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Babosa boa para a pele e o cabeloA babosa é uma planta medicinal, também conhecida como Aloé vera, Caraguatá, Erva babosa, Babosa de botica ou Babosa de jardim, que pode ser utilizada em diferentes tratamentos de beleza, especialmente para melhorar a saúde do cabelo ou da pele.
O seu nome científico é Aloe vera e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e algumas feiras livres e mercados. Além disso, esta planta pode ainda ser facilmente cultivada em casa, pois não precisa de cuidados especiais.

Como passar no cabelo

A babosa pode ser usada no cabelo para obter os seguintes benefícios:

1. Tratar a queda de cabelo

A babosa ajuda na produção de colágeno e, por isso, ajuda a fixar melhor os fios de cabelo no couro cabeludo. Além disso, por possuir minerais e água, fortalece todo o fio, tornando-o mais forte e menos quebradiço.
Babosa boa para a pele e o cabeloComo usar: junte 2 colheres (de sopa) de gel de babosa com 2 colheres (de sopa) de óleo de coco, misture bem e aplique sobre todo o cabelo. Deixe atuar por 10 a 15 minutos e depois remova com água fria e shampoo. Repita este processo apenas 1 vez por semana.

2. Hidratar o cabelo e estimular o crescimento

A babosa possui enzimas que ajudam a remover as células mortas do couro cabeludo, além de ser uma ótima fonte de hidratação e minerais para os fios. Dessa forma, o cabelo cresce mais rápido e forte.
Como usar: junte 2 claras de ovo com 2 a 3 colheres de sopa do gel interior das folhas da babosa, misture bem e aplique sobre o cabelo, garantindo que as raízes ficam bem cobertas. Espere 5 minutos e remova com água fria e shampoo.

3. Eliminar a caspa

Por conter enzimas que eliminam as células mortas, a babosa, é uma planta que pode ser usada no tratamento da caspa, uma vez que a caspa é formada por placas de células mortas.
Como usar: misture 2 colheres (de sopa) de gel de babosa com 1 colher (de sopa) de mel e 2 colheres (de sopa) de iogurte natural. Usa a mistura para massagear o couro cabeludo por cerca de 15 minutos. Deixe repousar mais 30 minutos e, por fim, lave o cabelo com uma shampoo anti caspa. Esta máscara deve ser feita apenas 1 vez por semana.

Como usar na pele
A babosa pode ser utilizada em toda a pele, no entanto, seus benefícios são especialmente importantes no rosto, para:

1. Remover a maquiagem
A babosa é uma forma natural de remover a maquiagem da pele, pois não utiliza químicos e hidrata a pele, ao mesmo tempo que alivia a irritação provocada pelas substâncias da maquiagem.

Como usar: coloque um pouco do gel da folha da babosa em um pedaço de algodão e, depois, esfregue levemente sobre as regiões do rosto com maquiagem. Por fim, lave o rosto com água morna e um sabão neutro.

2. Combater as rugas
Esta planta possui propriedades que estimulam a produção de colágeno pela pele, que é a substância responsável por manter a elasticidade da pele. Assim, quando utilizada regularmente, a babosa pode diminuir o grau das rugas e até eliminar algumas marcas de expressão, nos olhos, testa ou boca.

Como usar: aplique, com os dedos, uma pequena porção de gel de babosa sobre os locais das rugas e marcas de expressão, como o canto dos olhos, ao redor dos lábios ou na testa. Faça uma leve massagem sobre esses locais e deixe atuar por 5 a 10 minutos. Por fim, remova com água fria e um sabão neutro.

 Limpar as camadas profundas da pele
Babosa boa para a pele e o cabeloA babosa funciona como uma excelente base para um esfoliante pois além de hidratar a pele, fornece oxigênio importante para manter as células mais profundas fortes.

Como usar: misture 2 colheres (de sopa) de gel de babosa com 1 colher (de sopa) de açúcar ou bicarbonato de sódio. Depois, esfregue a mistura no rosto ou em outras partes mais secas da pele, como cotovelos ou joelhos, por exemplo. Remova com água e um sabão neutro e repita 2 a 3 vezes por semana.

Como usar a Babosa para pele e cabelo
Outros benefícios da babosa
Além de ser uma ótima aliada para a saúde do cabelo e da pele, a babosa também pode ser usada para tratar problemas como anemia, artrite, dor de cabeça, dor muscular, queimaduras, feridas, gripe, insônia, pé de atleta, inflamações, prisão de ventre e problemas digestivos.

Esta planta medicinal também é ainda ótima para tratar a língua queimada, veja como em O Que Fazer quando Queimar a Língua. 

Quem não deve usar babosa
O uso interno da babosa está contraindicado para crianças, grávidas e durante a amamentação, assim como em pacientes com inflamações no útero ou ovários, hemorroidas, fissuras anais, pedras na bexiga, varizes, apendicite, prostatite, cistite, desinterias e nefrite.

É também muito importante que se verifique se a babosa é do tipo Barbadensis miller, pois esta é a mais indicada para o uso humano, sendo que as outras podem ser tóxicas e não devem ser consumidas.


