Articles by "estufa"
Mostrando postagens com marcador estufa. Mostrar todas as postagens
Um blog para quem gosta de verde, plantas e jardins
Benefícios de ter uma estufa no jardim

Estrutura é capaz de reduzir custos com adubação e irrigação das espécies.

Quem cultiva plantas e flores em casa, especialmente na área externa, costuma prezar bastante pela beleza das espécies. 

Uma boa alternativa para facilitar ainda mais esse trabalho é erguer uma estufa no jardim, estrutura capaz de conservar  mudas, vasos e hortaliças.

“A estufa é utilizada para proteger plantas delicadas – como é o caso de orquídeas – da variação de temperatura, da chuva e do sol intenso”, explica a paisagista Daniela Sedo.

De acordo com a especialista, as espécies podem ficar penduradas no teto da estrutura armada, acomodadas em prateleiras ou plantadas diretamente no solo ou em canteiros suspensos. 
Benefícios de ter uma estufa no jardimBenefícios de ter uma estufa no jardim 


Para os amantes da jardinagem, o mercado oferece diversos tipos de estufa, com tamanhos e características diversas – que variam de acordo com as necessidades do usuário. “É interessante que a estufa seja implantada em locais planos e abrigados da incidência direta de vento. 

Com relação ao material da estrutura, deve-se dar preferência ao aço galvanizado, que evita oxidação”, aconselha Leonardo Loyola, professor de arquitetura e urbanismo e design de interiores da Universidade Anhembi Morumbi.

Vantagens – Segundo o docente, as estufas ajudam a afastar o risco de pragas e outras condições adversas que ameaçam o plantio. “Podem também reduzir custos com adubação e irrigação devido às menores perdas propiciadas por esse tipo de sistema”, diz.

Benefícios de ter uma estufa no jardimO professor ressalta que orquídeas e bromélias, plantas mais sofisticadas e que costumam exigir cuidados mais especiais, desenvolvem-se bem em estufas.

“Essas condições otimizadas e diferenciadas de cultivo constituem uma ótima razão para os apaixonados por jardim terem estufas em casa”.
Um blog para quem gosta de verde, plantas e jardins
Como fazer uma estufa? 
Montar uma estufa não é algo muito dispendioso nem um bicho de sete cabeças. 

Tudo dependerá da finalidade que deseja dar a mesma e do capital para investimento de que se dispõe. Quanto maior o capital a ser aplicado, mais sofisticado poderá ser o projeto: estrutura de alumínio, plásticos e climatizadores. Mas se você quer ter uma estufa para hobby, o projeto pode ser bem mais simples e mais barato. Qualquer espaço pode ser aproveitado para esta finalidade.

Você pode aproveitar um corredor, um muro, um pergolado. Basta colocar um sombrite de setenta por cento ou plástico no teto a uma altura de dois metros e meio e fechar as laterais com o mesmo material. As vigas da estrutura poderão ser de madeira, metalon, concreto, enfim o material que se dispuser a mão.
Como fazer uma estufa?

No teto é recomendado se colocar um travessão a cada metro e meio no sentido vertical e um cabo de aço com extensor a cada metro no sentido horizontal. Isso fará com que a estrutura fique mais firme e dê sustentação ao sombrite ou plástico, evitando-se que se formem as indesejáveis barrigas.

Uma ou mais portas com um metro de largura (mínimo) é ideal, pois poderá passar com um carrinho de mão ou qualquer outro material de manutenção com folga.

As vigas de sustentação devem ser dispostas a cada três metros de distância uma da outra. Já o piso pode ser forrado com uma camada grossa de brita zero.
Bancadas - O tamanho médio de uma bancada deve ser de um metro e meio de largura no máximo (para que você possa alcançar todas as plantas) e o comprimento, de acordo com seu espaço. A altura da bancada deve ser de cerca de no mínimo oitenta centímetros.
Como fazer uma estufa?

