altura: 0.3 a 0.4 metros, 0.4 a 0.6 metros
Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra

Ciclo de Vida: Perene

Os caládios são plantas bulbosas muito apreciadas devido à sua folhagem ornamental. Elas apresentam folhas grandes, rajadas ou pintalgadas, com duas ou mais cores e tonalidades de branco, verde, rosa ou vermelho. As inflorescências têm importância ornamental secundária e são muito parecidas com as do lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisi), sendo brancas ou esverdeadas e podem ser pintalgadas como as folhas. A floração ocorre no verão.

Tinhorão Verde em Folha
Há mais de 1000 variedades de caládio atualmente, algumas são mais indicadas para o jardim e outras devem ser cultivadas em ambientes internos. Prestam-se para a formação de maciços e bordaduras, além de vasos e jardineiras. Durante o inverno o caládio entra em repouso e aparenta estar morto, mas emite novas brotações na primavera. Neste período as adubações devem ser suspensas e podemos remover os bulbos e guardá-los em local seco, sombreado e fresco.

O caládio também é considerado uma planta muito tóxica, devido a presença de cristais de oxalato de cálcio e saponinas em suas folhas. O contato com destas substâncias com os olhos, mucosas e pele pode provocar intensa ardência, inflamação e vermelhidão. A ingestão pode provocar edema de glote e conseqüente asfixia e morte. Mantenha o caládio longe do alcance de crianças e animais domésticos.
Tinhorão Verde em Folha
Devem ser cultivados sob luminosidade difusa, pleno sol ou meia-sombra, de acordo com a variedade. Em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. O caládio aprecia a umidade, mas não tolera o encharcamento. Multiplica-se por separação dos bulbos quando a planta entra em repouso.

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Orelha de ratoNome Científico: Dichondra repens
Nomes Populares: Dicondra, Orelha-de-rato
Família: Convolvulaceae

Categoria: Folhagens, Forrações à Meia Sombra
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: 0.1 a 0.3 metros, menos de 15 cm
Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra

Ciclo de Vida: Perene

A dicondra é uma erva prostrada, rizomatosa e de textura herbácea, semelhante aos trevos. Sua ramagem é arroxeada e bastante ramificada. As folhas são reniformes (em forma de rim), arredondadas, como orelhas de rato, o que lhe valeu o nome popular. As cores variam entre o verde-escuro, prateado e até mesmo o verde-limão, geralmente com página inferior prateada. Apresenta pequenas flores solitárias, sem relevância ornamental. Algumas variedades de dicondra apresentam flores ornamentais.

A dicondra é uma excelente forração, substituindo o gramado com maestria, principalmente em locais semi-sombreados. No entanto não é tão resistente ao pisoteio, ficando com um aspecto um pouco amassado, demorando um pouco para se regenerar. Apresenta uma textura delicada e densa, formado um tapete alto e macio, cobrindo bem o solo. Utilize-a em áreas de baixo tráfego, entre pisantes e entre vãos de pedras e escadarias. Também pode ser plantada em vasos, como folhagem pendente.
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Nome popular: Aspargo; Aspargo-pendente; Aspargo-ornamental.
Nome científico: Asparagus densiflorus.Família: Liliaceae.
Origem: África do Sul. 
O aspargo-pendente é uma folhagem que fica muito bem em jardineiras, vasos ou em vasos suspensos. Ele pode alcançar de 40 60 centímetros de altura, e gera pequenos frutos vermelhos e redondos no decorrer do ano, que também são ornamentais.

Só para esclarecer: apesar de pertencer ao mesmo gênero do aspargo comestível, o aspargo-pendente não é comestível. Aliás, os pequenos frutos produzidos são tóxicos a animais e crianças.

A planta é tolerante a baixas temperaturas.

Como cuidar: O aspargo-pendente cresce melhor quando deixado à meia-sombra, em locais com boa luminosidade indireta. Ele tolera condições com puca luz, mas sua folhagem fica mais rala.

Mantenha o solo regularmente úmido, regando sempre que ele estiver ligeiramente seco. O crescimento é relativamente rápido, e as raízes também crescem muito vigorosas. Por isso, aconselha-se trocar de vaso uma vez por ano, para que suas raízes não estourem o vaso.

Como reproduzir: Podemos multiplicá-lo facilmente pelas sementes produzidas pelos frutos ou pela divisão de touceiras, dividindo-se a planta em maços menores separando-as pelas raízes.

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Dinheiro em penca - Verde em Folha
Nome Científico: Callisia repens
    Nomes Populares: Dinheiro-em-penca, Dinheirinho, Mosquitinho, Tostão
    Família: Commelinaceae
    Categoria: Folhagens, Forrações à Meia Sombra
    Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
    Origem: América Central, América do Sul
    Altura: 0.1 a 0.3 metros, menos de 15 cm
    Luminosidade: Meia Sombra
    Ciclo de Vida: Perene

O dinheiro-em-penca é uma planta herbácea e rasteira, de pequeno porte, alcançando apenas 5 a 25 cm de altura. Ela apresenta folhagem densa e muito ornamental, formada por caule ramificado, filamentoso e comprido, de coloração arroxeada e numerosas folhas cerosas, delicadas, pequenas e verde-arroxeadas, com a página inferior roxa. As flores do dinheiro-em-penca são brancas e pequenas e de pouca importância ornamental.

O dinheiro-em-penca presta-se principalmente como forração. Sua textura fina e delicada é muito valorizada no paisagismo. Adapta-se em diversos estilos de jardins, e é especialmente indicado seu plantio entre as rochas, em locais úmidos. Também é apropriada para cestas suspensas e jardineiras, de forma que seus ramos pendentes podem ser melhor apreciados. Sua popularização é crescente e diz-se que traz sorte e dinheiro para a pessoa que ganhar um vaso com a muda da planta, de presente.

Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o frio, ventos fortes ou pisoteio. O cultivo sob sol pleno torna a planta excessivamente avermelhada e queima as folhas. Já sob sombra, ela perde o aspecto denso, crescendo com entrenós mais compridos. Aprecia adubações mensais na primavera e verão. Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem enraizada ou estaquia.


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Coração-magoado - Verde em Folha

  • Nome Científico: Iresine herbstii
  • Sinonímia: Achyranthes verschaffeltii
  • Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria
  • Família: Amaranthaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América do Sul
  • Ciclo de Vida: Perene
Arbusto ou folhagem excelente para produzir contrastes de cores que estimulam os sentidos no jardim. Suas folhas arredondas são roxas com nervuras vermelhas e rosadas. A ramagem também é vermelha, bastante ramificada e ereta. As flores pequenas e claras são formadas em inflorescências no verão. O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, que pode ser apresentada em maciços, bordaduras, renques ou composições com outras plantas. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme.
Devem ser cultivadas a pleno sol ou meio período, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Para se obter um efeito bem compacto na planta, devemos realizar podas de formação e manutenção. Não é tolerante ao frio extremo. Multiplica-se por estacas.
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Vejamos:

1. Uma estrutura de madeira cria uma espécie de pérgola solta, alternada por palmeiras, no jardim assinado pelo paisagista Ricardo Pessuto. O espaço toma a fachada do prédio que abriga a mostra e traz, logo na frente, um espelho d’água de pedras naturais.
2. O paisagista Maier Gilbert criou uma sala de estar ao ar livre, sob a sombra de uma árvore centenária. A ideia de aproveitar o jardim e a vista se estende pela área e um banco de madeira aparece em outro canto, ao lado de uma enorme jardineira com zamioculcas. Adorei os vasos de aço cortain que acomodam as orquídeas. O modelo, pelo menos dez vezes maior do que o necessário para abrigá-las dá uma ideia da onda gigante que vem por aí.
3. A paisagista Juliana Freitas montou uma horta com alturas diferentes de tinas de madeira. Detalhe: algumas tinas estão vazias para que os visitantes – sengundo entendi, crianças – possam fazer o plantio. Do lado da horta, um painel com samambaias e outras espécies esconde a parede.
4. Lembram da mesa com suculentas que mostrei recentemente em um post? Inspirado pela imagem da revista Garden Design, o paisagista Roberto Riscala fez melhor. Montou uma horta sobre a mesa. Pude ver alface e alface-roxa, alecrim, agrião e salsinha. Ah, segundo o Riscala, a água que corre entre as plantas foi planejada para lavá-las. O paisagista usuou vasos grandes e superleves com camélias. Detalhe: a forração foi feita com uvas artificias.
5. A jabuticabeira carregada de frutos atraiu os visitantes e uma quantidade enorme de pássaros no projeto assinado pela paisagista Paula Magaldi.
6. Gigi Botelho veio com uma passagem em que me chamaram a atenção os revestimentos: uma pérgola de demolição com detalhes em bambu, pintado de preto.
7. Os paisagistas Fabio Lorente e Izabel Possatto, do O Jardim, também fizeram uma passagem marcada pela presença do capim-do-texas, que dá movimento ao jardim.
8. Entre os arquitetos, notei que o verde se fez mais presente nos ambientes. Fabiana Sá, por exemplo, fez uma composição de tirar o fôlego com vasos gigantes.
9. Fernanda Marques, fez um jardim inteiro na entrada de seu ambiente e, não satisfeita, acrescentou mais verde nos pendentes.

10. O trio Ugo di Pace, Raul di Pace e Maria de Pace também fez uma entrada espetacular com a vegetação ultrapassando as barreiras da construção. As fotos dispensam comentários. Deleitem-se e até amanhã.
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Nome Científico: Iresine herbstii
Sinonímia: Achyranthes verschaffeltii
Nome Popular: Coração-magoado, iresine, coração-de-maria
Família: Amaranthaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Arbusto ou folhagem excelente para produzir contrastes de cores que estimulam os sentidos no jardim. Suas folhas arredondas são roxas com nervuras vermelhas e rosadas. A ramagem também é vermelha, bastante ramificada e ereta. As flores pequenas e claras são formadas em inflorescências no verão. O coração-magoado é uma planta rústica e versátil, que pode ser apresentada em maciços, bordaduras, renques ou composições com outras plantas. Ocorre uma variedade de folhas verdes com nervuras de coloração creme.

Devem ser cultivadas a pleno sol ou meio período, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Para se obter um efeito bem compacto na planta, devemos realizar podas de formação e manutenção. Não é tolerante ao frio extremo. Multiplica-se por estacas.
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Nome Científico: Kalanchoe blossfeldiana
Sinonímia: Kalanchoe globulifera var coccinea
Nome Popular: Calanchoê, Calancoê, Flor-da-fortuna, Calandiva, Kalandiva, Kalanchoê, Flor-do-papai
Família: Crassulaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Madagascar
Ciclo de Vida: Perene
Planta suculenta, de folhas com margens rendadas. O calanchoê tem um significado especial, considerada a flor-da-fortuna e da felicidade é muito presenteada entre amigos e parentes. Suas flores podem ser simples ou dobradas de muitas cores diferentes, com grande durabilidade. As variedades de flores dobradas são chamadas de Calandivas ou Kalandivas.

Plantadas em vasos têm sua beleza exaltada, porém podem ser plantadas no jardim formando maciços e bordaduras, acrescentando um colorido original. Apesar de perene, deve ser tratada como anual por perder a beleza, salvo em algumas variedades.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, bem drenável, com regas regulares. Tolerante ao frio.