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Efeitos e contraindicações da BabosaA babosa é uma planta medicinal, também conhecida como Aloé vera, Caraguatá, Erva babosa, Babosa de botica ou Babosa de jardim, que pode ser utilizada em tratamentos de beleza em forma de gel, mas também em problemas de saúde, como infecções.

O seu nome científico é Aloe vera e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e algumas feiras livres e mercados.

Para que serve a babosa

A babosa serve para ajudar no tratamento da acne, queda de cabelo, anemia, artrite, dor de cabeça, dor muscular, queimaduras, feridas, gripe, insônia, pé de atleta, problemas de pele, inflamações, prisão de ventre e problemas digestivos.
Além disso, esta planta medicinal também é ótima para tratar a língua queimada, veja como em O Que Fazer quando Queimar a Língua. 

Propriedades da babosa

As propriedades da babosa incluem sua ação laxante, adstringente, anestésica, anticancerígena, anti-hemorrágica, anti-inflamatória, bactericida, cicatrizante, hidratante e fungicida.

Modo de uso da babosa

As partes utilizadas da babosa são as suas folhas e a sua seiva.
Gel de babosa: Abrir a folha, retirar o gel e misturar no liquidificador na proporção de 1 colher de gel para 1 copo de água. Aplicar na região a ser tratada.
Suco de babosa: Abrir duas folhas da babosa do gênero Barbadensis miller e retirar sua polpa. Misturar no liquidificador, adoçado com mel e 1 maçã, na proporção de 100g da polpa para 1 litro de água. Beber várias vezes durante o dia.
Veja algumas formas de usar:
Suco de babosa
Remédio caseiro para queda de cabelo

Efeitos colaterais da babosa

Os efeitos colaterais da babosa incluem dor abdominal, diarreia, inflamação dos rins, ressecamento da pele, desmaio, hipotensão e nefrite.

Contraindicações da babosa

O uso interno da babosa está contraindicado para crianças, grávidas e durante a amamentação, assim como em pacientes com inflamações no útero ou ovários, hemorroidas, fissuras anais, pedras na bexiga, varizes, apendicite, prostatite, cistite, desinterias e nefrite.

Atenção: É muito importante que o indivíduo certifique-se de que a babosa é a do tipo Barbadensis miller, pois esta é a mais indicada para o consumo humano. As outras podem ser tóxicas e não devem ser consumidas.
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Babosa e suas propriedades medicinaisA babosa (Aloe vera) é uma planta medicinal extremamente conhecida e utilizada no mundo inteiro. Pertence a família das Liliáceas.

Benefícios da babosa

A babosa é uma agave em formato de cacto, conhecida mundialmente pelo seu poder de cura e diversas propriedades medicinais, principalmente quando age sobre a pele. Muitas queimaduras de grau elevado (profundas) tratadas com aloe conseguem evoluir para uma queimadura de menor grau em poucos dias. A babosa pode ser utilizada de várias formas, incluindo suco, gel, creme, pomadas, cápsulas, tônico e até mesmo em sua forma natural (in natura).
A indústria cosmética vê a Aloe vera como base e fitocosmético para vários produtos de beleza, tais como cremes faciais e capilares, limpadores de pele, fortalecedor do couro cabeludo e desodorantes. Ajuda também a combater a caspa, previne contra as rugas hidratando peles ressecadas e flácidas e, aplicada como loção após a barba, é ótimo suavizante para a pele.
A babosa também é muito útil para o tratamento de cortes e feridas, acne, coceiras, manchas na pele, picadas de insetos, dores musculares, problemas digestivos, artrite, sinusite e asma, além do já citado combate eficiente à queimaduras, seja por fogo ou raios solares. Os principais componentes da babosa (aloína, aloeferon, aloetina e barbalodina) são responsáveis pelas propriedades cicatrizantes da planta, que é também também utilizada como tônico digestivo e laxante.
Babosa e suas propriedades medicinaisQuanto a utilidade da babosa no tratamento do cancêr, nada ainda foi comprovado pela comunidade científica sobre sua eficiência. Alguns estudos já concluiram que a babosa fortalece o sistema imunológico e tem ação anti-inflamatória e antiviral (inclusive inibindo a multiplicação do vírus da AIDS). Algumas pesquisas isoladas mostraram que os oligossacarídeos presentes na Babosa ajudam a combater as células malignas. Algumas pesquisas sugerem que os princípios ativos encontram-se no gel mucilaginoso das folhas da babosa e não na casca da folha.
Enquanto o uso interno da babosa ainda é tema de muita discussão entre a comunidade científica, a efetividade da planta quanto ao uso externo (aplicação tópica) é unânime. Sobre a pele, as substâncias contidas na babosa agem formando uma camada protetora e refrescante, com amplo uso cosmético e medicinal.
Aloe vera spp. (Aloe vera ou Aloe barbadensis) faz parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), constituída de espécies vegetais com potencial de avançar nas etapas da cadeia produtiva e de gerar produtos de interesse do Ministério da Saúde do Brasil.