Você pode fazer quantas bancadas quiser, não esquecendo de manter um espaço mínimo de um metro e meio para a circulação.

Quanto ao material a ser utilizado nas bancadas estas podem ser de madeira, concreto ou metal, dependendo do que for mais prático e viável. Caso falte espaço, na parte superior, se você colocar algumas hastes atravessadas, poderá pendurar também alguns vasos ou plantas em casca de madeira ou palitos de fibra de coco, embora não seja muito aconselhável, porque os fungos ou vírus das plantas penduradas podem escorrer com a água para as plantas de baixo.
No caso de você dispor somente de uma varanda ou peitoril de uma janela, isto não é motivo para desanimar, muitas pessoas cultivam belas plantas nestas condições.


Como fazer uma estufa?Pode ser que também sua casa seja coberta por laje em vez de telhas. Nesse caso, nada impede que sua estufa seja feita em cima da casa, desde que você crie a umidade necessária. Por exemplo, você pode colocar seixos rolados no piso e deixá-los sempre molhados.

Não vamos nos esquecer das árvores, onde a maioria das epífitas se ambientam muito bem.

Arejamento - Não se deve colocar as plantas muito aglomeradas para que haja arejamento entre elas e consequentemente possa se evitar o contagio de doenças ou parasitas.

Iluminação - Iluminação é essencial. O ideal é manter as plantas sob uma tela Sombrite de 50 a 70%, dependendo da intensidade da insolação local. Assim elas receberão claridade em luz difusa suficiente para realizarem a sua função vital que é a fotossíntese. Se as folhas estiverem com cor verde garrafa, é sinal que estão precisando de mais luz. E se estiverem com uma cor amarelada, estão com excesso de luz.

Temperatura - A maior parte das plantas se adapta bem a temperaturas entre 10º e 40º centigrados. Entretanto, há algumas que suportam temperaturas mais baixas. Assim, é bom observar a variedade da planta que se pretende cultivar para ter certeza que se aclimatará no lugar onde será cultiva. Caso contrário, o cultivo será muito mais trabalhoso, muitas vezes resultando na perda da planta. Felizmente, no Brasil, a variação de temperatura é adequada para milhares de espécies, tudo dependerá da região em que se encontra.

Água e Umidade - A umidade relativa do ar (quantidade de vapor de água existente na atmosfera) nunca deve estar abaixo de 30%, caso contrário, as plantas desidratarão rapidamente. Em dias quentes, a umidade relativa do ar é menor, por isso se faz necessário manter o ambiente úmido, molhando-se não só a planta, mas também o próprio ambiente em que se encontram. Por esse motivo quando se cultiva Bromélias e principalmente Tillandsias em estufas é recomendado se manter um conjunto de climatizadores (no caso de grandes conjuntos de estufas) nas épocas mais quentes ou se fazer uso de aspessores, borrifando as plantas várias vezes ao dia.

Num jardim, com muitas árvores e plantas e solo de terra a umidade relativa é bem maior do que numa área sem plantas com piso de cimento. Um bom conjunto de irrigação também ajuda muito nessas horas mais quentes, devendo-se observar que as plantas devem ser irrigadas e / ou borrifadas sem a incidência dos raios de sol sob as folhas, evitando-se a queima das mesmas sob efeito da lente de aumento proporcionada pelas gotículas de água nas folhas em contraste com os raios solares.

Adubação - Todas as plantas necessitam de alimento, seja ele químico ou orgânico. Quando o fertilizante for líquido, dilua um mililitro (um centímetro cúbico) por litro de água. Uma seringa de injeção é um medidor pratico. Quando for solido, mas solúvel em água, dilua uma colher de chá (um grama) para um litro de água numa frequência quinzenal.

