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Um blog para quem gosta de verde, plantas e jardins
Buxinho lindo e resistente
 Nome Científico: Buxus sempervirens
Nomes Populares: Buxinho, Árvore-da-caixa, Buxo
Família: Buxaceae
Categoria: Arbustos, Bonsai, Cercas Vivas
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Ásia, Europa, Mediterrâneo
Altura: 1.8 a 2.4 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
O buxinho é uma planta arbusto e lenhosa, muito utilizada para a topiaria, por suas inúmeras qualidades. Sua folhagem verde escura é resistente e regenera-se bem das podas semestrais. Se você quer um autêntico jardim francês não pode dispensar o buxinho em cercas vivas, bordaduras e topiarias, porém deve ter paciência, pois seu crescimento é relativamente lento se comparado às outros arbustos. Com o tempo e boas podas de formação, torna-se bastante compacto e denso.

Buxinho lindo e resistenteTem grande durabilidade e rusticidade com os cuidados básicos, exigindo pouca manutenção. Perfeito para compor desenhos, cercas e esculturas vivas, também é muito utilizado para Bonsai. Adapta-se muito bem ao cultivo em vasos.

Devem ser sempre cultivados a pleno sol ou meia sombra, com solo fértil e regas regulares. Tolerante ao frio. Não tolera sombreamento por longo período, apresentando ramos mortos com áreas amareladas. Multiplica-se por estaquia.
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Érica-japonesaÉrica-japonesa – Leptospermum scoparium

Érica-japonesa– Leptospermum scopariumA érica-japonesa é um arbusto ereto e muito florífero, além de delicado e gracioso. Sua textura é semi-lenhosa e seus ramos são bastante ramificados. Ele é nativo da Nova Zelândia e é maisencontrado na costa leste, do norte ao sul da ilha, assim como na Austrália, em regiões como a Tasmânia, Victoria e Nova Gales do Sul. O nome árvore-chá deve-se ao famoso navegador inglês James Cook, por ele ter utilizado suas folhas para fazer chá, durante explorações pela Oceania.

As folhas diminutas e aromáticas, de coloração verde-acinzentada, recobrem os ramos deste arbusto perene, que floresce na primavera e no verão. Sua pequenas flores podem ser simples ou dobradas, nas cores branca, vermelha ou rosa. Aprecia o frio, desenvolvendo-se e florescendo com mais abundância em climas amenos.

Naturalmente seu aspecto é aberto, mas podemos ter um arbusto mais formoso e compacto compodas periódicas e leves. A érica-japonesa pode ser plantada em vasos ou no jardim como bordadura, em maciços ou como planta isolada. É bastante apreciada também na arte do bonsai, por apresentar naturalmente folhas e flores pequenas.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Aprecia adubações periódicas e não tolera o calor tropical. Multiplica-se por sementes, produzidas em grande número e colhidas após a queda das flores. Também pode multiplicar-se por estaquia.

Nome Científico: Leptospermum scoparium
Nomes Populares: Érica-japonesa, Árvore-chá, Érica, Falsa-érica, Leptospermo, Manuka
Família: Myrtaceae
Categoria: Arbustos, Cercas Vivas, Flores Perenes
Clima: Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical,Temperado, Tropical
Origem: Austrália, Nova Zelândia, Oceania
Altura: 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
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Plantio da Ixora Plantio da Ixora – Ixora coccinea
Nome Botânico:
Ixora coccinea
Nomes Populares:
Ixora
Família:
Família Rubiaceae
Origem:
Originária da Índia, Sri Lanka.
Arbusto de altura até 2,0 metros, muito ramificado, forma compacta, de ramos lenhosos a semilenhosos.
As folhas são grandes ovais acuminadas, cor verde-escuras, coriáceas e brilhantes, quase sem pecíolo, inseridas opostas duas a duas.

Suas flores são tubulares, pequenas e sem perfume, de pétalas arredondadas, reunidas em corimbo globoso, nas cores creme, rosa, laranja e vermelha nas pontas dos ramos.
Floresce praticamente o ano todo.

IXORA JAPONESA

Plantio da Ixora
Há inúmeras espécies de ixora e muitos híbridos, a maioria de origem asiática.
Dentre elas citamos a Ixora coccinea L.‘Compacta’.

Também chamada de ixora-japonesa é originária da Malásia e produz flores em creme, rosa e vermelho com as pétalas mais ponteagudas com altura até 0,80 m de altura.
É excelente para colocar em canteiros e conjuntos de vasos.