Contraindicações e efeitos colaterais da babosa

Alguns componentes da babosa têm propriedades emenagogas (aumentam o fluxo sanguíneo), por isso a babosa é contra-indicada na gravidez. Em doses altas, a Aloe vera pode provocar vômitos e se transformar num purgativo drástico, sendo totalmente desaconselhável seu uso em crianças, onde os efeitos colaterais podem ser potencializados. O uso também é contra-indicado em casos de varizes, hemorroidas, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites e cistites. O uso interno prolongado provoca hipocalemia e favorece o surgimento de hemorroidas.
O consumo da babosa não deve ser indiscriminado, pois pode provocar dores abdominais, fortes diarreias (onde muitos defensores da planta afirmam ser o “efeito limpeza”) e, em doses elevadas, pode causar até inflamação nos rins.
História e curiosidades:
O nome do gênero Aloe seria originário do hebráico halal ou do arábico alloeh, que significa substância amarga, brilhante e recorre ao gel da babosa. O nome da espécie vem do latim vera (= verdadeira). Ao que tudo indica, ela é considerada uma planta poderosa há muito tempo.
A evidência mais antiga do uso da babosa mais antiga foi encontrada em um tablete de barro na Mesopotâmia, datado de 2.100 a.C, segundo um estudo da Atherton High School. Referências para seu uso como um agente curativo podem ser achadas também nas culturas dos antigos egípcios, chineses, gregos, indianos e também na literatura cristã.
Antigos muçulmanos e judeus acreditavam que a babosa representava uma proteção para todos os males e, por isso, usavam as folhas até penduradas na porta de entrada da casa. Alexandre, o Grande, teria conquistado as Ilhas de Socotorá, no Oceano Índico (século IV a.C.), porque lá vegetava abundantemente um tipo de babosa que produzia uma tinta violácea. Há quem diga, entretanto, que na verdade, o conquistador conhecia os poderes cicatrizantes da babosa e seu principal interesse nas ilhas era ter plantas suficientes para curar os ferimentos dos seus soldados após as batalhas. Lendas também indicam que a babosa era um dos segredos da beleza de Cleópatra.
Na África, caçadores esfregam o suco de babosa em seus corpo para reduzir a transpiração e mascarar o cheiro humano. A babosa é uma das plantas mais adaptáveis e fáceis de se desenvolverem. Porém, deve-se tomar cuidado, vez que as folhas da babosa utilizadas em grande quantidades podem causar náuseas e vômitos.

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A Aloe Vera, ou Babosa, é realmente uma das principais dádivas do Reino Vegetal. Se todos soubessem os importantes benefícios nutricionais e medicinais que esta guarda dentro de suas folhas, provavelmente haveria um pequeno jardim de Aloe em cada residência. E definitivamente as farmácias venderiam menos medicamentos.

Quando estudamos todo o potencial que esta planta tem a oferecer, torna-se simples compreender o porque da ANVISA (Agência nacional de vigilância sanitária) ter proibido no Brasil a comercialização de produtos que contenham a mesma em sua composição. Afinal, como todo bom órgão governamental, é necessário que esta preste tributo e obediência aos “patrocinadores”, no caso a indústria farmacêutica.
Por uma fração de preço de qualquer medicamento sintético a Aloe oferece uma vasta seleção de princípios ativos medicinais em forma orgânica e já conjugada com os elementos que auxiliam no uso destas substâncias. Seus benefícios amplamente documentados explicam o porque desta planta ser reverenciada através de pinturas nos templos egípcios, e em diversas culturas ao longo da história.
Embora a maioria apenas tenha conhecimento acerca das aplicações externas da Aloe Vera, seja na forma cosmética (pele e cabelos) ou na forma de reparo de queimaduras, a planta tem, na realidade, muito mais a oferecer. Seus benefícios quando usada internamente (ingerida) são tão ou mais significativos.
Pesquisando a literatura científica disponível, percebe-se que a Aloe destaca-se como uma planta singular, com uma incrível variedade de benefícios para a saúde. Em uma única planta podemos encontrar os seguintes benefícios, ou auxílios que a mesma presta ao organismo com o propósito de:
  • Interromper o crescimento de tumores cancerígenos.
  • Reduzir os índices de colesterol ruim.
  • Dissolução de pedras nos rins e proteção contra cristalização dos oxalatos presentes no café e em alguns chás.
  • Alcalinizar o sangue, o que é especialmente útil num mundo onde se consome tanto açúcar e farinha (substâncias acidificantes).
  • Tratar úlceras, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn e outras desordens digestivas.
  • Reduzir a pressão sanguínea elevada tratando da causa, e não apenas dos sintomas.
  • Acelerar a cura de queimaduras físicas e radioativas.
  • Substituir dezenas de produtos de primeiros socorros, tornando obsoleto o uso de bandagens e sprays bactericidas.
  • Ajudar a interromper o câncer do cólon, tratando dos intestinos e lubrificando o trato digestivo como um bálsamo.
  • Corrigir a constipação.
  • Estabilizar os níveis de açúcar no sangue
  • Previnir e tratar as infecções causadas pela bactéria da Cândida
  • Proteger o fígado contra diversas doenças
  • Funcionar como um isotônico natural, para o equilíbrio de eletrólitos, tornando as bebidas isotônicas artificiais também obsoletas.
  • Aumentar o desempenho cardiovascular e a resistência física.
  • Hidratar a pele e acelerar sua regeneração em caso de cortes ou feridas de qualquer tipo.
  • Fluidificar o sangue que porventura esteja muito denso, grosso, ou grudento, facilitando em muito a circulação.
  • Aumentar a oxigenação sanguínea.
  • Diminuir processos inflamatórios e aliviar as dores da artrite.
  • Proteger o corpo contra o stress oxidativo.
 Em todo o mundo, o Brasil foi o pioneiro em proibir o uso de suplementos que contém esta planta, demonstrando assim o avanço na compreensão e conhecimento de nossas autoridades responsáveis.
Felizmente, AINDA é possível extrair os benefícios a partir do uso da própria planta, extraindo o gel de dentro de sua casca e preparando-o em sucos ou shakes. O processo em si é fácil e rápido, requerendo apenas alguns cuidados e atenções. Ao final deste artigo apresento um guia prático com fotos para a extração caseira do gel.
Você pode encontrar com certa facilidade as folhas de Aloe em feiras livres (barracas de ervas), mercados municipais e lojas especializadas.
Clique em um dos links para se aprofundar no assunto:

O Lírio do Deserto: Aloe Vera na história da humanidade

Estudiosos apontam que a origem da Aloe se deu na África, sendo atualmente encontrada com facilidade em qualquer lugar de nosso planeta. Hoje são incontáveis os produtos, sejam medicinais ou cosméticos, que a utilizam em sua composição.
A Aloe Vera, conhecida também como a “planta da imortalidade”, e “lírio do deserto”, também já foi muito utilizada por civilizações antigas. A babosa era transportada pelos soldados do exército de Alexandre o Grande para ser utilizada como medicamento de primeiro socorros. Aplicada em ferimentos nas batalhas, acelerava em muito o processo de cicatrização. Existem também registros da Aloe sendo utilizada como medicamento na frota de Cristóvão Colombo e em outras das Grandes Navegações. A Aloe é tida pelos historiadores como sendo o grande segredo de beleza de Cleópatra, lendária musa do Egito Antigo que encantava a todos por sua pele radiante.
A Aloe Vera, assim como outras plantas pertencentes à família das suculentas, é capaz de sobreviver em climas áridos e desérticos por ter desenvolvido uma engenhosa técnica de armazenamento de água. Ela atua como um reservatório vivo do precioso líquido. Contudo, o líquido armazenado por estas plantas é mais do que simples água, mas de fato um gel composto de gliconutrientes de cadeia longa, denominados polissacarídeos.
É este gel o tesouro da Aloe. Nele estão contidas incontáveis propriedades medicinais. Este gel tem em sua composição determinados compostos que atuam fornecendo à planta uma rápida capacidade de cicatrização e regeneração, pois quando qualquer ruptura ou corte de sua folha acontece o gel sela quase que instantaneamente o ferimento para evitar que a umidade de seu interior seja evaporada e toda a planta se desidrate. Este mesmo atributo de cicatrização e regeneração acelerada é transmitido àqueles que fazem uso do gel, tanto interno quanto tópico, no tratamento de úlceras ou cortes de todos os tipos.
O conteúdo de polissacarídeos presente no gel tem forte propriedade antiviral, bactericida e fungicida, que atua protegendo o conteúdo de seu gel densamente nutritivo e hidratante dos sedentos micro predadores do deserto.
Além de conter água e propriedades regenerativas, este gel é composto de centenas de fito químicos que concedem notáveis efeitos medicinais aos humanos que o ingerem. Muitos especialistas afirmam que cerca de 60% dos princípios ativos sintéticos encontrados nos medicamentos sintéticos de farmácia encontram-se em versão orgânica e superior no gel da Aloe. Por este motivo, diversas empresas ao redor do mundo se empenharam em criar linhas de produtos como o suco de Aloe Vera. O efeito da folha na prevenção e tratamento de sintomas diversos é potente, real e cientificamente comprovado por centenas de estudos. 
O que há no gel da Aloe Vera:
  • Água
  • 20 minerais
  • 12 vitaminas
  • 18 aminoácidos
  • 200 componentes vegetais ativos (fito nutrientes), incluindo:
    • Enzimas
    • Terpenos ( um fito nutriente que reduz o açúcar no sangue)
    • Gliconutrientes e Glicoproteinas
    • Polissacarídeos, incluindo:
      • Acemannan,
      • Mannose-6-fosfato
      • Polimannans
  • Glicosídeos Fenólicos, como o Dihydrocoumarins 