Alerta - No cultivo de Bromélias e Tillandsias todo cuidado com fertilizantes químicos é pouco, pois os exemplares têm alto poder de absorção foliar e principalmente por não haver no Brasil uma formulação ideal especifico para essas espécies (NPK 17-08-22) os fertilizantes químicos quando utilizados devem sê-lo feito com muita parcimônia, utilizando-se tão somente 1/4 da dosagem recomendado pelo fabricante.

Essas soluções, nunca devem ser aplicadas com o sol quente, pois os estômatos (minúsculas válvulas) estão fechados. Faça-o de manhã bem cedo, ou fim da tarde, molhando os dois lados das folhas (a maior concentração de estômatos é na parte de baixo das folhas).

Nas Tillandsias especificamente, deve-se evitar de molhá-las a noite, pois esse ato irá prejudicar a respiração CAM que é realizada à noite (diferentemente das plantas tradicionais). As concentrações de fertilizantes em dosagens menores do que indicado acima ou pelo fabricante nunca é prejudicial.

Ao se diluir o fertilizante químico (um mililitro ou um grama) em dez litros de água ou mais um pouco e com ela borrifar diariamente as plantas, você poderá obter excelentes resultados. Esse ato corresponderá a um tratamento homeopático. Dosagem maiores funcionarão como veneno e poderão até matar as plantas.

Macro Nutrientes - Os adubos vendidos no comércio especificam as siglas NPK (com as respectivas porcentagens) que significam: N (nitrogênio), P (fósforo) e K (potássio), que são macro nutrientes. Mas existe mais três macro nutrientes não citados que são: Mg (magnésio), Ca (cálcio) e S (enxofre). Portanto, os macro nutrientes são seis e não três como são apresentados. Macro nutrientes são aqueles que as plantas necessitam em grande quantidade para crescer equilibradamente.
São chamados de micro nutrientes aqueles que as plantas precisam em menor proporção. A maior parte dos adubos químicos não contem os três últimos macro nutrientes citados acima, mas apenas um ou no máximo dois deles. Isto porque a formulação com todos eles é quimicamente incompatível, ou seja, há uma reação química e um dos sais, que geralmente é o sulfato de cálcio, não se dissolve e acaba se precipitando (o sulfato de cálcio também é adubo, porém solubilidade é de apenas dois gramas por litro e contém os elementos cálcio e enxofre).

Assim, existem no mercado os adubos básicos com NPK e uma outra embalagem com o restante dos sais minerais, que completam os anteriores, para serem aplicados alternadamente (os dois produtos jamais devem ser misturados). Mas poucas pessoas sabem da existência desse segundo produto. Resultado: muitas vezes suas plantas não vão bem, embora se aplique adubo, mas há carência justamente destes nutrientes.

Alternativa - A utilização de fertilizantes químicos importados é uma realidade, mas não são todos que têm poder aquisitivo para bancá-los. Uma boa alternativa é a utilização do Osmocote, que apesar de caro, seu resultado é surpreendente. Trata-se de um fertilizante de liberação lenta (três a quatro meses) em várias formulações. No caso das Bromélias é recomendado o 14-14-14. Os pequenos grãos devem ser espalhados nas bordas dos vasos e os resultados poderão ser observados logo no primeiro mês de uso. Dosagem - De três a sete gramas (aproximadamente uma colher de chá) por litro de substrato. Essa variação (de três a sete gramas) indica que se deve aplicar um pouco mais em plantas de rápido crescimento (flores, folhagens e mudas em geral) e menos para plantas lentas (Orquídeas e Cactos).

Superfertilização - O Osmocote é o fertilizante mais seguro que existe, não há riscos de superfertilização, portanto dosagens maiores podem ser aplicadas sem o perigo de perda da planta.

Adubação Orgânica - A adubação orgânica consiste na utilização tão somente de componentes de origem animal e / ou vegetal, tais como: esterco de gado, esterco de cavalo, urina de vaca, compostos orgânicos, húmus de minhoca. Cama de frango, esterco de galinha e esterco de porco (o esterco de porco não é totalmente digerido no organismo do animal - em média somente 30% é digerido o restante é expelido in natura) devem ser evitados, por serem muito quentes e conseqüentemente poderem ser prejudiciais as plantas.