IXORA CHINESA

Já a Ixora chinensis Lam. pode atingir até 2,0 metros de altura, suas folhas coriáceas são de cor verde-escura.
Plantio da Ixora
Suas flores tem as pétalas um pouco maiores que a anterior, mas menos numerosas e a inflorescência é do tipo umbela, isto é, as flores estão inseridas no caule na mesma altura, lembrando uma sombrinha.
Pelo seu alto porte pode ser usada para grandes maciços.

IXORA ANÃ

Encontramos também a variedade anã que só se desenvolve bem em regiões mais quentes e que pode servir para bordadura de canteiros.


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Cróton – Codiaeum variegatum
Nome Científico: Codiaeum variegatum
Nomes Populares: Cróton, Folha-imperial, Louro-variegado
Família: Euphorbiaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia
Altura: 0.9 a 1.2 metros, 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
O cróton é uma planta arbustiva de folhagem muito exuberante. Ele apresenta caule de textura semi-lenhosa a lenhosa e seiva leitosa tóxica. Suas folhas são coriáceas e brilhantes e podem ser afiladas, lobadas, ovaladas ou retorcidas, de tamanhos variados. No entanto o que mais chama a atenção nesta planta é o colorido de suas folhas, que se mostram mescladas de vermelho, roxo, rosa, branco, amarelo, verde ou laranja, nas mais variadas combinações.

As manchas coloridas podem ser simplesmente pintalgadas, ou cobrirem as bordas, o centro e as nervuras das folhas. O porte do cróton pode alcançar 2-3 metros de altura. As flores têm pouca importância ornamental. As variedades são muitas, e as mais conhecidas são a ‘Spirale’, a ‘Andreanum’, a ‘Majesticum’, a ‘Aureo-maculatum’, a ‘Sanderi’, a ‘Angustissimum’, a ‘Aucubifolium’, a ‘Interruptum’ e a ‘Weismannii’. A escolha da variedade vai depender do gosto do cliente e das qualidades paisagísticas de cada uma.

Os crótons se prestam para utilização como planta isolada, ganhando grande destaque, ou na forma de cercas-vivas, que devem ter um aspecto natural, sem podas geométricas. Em composições com outras plantas também é excelente devido ao belo contraste que sua folhagem proporciona. Pode ser cultivada em interiores, desde que receba muita luz e umidade, não se adaptando ao ar-condicionado.

Devem ser cultivados sob sol pleno ou sombra-parcial em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tipicamente tropical, o cróton não é tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por estaquia e alporquia. Utilize sempre luvas para manipular esta planta, pois sua seiva pode provocar irritações na pele.
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Lanterna Chinesa ou SininhoA Lanterna Chinesa é uma espécie vegetal denominada cientificamente de Abutilon Striatum. 

O nome Lanterna Chinesa é uma das denominações em que essa planta é conhecida popularmente, contudo ela também é conhecida pelos nomes de: Campainha, Lanterna Japonesa, Lanterninha Chinesa e Sininho. 

A Abutilon Striatum possui como sinônimos as seguintes denominações cientificas: Abutilon Venosum, Abutilon Pictum, Sida Striata e Abutilon Thompsonii. A Lanterna Chinesa é uma planta que pertence a família das Malvaceae, que é composta por 252 gêneros e 2330 espécies que estão espalhadas por todo o mundo, com destaque para a América do Sul, principalmente para países como: Brasil, Argentina, Paraguai e Bolivia. Essa família é composta por herbáceas, arbustos, árvores e lianas. 

As plantas desta família são bastante utilizadas no paisagismo, tanto de espaços amplos como para pequenos espaços. A Lanterninha Chinesa é um arbusto tropical oriundo da América Central, sendo nativo da Guatemala. Ela é muito confundida com outra planta, a chamada Abutilon Megapotamicum.

Lanterna Chinesa ou Sininho

 A lanterna chinesa, também conhecida como sininho é da família do hibisco.
Dados Botânicos
Nome CientíficoAbutilon striatum Dicks. ex Lindl.; 
Syn.: Abutilon pictum (Gillies ex Hook. & Arn.) Walp.; 
Nome popular: Lanterna-chinesa, lanterninha-japonesa, sininho, campainha; 
FamíliaMalvaceae.
Ocorrência: América do sul (Brasil, Argentina, Paraguai e Bolivia).
Ciclo de vida: Perene; 
Luminosidade: Sol pleno;
Irrigação: regular, principalmente nos primeiros 30 dias após o plantio.; 
Clima: Subtropical. 
Floração: Ano inteiro.
Dificuldade: Baixa.
Abutilon striatum, é um arbusto semi-lenhoso, ereto, que pode atingir até 3m de altura. Na variedadeAbutilon striatum Dicks. ex Lindl. var. thompsonii Veitch., as folhas são variegadas (verde e amarelo). 