Estudos e benefícios comprovados

Atualmente suas propriedades mais conhecidas são as cosméticas, seja na pele ou nos cabelos, atuando como bactericida, cicatrizante e como um hidratante de alta capacidade que ajuda a rejuvenescer tecidos lesionados por queimaduras. Ela também cria um filme protetor que ajuda o organismo a reter mais água e se manter bem hidratado, mesmo sob o calor do Sol escaldante no deserto. Ou seja, a Aloe é excelente para se passar na pele antes de se expor ao sol, pois além de proteger contra a desidratação, atua como um protetor contra queimaduras que é livre de químicos artificiais.
Existem ainda outros fatores altamente benéficos que ainda são pouco conhecidos pela maioria da população. Listamos a seguir alguns deles, em conjunto com links de estudos científicos para referência.
Uma vez que não há dinheiro ou lucro nas pesquisas que envolvem a Aloe Vera (ela é uma planta, não um composto que pode ser patenteado e comercializado), seus grandes e múltiplos benefícios permanecerão ocultos aos olhos da ciência tradicional. Muitos dos impressionantes efeitos e funcionalidades das ervas ainda não foram estudados, justamente devido a este simples motivo: não há lucro que motive o patrocínio e suporte a estes estudos. Portanto, não fique esperando que os cientistas resolvam “provar” que a Aloe Vera tenha todos estes benefícios. Ao invés disto, experimente por você mesmo e comprove-os.

Redução de processos inflamatórios no organismo:

Usar Aloe topicamente é uma maneira bem conhecida de reduzir a inflamação nas juntas, reduzindo as dores da artrite. Entretanto, a Aloe também pode ser utilizada internamente, reduzindo a inflamação ao longo do corpo, de dentro para fora. É comum às pessoas que ingerem Aloe por pelo menos duas semanas uma significativa redução de seus sintomas de inflamação.
Para uma lista de estudos e referências, visite o link (em inglês):

Estabilização da glicemia sanguínea em diabéticos:


Pacientes diabéticos que consumiram Aloe Vera por três meses apresentaram uma queda significativa em picos elevados de açúcar no sangue. Eles também exibiram diminuição dos níveis de colesterol e considerável melhora nos níveis totais de colesterol. Vários estudos clínicos publicados demonstraram diversas propriedades na Aloe que favorecem os diabéticos.
Diabéticos também podem se beneficiar em grande medida do melhoramento da qualidade do sangue proporcionado pela Aloe (veja a seguir). Uma vez que Aloe deixa o sangue mais fluido, melhorando a circulação até as extremidades corporais, os diabéticos que sofrem de neuropatia periférica (mãos e pés que necrosam por falta de circulação) podem se beneficiar muito deste efeito da Aloe.
Para uma lista de estudos e referências, visite o link (em inglês):

Equilíbrio do Colesterol e Triglicérides

Quando utilizado internamente, o gela da Aloe melhora a qualidade do sangue e ajuda no reequilíbrio de sua bioquímica de tal maneira que reduz o alto índice de colesterol ruim e triglicérides em pessoas que os apresentam. Aloe (em doses generosas), em conjunção com outros alimentos e ervas naturais, são uma alternativa bem mais segura e econômica do que o uso de drogas estatinas, que já demonstraram diversos efeitos colaterais nocivos, tais como reduzir as reservas da enzima CoQ10 do organismo.

Tratamento de úlceras, síndrome do intestino irritável, doenças de Chron e doenças celíacas

Os polissacarídeos da planta tem efeito regenerativo em numerosas desordens digestivas. Numa curta pesquisa pela Internet você pode encontrar uma vasta quantidade de depoimentos e testemunhos sobre a Aloe Vera curando estas e outras enfermidades do trato digestivo. Esta é uma das mais bem conhecidas aplicações do gel.
A Aloe não é uma cura “mágica” , nem seu efeito é instantâneo. Para reverter os sintomas se faz necessário a utilização regular por várias semanas ou mesmo meses. Ainda assim, muitas pessoas relatam melhora dos sintomas dentro do período de 3 a 30 dias, dependendo da condição.

Contém alto teor de Acemannan, um fortalecedor imunológico natural 

Acemannan estimula a movimentação dos órgãos digestivos e contribui para a eliminação, pelo intestino grosso, de proteínas estranhas, causadora de alergias. Acemannan tem efeito direto sobre as células do sistema imunológico. Ativa e estimula macrófagos, monócitos, anticorpos e também linfócitos T (células cujo papel é aumentar a resistência imunológica do organismo).