Urina de Vaca - A urina, além de fornecer nutrientes e substâncias benéficas às plantas, não custa dinheiro, não é marca registrada de empresa, não causa risco à saúde do produtor e é tão, ou mais, fácil de aplicar que muito fertilizante químico ou agrotóxico.

A urina de vaca é um insumo que livra os agricultores da dependência. Na urina de vaca, encontramos vários nutrientes como o nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, manganês, boro, cobre, zinco, sódio, cloro, cobalto, molibdênio, alumínio (abaixo de 0,1 ppm), os fenóis, que são substâncias que aumentam a resistência das plantas. Também encontramos o ácido a indolacético, que é um hormônio natural de crescimento de plantas. Portanto, o uso da urina de vaca sobre os cultivos tem efeito fertilizante, fortificante (estimulante de crescimento) e também o efeito repelente devido ao cheiro forte.

Como Preparar - A urina deve ser recolhida em um balde e logo após ser envasada em recipiente fechado por no mínimo três dias antes de usar. Em recipientes fechados a urina poderá ser guardada por até um ano.
Como usar Diluir a um por cento (um litro de urina em cem litros de água), fazer pulverizações semanais nas plantas.

Para utilizar no solo ou substrato, junto ao pé da planta, diluir a cinco por cento (cinco litros de urina em cem litros de água). A integração da agricultura com a criação animal na propriedade é de extrema importância, pois além da urina, o esterco pode ser transformado em composto, muito importante para a agricultura orgânica.


Um blog para quem gosta de verde, plantas e jardins
Estufas utilidade e como fazer
As estufas são utilizadas com o objetivo do melhor desenvolvimento da planta, uma vez que, ela oferece proteção aos ataques externos. Assim, a função da estufa é proteger as plantas que são condicionadas em seu interior, mantendo as melhores condições para o perfeito desenvolvimento do cultivo.

As estufas retêm o calor do sol aprisionando-o dentro dela. Os raios solares atravessa o vidro e aquecem o solo, liberando raios infravermelhos. O calor que vem do sol aquece a massa de ar quente que sobe do teto da estufa, e não se perde porque ele é aprisionado.

As estufas de vidro são bem indicadas, já que o vidro é um material que deixa passar 90% da radiação solar, o que ajuda a reter o calor. O material sintético, por sua vez capita menos radiação solar.

As plantas que são cultivadas dentro da estufa sempre terão um clima adequado, o que proporciona maior qualidade e desempenho, consequentemente maior lucratividade.

Montar uma estufa não é algo muito dispendioso nem um bicho de sete cabeças. Tudo dependerá da finalidade que deseja dar a mesma e do capital para investimento de que se dispõe. Quanto maior o capital a ser aplicado, mais sofisticado poderá ser o projeto: estrutura de alumínio, plásticos e climatizadores. Mas se você quer ter uma estufa para hobby, o projeto pode ser bem mais simples e mais barato. Qualquer espaço pode ser aproveitado para esta finalidade.

Você pode aproveitar um corredor, um muro, um pergolado. Basta colocar um sombrite de setenta por cento ou plástico no teto a uma altura de dois metros e meio e fechar as laterais com o mesmo material. As vigas da estrutura poderão ser de madeira, metalon, concreto, enfim o material que se dispuser a mão.
No teto é recomendado se colocar um travessão a cada metro e meio no sentido vertical e um cabo de aço com extensor a cada metro no sentido horizontal. Isso fará com que a estrutura fique mais firme e dê sustentação ao sombrite ou plástico, evitando-se que se formem as indesejáveis barrigas.

Uma ou mais portas com um metro de largura (mínimo) é ideal, pois poderá passar com um carrinho de mão ou qualquer outro material de manutenção com folga.