Quando podada adequadamente, pode ser cultivada como trepadeira. As flores são solitárias, com pecíolos longos e pendentes, formando um sino, daí o seu nome popular. As estrias vermelhas em composição com o amarelo dão lhe um aspecto particularmente atrativo para o uso ornamental. As folhas são recortadas, com cinco a seis pontas, em formato muito semelhante aos da Canabis sativa. 
Lanterna Chinesa ou Sininho

Planta de fácil cultivo. Pode ser utilizada isoladamente ou para formar renques e cercas vivas, a exemplo de suas irmãs da família Malvaceae.

O solo deve ser permeável, e rico em nutrientes. É possível cultivá-la em vasos, desde que sejam feitas as podas necessárias, na época adequada (maio, junho e julho). Da poda, principalmente ao final do inverno, podem ser feitas as mudas. 

Cuidados básicos e adubação

Em geral, as plantas da família Malvaceae (dentre as quais os hibiscos devem ser os mais conhecidos do leitor) são plantas de fácil trato, por se tratarem de plantas tropicais, bem aclimatadas em nosso país. No caso da Sininho, que é nativa, a exigência é menor. Ainda assim, cabem algumas ressalvas:
  •  Trata-se de uma planta de habitat natural tropical ou subtropical;
  • Regas periódicas são necessárias. De início, diariamente ou a cada dois dias, conforme o clima local. Depois disso, duas vezes por semana bastam;
  • Não importa a periodicidade de regas, procure fazê-lo em abundância;
  • O solo deve ser bem drenável;
  • Além do substrato orgânico utilizado no plantio, faça, uma vez ao ano, fertilização do solo com composto. Isso garante, primeiro, uma estrutura adequada do solo; segundo, resiliência de nutrientes, capacitando a planta desenvolver suas próprias defesas contra pragas e doenças.
Quanto a reprodução, deve ser feita ao final do inverno, com estacas semi-lenhosas. Selecione uma bem saudável faça o corte em 45 graus, próximo a gema, e retire suas folhas, colocando o galhopara descansar em um vidro ou garrafa pet com água (se necessário, utilize um hormonio enraizador) à meia-sombra, ou em composto orgânico não totalmente curtido. Pessoalmente, obtive melhores resultados no último caso.



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Cipó cravoTynanthus elegans

Descrição : Planta da família das Bignoniaceae, também conhecida como cipó-trindade. Arbusto que habita principalmente as matas dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerias. 
É conhecido por esse nome por causa do aroma que lembra o do Cravo-da-Judéia. Planta volúvel, trepadeira sem gavinhas e espontânea, caule cilíndrico, cor castanho avermelhada, muito sulcado e aromático, folhas trilobadas, lanceolares, opostas; Bela inflorescência terminal branca ou amarelo ferrugem; Toda a planta cheira a cravo-da-india, que Ihe confere o nome.
Partes utilizadas : Caule.
Habitat: Mata Atlanta.
Historia: Muito usado pelos caboclos e em perfumaria.
Plantio : Multiplicação: reproduz-se por sementes e estacas da raiz;
Cultivo: Planta brasileira que ocorre de São Paulo à Amazônia. Prefere solos secos, arejados, sombreados e ricos em matéria orgânica. Pode ser tutorado ou não. Deve ser plantado de 2 em 2 metros podendo usá-lo como trepadeira em árvores;
Colheita: Colhem-se as raízes no outono, principalmente.
Princípios Ativos: alcaloides, eugenol, óleo essencial, taninos , tinantina, ácido tânico.
Propriedades medicinais: Afrodisíaco, analgésica, antirreumática, digestivo, estimulante, fortificante.
Indicações: diarreia, estômago, gases, impotência devido à fraqueza genital.
Superdosagem: Não há relatos, caso ocorra deverá ser feito o esvaziamento gástrico, lavagem com soro fisiológico e colocação de sonda nasogástrica. Crises convulsivas deverão ser controladas com medicação endovenosa.
Modo de usar:
- Tintura 4:1: tomar 1 a 5 ml como afrodisíaco 3 vezes ao dia;
- Infusão da vinha ou folhas: tomar um copo como digestivo e estimulante do apetite.
Posologia: Adultos:10 à 20ml de tintura divididos em 2 ou 3 doses diárias, diluído sem água; 2g de erva seca (1 colher de sopa para cada xícara de água) de caules em decocção até 3 vezes ao dia.
Farmacologia: Os efeitos estimulantes do cipó-cravo foram comprovados em laboratório, em cobaias. Os Princípios amargos aumentam as secreções digestivas, também se verificou efeito anti-helmíntico.
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Zamia FurfuraceaZâmia (Zamia Furfuracea)

Nome botânico: Zamia furfuracea L.
Sin.: Zamia pumila L.