Aloe fortalece a imunologia e destrói tumores cancerígenos

Pesquisas científicas como o estudo publicado na International Immunophamacology (1995), mostram que os polissacarídeos presentes em seu gel possuem uma elevada capacidade de fortalecer a imunologia, especialmente os leucócitos Natural Killer, especialistas na destruição de tumores cancerígenos.
Qualquer um que deseja prevenir ou curar-se de câncer deveria seriamente investigar a Aloe Vera como parte de sua receita para eliminar esta doença de sua vida. Não é preciso se restringir a Aloe, uma vez que existem dezenas de ferramentas para curar o câncer que são bem conhecidas na medicina naturopática. Combinando as ervas certas (como a unha de gato), Super Alimentos (como Spirulina) e trabalhando com terapias avançadas em diversas modalidades (como vitamina C intravenosa e oxigenação do Sangue) é possível obter resultados muito positivos. Procure um naturopata qualificado para saber mais detalhes.
Para uma lista de estudos e referências, visite o link (em inglês):http://scholar.google.com/scholar?hl=en&lr=&q=aloe+vera+tumors

Aloe Vera: a evolução do kit de primeiros socorros

Sabe aquele seu kit de primeiros socorros que contém aqueles sprays de químicos e substâncias tóxicas (anti-sépticos, loções, bandagens, etc.)? Pois é, ele se tornará obsoleto no instante em que você terminar de ler este artigo.
Aloe Vera é um potente e natural anti-séptico, que já nos é entregue pronto para utilizar pela Natureza. Afinal, a composição de seu gel é elaborada com uma eficaz propriedade antiviral, bactericida e fungicida para a própria sobrevivência da planta no deserto. Se assim não fosse, qualquer arranhão ou pequeno corte deixaria o conteúdo nutritivo da planta disponível para que bactérias e invasores diversos se banqueteassem às suas custas.
Ao aplicar pequenos pedacinhos dentro de cortes e feridas elas cicatrizam se deixar qualquer marca ou cicatriz! Conforme o gel vai secando, ele vai se contraindo e “puxando” a pele, fechando o ferimento e ao mesmo tempo deixando-o completamente livre e bactérias nocivas que possam infeccionar a lesão. Some estes benefícios ao fato do gel ser densamente nutritivo para a pele, fornecendo todos os nutrientes para sua regeneração.
Pode também ser perfeitamente utilizado em animais, poupando-os também da exposição a muitos químicos nocivos e efeitos colaterais presentes em medicamentos veterinários. Sem dúvida é preferível que estes lambam um gel natural do que um conjunto de químicos artificiais.
Entretanto, vale ressaltar que isto não implica dizer que a Aloe pode substituir uma sala de emergências de um pronto-socorro. Caso você corte o dedo fora em um acidente, por exemplo, não imagine que a Aloe irá milagrosamente juntá-lo de volta. Mas antes de você chegar à sala de emergência, o gel da Aloe Vera pode proteger seu ferimento de infecções e proporcionar um estágio mais acelerado de recuperação do ferimento.
Aloe é tão versátil que lé recomendável carregar uma folha consigo em excursões pela Natureza. É um kit de primeiros socorros portátil. Seu gel trata cortes, arranhões, queimaduras, mordidas, furos, rasgos e até mesmo raladuras. E, caso esteja morrendo de sede, você pode comer o gel e hidratar-se.

Aloe Vera como um conservante natural de alimentos


Imagine a possibilidade de eliminar da alimentação toda aquela imensurável quantidade de conservantes químicos que intoxica e degrada o corpo. Ou a possibilidade de substituir todas estas substâncias tóxicas por um conservante natural, que além de conservar seu alimento proporciona saúde e vitalidade para seu organismo. Pois bem, basta uma fina camada do gel de Aloe Vera e este sonho torna-se uma realidade.
Pesquisas conduzidas por Daniel Valero, Ph.D daUniversidade Miguel Hermánez, em Alicante, Espanha, mostram que uma fina camada do gel de Aloe Vera é extremamente eficiente em preservar e conservar alimentos. Para o experimento, eles mergulharam uvas no gel da Aloe Vera e guardaram-nas em ambiente refrigerado. As uvas que não receberam o tratamento estragaram em sete dias, mas as uvas que foram previamente cobertas com gel de Aloe Vera permaneceram frescas e saborosas por 35 dias!
Você mesmo pode mergulhar frutas e verduras no gel. Maçãs, pepinos, abobrinhas, tomates, pêssegos, batatas, uvas e muitos outros itens podem ser preservados desta forma.

Aumenta a expectativa de vida e longevidade

Um estudo com ratos de laboratório demonstrou que Aloe Vera aumenta a expectativa de vida em 10%. O resumo deste estudo revela o seguinte:
O consumo de Aloe, tanto crua quanto processada, mostrou em um aumento (10%) no tempo de vida e diminuiu a taxa de mortalidade em 50%. Foram também constatados efeitos benéficos com o consumo de Aloe em relação a doenças relacionadas ao envelhecimento: os Grupos 2 e 3 mostraram uma menor incidência de trombose atrial em comparação ao Grupo 1. Mais que isso, o Grupo 2 mostrou uma significante taxa reduzida de nefropatia (doença dos rins) grave e a ocorrência de múltiplas causas de morte comparados com o grupo controlado. Todos os grupos que ingeriram Aloe mostraram considerável redução na incidência de leucemia fatal. Mais ainda, não foram encontrados e relatados quaisquer efeitos colaterais e adversos decorrentes da ingestão de Aloe Vera.