As vigas de sustentação devem ser dispostas a cada três metros de distância uma da outra. Já o piso pode ser forrado com uma camada grossa de brita zero.
Bancadas - O tamanho médio de uma bancada deve ser de um metro e meio de largura no máximo (para que você possa alcançar todas as plantas) e o comprimento, de acordo com seu espaço. A altura da bancada deve ser de cerca de no mínimo oitenta centímetros.

Você pode fazer quantas bancadas quiser, não esquecendo de manter um espaço mínimo de um metro e meio para a circulação.

Quanto ao material a ser utilizado nas bancadas estas podem ser de madeira, concreto ou metal, dependendo do que for mais prático e viável. Caso falte espaço, na parte superior, se você colocar algumas hastes atravessadas, poderá pendurar também alguns vasos ou plantas em casca de madeira ou palitos de fibra de coco, embora não seja muito aconselhável, porque os fungos ou vírus das plantas penduradas podem escorrer com a água para as plantas de baixo.
Estufas utilidade e como fazer No caso de você dispor somente de uma varanda ou peitoril de uma janela, isto não é motivo para desanimar, muitas pessoas cultivam belas plantas nestas condições.

Pode ser que também sua casa seja coberta por laje em vez de telhas. Nesse caso, nada impede que sua estufa seja feita em cima da casa, desde que você crie a umidade necessária. Por exemplo, você pode colocar seixos rolados no piso e deixá-los sempre molhados.

Não vamos nos esquecer das árvores, onde a maioria das epífitas se ambientam muito bem.

Arejamento - Não se deve colocar as plantas muito aglomeradas para que haja arejamento entre elas e conseqüentemente possa se evitar o contagio de doenças ou parasitas.

Iluminação - Iluminação é essencial. O ideal é manter as plantas sob uma tela Sombrite de 50 a 70%, dependendo da intensidade da insolação local. Assim elas receberão claridade em luz difusa suficiente para realizarem a sua função vital que é a fotossíntese. Se as folhas estiverem com cor verde garrafa, é sinal que estão precisando de mais luz. E se estiverem com uma cor amarelada, estão com excesso de luz. 

Temperatura - A maior parte das plantas se adapta bem a temperaturas entre 10º e 40º centigrados. Entretanto, há algumas que suportam temperaturas mais baixas. Assim, é bom observar a variedade da planta que se pretende cultivar para ter certeza que se aclimatará no lugar onde será cultiva. Caso contrário, o cultivo será muito mais trabalhoso, muitas vezes resultando na perda da planta. Felizmente, no Brasil, a variação de temperatura é adequada para milhares de espécies, tudo dependerá da região em que se encontra. 

Estufas utilidade e como fazer Água e Umidade - A umidade relativa do ar (quantidade de vapor de água existente na atmosfera) nunca deve estar abaixo de 30%, caso contrário, as plantas desidratarão rapidamente. 

Em dias quentes, a umidade relativa do ar é menor, por isso se faz necessário manter o ambiente úmido, molhando-se não só a planta mas também o próprio ambiente em que se encontram. Por esse motivo quando se cultiva Bromélias e principalmente Tillandsias em estufas é recomendado se manter um conjunto de climatizadores (no caso de grandes conjuntos de estufas) nas épocas mais quentes ou se fazer uso de aspessores, borrifando as plantas várias vezes ao dia.

Num jardim, com muitas árvores e plantas e solo de terra a umidade relativa é bem maior do que numa área sem plantas com piso de cimento. Um bom conjunto de irrigação também ajuda muito nessas horas mais quentes, devendo-se observar que as plantas devem ser irrigadas e / ou borrifadas sem a incidência dos raios de sol sob as folhas, evitando-se a queima das mesmas sob efeito da lente de aumento proporcionada pelas gotículas de água nas folhas em contraste com os raios solares.

Adubação - Todas as plantas necessitam de alimento, seja ele químico ou orgânico. Quando o fertilizante for líquido, dilua um mililitro (um centímetro cúbico) por litro de água. Uma seringa de injeção é um medidor pratico. Quando for solido, mas solúvel em água, dilua uma colher de chá (um grama) para um litro de água numa freqüência quinzenal.
Alerta - No cultivo de Bromélias e Tillandsias todo cuidado com fertilizantes químicos é pouco, pois os exemplares têm alto poder de absorção foliar e principalmente por não haver no Brasil uma formulação ideal especifico para essas espécies (NPK 17-08-22) os fertilizantes químicos quando utilizados devem sê-lo feito com muita parcimônia, utilizando-se tão somente 1/4 da dosagem recomendado pelo fabricante. 
Essas soluções, nunca devem ser aplicadas com o sol quente, pois os estômatos (minúsculas válvulas) estão fechados. Faça-o de manhã bem cedo, ou fim da tarde, molhando os dois lados das folhas (a maior concentração de estômatos é na parte de baixo das folhas).

Nas Tillandsias especificamente, deve-se evitar de molhá-las a noite, pois esse ato irá prejudicar a respiração CAM que é realizada à noite (diferentemente das plantas tradicionais). As concentrações de fertilizantes em dosagens menores do que indicado acima ou pelo fabricante nunca é prejudicial.

Ao se diluir o fertilizante químico (um mililitro ou um grama) em dez litros de água ou mais um pouco e com ela borrifar diariamente as plantas, você poderá obter excelentes resultados. Esse ato corresponderá a um tratamento homeopático. Dosagem maiores funcionarão como veneno e poderão até matar as plantas.

Macro Nutrientes - Os adubos vendidos no comércio especificam as siglas NPK (com as respectivas porcentagens) que significam: N (nitrogênio), P (fósforo) e K (potássio), que são macro nutrientes. Mas existem mais três macro nutrientes não citados que são: Mg (magnésio), Ca (cálcio) e S (enxofre). Portanto, os macro nutrientes são seis e não três como são apresentados. Macro nutrientes são aqueles que as plantas necessitam em grande quantidade para crescer equilibradamente. 

São chamados de micro nutrientes aqueles que as plantas precisam em menor proporção. A maior parte dos adubos químicos não contem os três últimos macro nutrientes citados acima, mas apenas um ou no máximo dois deles. Isto porque a formulação com todos eles é quimicamente incompatível, ou seja, há uma reação química e um dos sais, que geralmente é o sulfato de cálcio, não se dissolve e acaba se precipitando (o sulfato de cálcio também é adubo, porém solubilidade é de apenas dois gramas por litro e contém os elementos cálcio e enxofre).

Assim, existem no mercado os adubos básicos com NPK e uma outra embalagem com o restante dos sais minerais, que completam os anteriores, para serem aplicados alternadamente (os dois produtos jamais devem ser misturados). Mas poucas pessoas sabem da existência desse segundo produto. Resultado: muitas vezes suas plantas não vão bem, embora se aplique adubo, mas há carência justamente destes nutrientes. 

Alternativa - A utilização de fertilizantes químicos importados é uma realidade, mas não são todos que têm poder aquisitivo para bancá-los. Uma boa alternativa é a utilização do Osmocote, que apesar de caro, seu resultado é surpreendente. Trata-se de um fertilizante de liberação lenta (três a quatro meses) em várias formulações. No caso das Bromélias é recomendado o 14-14-14. Os pequenos grãos devem ser espalhados nas bordas dos vasos e os resultados poderão ser observados logo no primeiro mês de uso. Dosagem - De três a sete gramas (aproximadamente uma colher de chá) por litro de substrato. Essa variação (de três a sete gramas) indica que se deve aplicar um pouco mais em plantas de rápido crescimento (flores, folhagens e mudas em geral) e menos para plantas lentas (Orquídeas e Cactos).

Superfertilização - O Osmocote é o fertilizante mais seguro que existe, não há riscos de superfertilização, portanto dosagens maiores podem ser aplicadas sem o perigo de perda da planta.