Fim dos desconfortos do refluxo

Tudo o que é necessário para tratar refluxo sem medicamentos é o uso regular de Aloe Vera. Os sintomas desaparecem em poucos dias. Mas claro, de nada adianta tomar o gel e se empanturrar de frituras e comidas industrializadas.

Tratamento de queimaduras por radiação em tratamentos de câncer


Para as vítimas de tratamento de câncer que estão passando pelo tratamento pelo agressivo tratamento de radioterapia aplicar topicamente Aloe Vera na região irradiada irá acelerar o processo de cura das queimaduras raioativas. Consumir Aloe Vera internamente também é um ótimo meio de ajudar as queimaduras internas. Mas é óbvio que é muito mais preferível, e uma decisão mais inteligente, em evitar tais radiações em primeiro lugar. Este tipo de procedimento deveria ser utilizado apenas em último caso, após esgotadas todas as possibilidades menos destrutivas para a saúde do corpo.
Veja o parágrafo a seguir, extraído de um estudo (que você encontra na íntegra clicando aqui):
Os efeitos radio modificadores do extrato da folha da Aloe Vera foram observados em testes feitos em ratos albinos suíços, com doses entre 50 e 100mg/kg. Este extrato era atóxico quando injetado até 800mg/kg, e foram relatadas significativas melhoras no tempo de sobrevivênciaem exposição à radiação. Além disso, o tratamento reduziu os danos causados pela radiação nas células sexuais e a perda de peso corporal.

Tratamento de doenças na gengiva

Quer um jeito simples e efetivo de curar seus problemas de gengiva? É muito fácil: coloque um pouco do gel da Aloe Vera em sua escova antes de escovar os dentes. Aloe Vera cicatriza a gengiva e elimina suas doenças.
Uma deficiência em vitamina D também pode acarretar em problemas na gengiva. Combinando a exposição ao sol com o gel da Aloe Vera você pode experimentar bons resultados em pouco tempo.

Redução em derrames e ataques cardíacos

Ao melhorarmos a qualidade da fluidez do sangue os riscos de manifestação de derrame ou enfarto diminuem significativamente. A Aloe impede que as células se coagulem, o que é umas das grandes causas dos derrames.
A Aloe Vera, consegue fazer com que as células desgrudem umas das outras, tornando o sangue fluido novamente e permitindo assim que o oxigênio e os nutrientes possam novamente chegar a todos os órgãos e células.

Aloe Vera: Guia de Fotos que ensinam passo a passo a extração do Gel

(por Mike Adams)
É simples e fácil a extração do gel da folha da Aloe Vera, que pode ser tranquilamente cultivada no quintal de sua casa, ou mesmo em um vaso, caso você more em uma casa pequena ou apartamento. Desta forma você terá sempre a mão uma das mais magníficas ervas medicinais. É um grande privilégio poder colher e consumi-la fresca.
Lembrando que existem dezenas de variedades de Aloe, a que buscamos é a Aloe Barbadensis, que você pode reconhecer nas fotos como a variedade que tem folhas lisas e suculentas. Você pode encontrar estas folhas à venda em lojas de ervas ou em barracas de feira de rua.
Eis o passo a passo de como retirar o gel de suas folhas. Com a prática você leva poucos segundos para executar o processo que deve idealmente fazer parte de sua rotina diária de hábitos saudáveis. Que você possa sentir e desfrutar das bênçãos desta princesa em sua qualidade de vida.

1º Passo:
Escolha a folha que estiver mais abaixo de todas e, puxando-a com cuidado, remova-a da planta. Esta é normalmente grande, grossa e bem verde. Lembre-se sempre de agradecer à planta e à Natureza por lhe proporcionar saúde e vitalidade radiantes através deste nutritivo presente. Gratidão é, de acordo com os monges de diversas tradições, o mais elevado sentimento possível ao ser humano.
Quanto mais grossa a folha, mais gel você obterá. Uma folha saudável tem o tamanho de um antebraço, aproximadamente. Respeite a planta que lhe fornece sua folha e nutrição, deixando o suficiente para que ela sobreviva e possa prosperar. Nunca destrua uma planta de Aloe Vera. Deixe as pequenas folhas do miolo vivas para que a planta possa continuar a se desenvolver. Depois de algum tempo você poderá colher mais de sua generosidade.
Após cortar a folha, começará a escorrer no local do corte uma resina amarela que depois se torna vermelha escura. Deixe a folha na vertical e espere alguns segundos até que toda esta resina saia. Não se preocupe com a perda de gel, pois apenas a resina escorrerá. Todo o gel permanecerá intacto na folha.
Note a bela e grossa camada de gel nesta folha de Aloe Vera: é este gel em que estamos interessados em utilizar. O método que mostraremos aqui consiste em tirar com uma faca a parte verde e a resina da folha, restando apenas o gel.
É exatamente neste gel viscoso que estão contidos todos aqueles benefícios e que estamos interessados em obter. Já a resina vermelha escura (Alantoína), presente na parte verde da folha, não é aconselhável para a utilização interna, pois age de maneira muito intensa no organismo.
Assim, enquanto o gel suaviza e regenera todo o trato digestivo, cura doenças como azias, constipações, Doença de Crohn e outras desordens digestivas; a resina vermelha, quando consumida, causa irritação e diarréia.
Utilize o gel em uma nutritiva e deliciosa bebida matinal e deixe a parte verde que restar para utilização como loção hidratante para pele e cabelos. Este é um cosmético integralmente ecológico!
Aqui foi cortada uma seção da folha para mostrar mais nitidamente a transparência do gel da Aloe Vera.
O gel da Aloe Vera é constituído de 96% pura água! Esta água é retida por uma magnífica matriz de complexos polissacarídeos, composta por mais de 200 fito nutrientes. São destes polissacarídeos e gliconutrientes que todas as propriedades medicinais da Aloe são originados. É o que nos interessa.
Um maravilhoso close da folha da Aloe Vera. Podemos ver claramente a textura do gel e da casca.
O que é impossível de observar nesta e em qualquer outra foto são os esplêndidos e numerosos elementos nutritivos e medicinais!
Observe neste outro closeup os pontinhos vermelhos escuros entre o gel e a pele da folha da Aloe Vera. Estes pontinhos representam o sistema circulatório da planta e é nele que se encontram a resina amarelada mencionada anteriormente. Enquanto estes pontinhos são o sistema circulatório, o gel representa o sistema de armazenamento de água da Aloe.
Todos os diferentes tipos de Aloe Vera são naturalmente bactericidas e possuem habilidade regenerativa. Se a planta sofrer algum corte, ele estará cicatrizado em questão de horas!
Estas impressionantes propriedades são transmitidas para aqueles que consumirem seu gel. Aloe Vera é bactericida, fungicida, e anti-viral.
2º Passo
Coloque a folha sobre uma tábua de cortar alimentos. Utilize, se possível, uma faca de serra com lâmina flexível.
Como benefício extra, ao manejar a Aloe Vera sobre a sua tábua de alimentos, você também irá cobri-la com uma maravilhosa camada de gel natural bactericida e fungicida!
3º Passo
Primeiro corte o meio da parte côncava da folha, segurando a faca paralelamente à tabua de cortar, tentando cortar o mínimo de gel possível. Comece este corte da base da folha, a parte mais grossa, até a ponta da folha, a parte mais fina.
Feito o corte, a folha ficará parecida com a figura acima. O gel ficará exposto na parte do topo da folha
4º Passo
Agora corte as duas partes restantes na folha da Aloe. Segure a faca formando um ângulo de 45º com a tábua, aproximadamente, e corte uma parte por vez, sempre da parte mais grossa para a parte mais fina.
Feito isso, toda a casca de um lado da folha terá sido removida, conforme a ilustração acima. Resta somente a parte de baixo.
5º Passo
Segure a faca paralela à tabua de cortar e gentilmente corte o gel da casca que está abaixo dele. Como a casca debaixo é levemente côncava, você pode pressionar levemente a folha contra a tábua para facilitar o corte.
Tenha a certeza de ter retirado toda a casca do gel, pois não é aconselhável ingerir esta camada verde, ou a resina amarelada – esta pode afetar sua flora intestinal, causar alergias ou até manchar as mucosas do intestino.
Note que o gel foi completamente separado da casca da Aloe Vera. (Observe atentamente a figura acima: o gel é praticamente transparente.)

6º Passo
Agora você pode pegar o gel, que lembra um pedaço grande de gelatina. Isto é o que você irá comer. Se quiser, coma um pedaço do gel como está! O gosto é levemente amargo, mas quando adicionado e batido com sua bebida, ele praticamente não terá gosto.
Este gel também pode ser usado quando sofrer algum corte ou ferimento, para prevenir infecções e acelerar a cicatrização. Você pode até colocar pedacinhos dentro do ferimento, em casos mais graves, para auxiliar o tratamento posterior em uma sala de emergências. É perfeito para cortes, arranhões, queimaduras.
Outra imagem mostrando o gel retirado e separado da pele da folha da Aloe Vera. Isto sim é pura medicina, fornecida generosa e gratuitamente pela Mãe Natureza!

Como Utilizar?

O gel da Aloe Vera, quando extraído adequadamente, praticamente não tem gosto e portanto soma-se bem a qualquer suco ou bebida que você prepare no liquidificador.

Cultive suculentas folhas de Aloe frescas em seu jardim, da espécie Barbadensis (a folha mais espessa), mostrada em todas as fotos.
Para fazer uso desta planta, descasque-a com a ajuda de uma faca e jogue um pedaço do gel dentro do copo de liquidificador. Na seqüência, acrescente sua fruta ou suco preferido (pode ser suco verde, leite de castanhas….) e processe por alguns instantes. Saúde!
Observações
Caso você nunca tenha consumido Aloe antes, tenha a precaução de começar com pequenas porções. Reações alérgicas a Aloe Vera são muito raras, porém cautela é sempre recomendável.