Adubação Orgânica - A adubação orgânica consiste na utilização tão somente de componentes de origem animal e / ou vegetal, tais como: esterco de gado, esterco de cavalo, urina de vaca, compostos orgânicos, húmus de minhoca. Cama de frango, esterco de galinha e esterco de porco (o esterco de porco não é totalmente digerido no organismo do animal - em média somente 30% é digerido o restante é expelido in natura) devem ser evitados, por serem muito quentes e conseqüentemente poderem ser prejudiciais as plantas.

Urina de Vaca - A urina, além de fornecer nutrientes e substâncias benéficas às plantas, não custa dinheiro, não é marca registrada de empresa, não causa risco à saúde do produtor e é tão, ou mais, fácil de aplicar que muito fertilizante químico ou agrotóxico.

A urina de vaca é um insumo que livra os agricultores da dependência. Na urina de vaca, encontramos vários nutrientes como o nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, manganês, boro, cobre, zinco, sódio, cloro, cobalto, molibdênio, alumínio (abaixo de 0,1 ppm), os fenóis, que são substâncias que aumentam a resistência das plantas. Também encontramos o ácido a indolacético, que é um hormônio natural de crescimento de plantas. Portanto, o uso da urina de vaca sobre os cultivos tem efeito fertilizante, fortificante (estimulante de crescimento) e também o efeito repelente devido ao cheiro forte.

Como Preparar - A urina deve ser recolhida em um balde e logo após ser envasada em recipiente fechado por no mínimo três dias antes de usar. Em recipientes fechados a urina poderá ser guardada por até um ano.
Como usar Diluir a um por cento (um litro de urina em cem litros de água), fazer pulverizações semanais nas plantas.

Para utilizar no solo ou substrato, junto ao pé da planta, diluir a cinco por cento (cinco litros de urina em cem litros de água). A integração da agricultura com a criação animal na propriedade é de extrema importância, pois além da urina, o esterco pode ser transformado em composto, muito importante para a agricultura orgânica.
no image
Um blog para quem gosta de verde, plantas e jardins
Uma estufa é uma estrutura que tem como objetivo absorver o calor proveniente do Sol e, mantê-lo condicionado em seu interior. A estufa de plantas, além de proteger a planta contra possíveis ameaças externas, mantém a temperatura interna controlada de acordo com a entrada de radiação solar.

Ela é construída por materiais transparentes, que permitem a passagem de praticamente toda a radiação solar. Esta radiação aquece o solo da estufa e, sabemos que todo corpo aquecido emite radiação infravermelha. A radiação infravermelha aquece o ar das camadas inferiores da estufa, formando correntes de convecção (massas de ar quente sobe e massas de ar frio descem) que vão levar o ar quente para as camadas superiores da estufa, sendo que, este ar é impedido de se propagar para o ambiente externo. A radiação infravermelha também é impedida de se propagar para o ambiente externo pelas paredes da estufa.

Uma aplicação muito interessante da estufa é o Projeto Éden. Este projeto é um constituído por um centro ambiental em Cornwall, na Inglaterra, que é composto por estufas gigantes com plantas de toda a parte do mundo.

Na construção das estufas do Projeto Éden foi utilizado um material chamado Etileno Tetrafluoretileno (ETFE), o mesmo material utilizado na construção do Cubo d’água (complexo de piscinas construído para as Olimpíadas na China). Este material tem massa menor que 1% da massa do vidro com o mesmo volume, ou seja, 1% da densidade do vidro. É um material transparente, leve e resistente, ideal para a construção de uma estufa.

Um blog para quem gosta de verde, plantas e jardins

Tenha uma estufa em casa
Uma estufa em casa, não é um sonho,possibilidade.

Imagine ter um jardim florido e com espécies verdejantes durante todas as estações do ano. O que pode parecer um sonho para alguns, já faz parte da realidade de alguns lares mais dedicados às plantas. 

A fórmula para garantir esse resultado é simples: uma estufa residencial. “Além de possibilitar o ambiente ideal para o desenvolvimento dos exemplares, ela pode se transformar em uma agradável maneira de relaxar”, afirma José Carlos Di Salvo, engenheiro civil da Plantfort, empresa especializada no assunto.

Na lista de benefícios ainda há lugar para a economia. “Gasta-se menos com adubação e irrigação, pois no espaço tudo o que se aplica é absorvido completamente, enquanto ao ar livre uma boa parcela pode evaporar”, diz Nelson Nardy, diretor da Tropical Estufas.Como é possível controlar as condições climáticas dentro da estrutura, não há restrições às espécies que podem ser cultivadas na estufa. “Ela oferece o ambiente ideal para plantas de climas diferentes do que predomina no local”, diz a paisagista Anna Saraceni.

Tenha uma estufa em casaO primeiro passo para quem deseja ter uma estufa em casa é escolher a localização ideal no terreno. “O lote deve ser plano, protegido de ventos e não ter árvore por perto, pois alguns galhos podem cair e danificar a cobertura”, indica Bruno Pinheiro, da Plant-Tec.Quando o assunto é a medida mais indicada, não existe uma regra definida. “Depende da área que se tem disponível”, explica. Porém, o pé-direito não pode ter menos de 1,5 metro, característica que garante a ventilação.

Posicionamento definido, a próxima etapa é eleger o modelo ideal, já que há diferentes opções disponíveis no mercado. “Os mais recomendados são os com estrutura de aço galvanizado, material que não enferruja e resiste às ações do tempo”, afirma Bruno. Há também aquelas feitas com madeira, que são mais econômicas.
A cobertura geralmente é desenvolvida com um plástico especial, difusor de luz, que recebe tratamento para barrar raios ultravioleta. “Dessa forma, promove melhor distribuição e aproveitamento de calor e luz pela planta e, consequentemente, aumenta a fotossíntese”, diz Di Salvo.

Tenha uma estufa em casaQuem quiser focar nas orquídeas deverá prever ainda uma tela de sombreamento. “É necessário que além do plástico haja o bloqueio da incidência dos raios solares, que varia de 60% a 80% na cobertura e 50% nas laterais”, completa o engenheiro.

Prateleiras e bancadas são sempre bem-vindas, desde que não comprometam a segurança da estufa. “É fundamental prever cada item antes da construção”, recomenda Nardy.

Limpeza e manutenção

Tenha uma estufa em casaNão esqueça que além dos cuidados básicos é importante limpar constantemente o espaço. “Como estamos em um ambiente artificial, as espécies estarão mais suscetíveis à ação de pragas e doenças indesejáveis”, ressalta Anna.

Tenha uma estufa em casaSegundo Di Salvo, uma medida que ajuda a prolongar a vida útil da estrutura é lavá-la de tempos em tempos com uma mistura de água e detergente neutro. “Manter o local fechado para evitar a entrada de animais também é uma boa opção”, completa Nardy.

Depois de um período (que varia de acordo com o fabricante) a cobertura plástica começa a perder sua eficácia e deve ser substituída.
Atenção às escolhas

Foto: Divulgação Plant-Tec




Tenha uma estufa em casa

Tenha uma estufa em casa

Tenha uma estufa em casa
A principal diferença entre orquidário e estufa está no sombreamento da estrutura
Serviço:
Anna Saraceni
Tel: (48) 9615-7700
Plantfort
Tel: (16) 3368-4102 / 3368-4108
Plant-Tec
Rua Domingos Sacrini, 100 – Bragança Paulista (SP)
Tel: (11) 4035-0733
e-mail: contatos@planttec.com.br
Tropical
Avenida Radamés Lo Sardo, 542 – Bragança Paulista (SP)
Tel: (11) 4035-7344
e-mail: tropical@tropicalestufas.com.br