Nome popular: zâmia, sagu-da-jamaica, araruta-da-flórida
Gymnospermae – Família Cycadaceae

Origem: Estados Unidos, México, Norte da América do Sul

Descrição
Planta perene arbustiva de caule curto lenhoso, pode atingir uma altura entre 1,20 a 1,50 m, com diâmetro em torno de 1,50 m.
É uma planta dioica, isto é, temos uma planta de inflorescência feminina e outra masculina. A planta feminina produz uma estrutura cônica com sementes alaranjadas.
As folhas são longas, compostas de inúmeros folíolos ovais lanceolados verdes e muitas vezes pequenos espinhos ao longo de todo o pecíolo.
Muito ornamental para qualquer região do Brasil com clima ameno.

Como Plantar a Zâmia

Zamia FurfuraceaPara cultivar devemos escolher um lugar com sombras no horário da tarde, pois esta planta é originária de lugares com florestas e suas folhas apresentam sinais marrons de queimadura quando expostas ao sol.
O solo de cultivo deverá ser fértil, com capacidade de drenagem, mas que possa reter alguma umidade no verão. O pH de cultivo ideal é 7,0.
Para plantar a zâmia, usar uma mistura em partes iguais de composto orgânico bem particulado com húmus de minhoca e areia, caso o solo seja muito argiloso. Acrescentar 100 g de fosfato natural de rochas na mistura.
Abrir um buraco maior que o torrão, descompactando a terra do fundo e das paredes, para permitir bom desenvolvimento de raízes.
Colocar parte do substrato preparado no fundo, colocar o torrão e preencher as laterais com a mistura. Regar a seguir.
As regas deverão ser regulares, mas diminuir no inverno e na época das chuvas de algumas regiões.
Realizar a adubação anual no inverno ou época das chuvas depois de dois anos do plantio, com a mesma mistura do plantio.

Propagação

Zamia Furfuracea


A propagação é feita por sementes na primavera. Colocar as sementes em balde com água, as que afundarem poderão ser semeadas.

Usar um caixote com um substrato feito de casca de arroz carbonizada, areia e vermiculita, mantendo uma leve umidade e em cultivo protegido.
A germinação costuma ocorrer entre 2 a 4 meses, dependendo da região.
Dentre outras espécies do gênero Zamia citamos: Zamia integrifolia, originária da Flórida e Zamia wallisii da Colômbia e Zamia pygmaea de Cuba.

Paisagismo e Uso Decorativo da Zâmia
Zamia Furfuracea


Zamia FurfuraceaEm paisagismo é uma excelente adição para as áreas sombreadas junto a edificações e muros fechados.
Também pode ser cultivada em vasos grandes e de boca larga com sucesso.
Como aprecia ambientes sem sol direto, poderemos também cultivar a zâmia em interiores com boa iluminação natural.
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Verde em FolhaÉrica-japonesa – Leptospermum scoparium

Leptospermum scoparium, Árvore-chá, Érica, Falsa-érica, Leptospermo, Manuka 

Nome Científico: Leptospermum scoparium

Nomes Populares: Érica-japonesa, Árvore-chá, Érica, Falsa-érica, Leptospermo, Manuka

Família: Myrtaceae

Categoria: Arbustos, Cercas Vivas, Flores Perenes

Clima: Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Austrália, Nova Zelândia, Oceania

Altura: 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros

Luminosidade: Sol Pleno

Ciclo de Vida: Perene

A érica-japonesa é um arbusto ereto e muito florífero, além de delicado e gracioso. Sua textura é semi-lenhosa e seus ramos são bastante ramificados. Ele é nativo da Nova Zelândia e é mais encontrado na costa leste, do norte ao sul da ilha, assim como na Austrália, em regiões como a Tasmânia, Victoria e Nova Gales do Sul. O nome árvore-chá deve-se ao famoso navegador inglês James Cook, por ele ter utilizado suas folhas para fazer chá, durante explorações pela Oceania.

As folhas diminutas e aromáticas, de coloração verde-acinzentada, recobrem os ramos deste arbusto perene, que floresce na primavera e no verão. Sua pequenas flores podem ser simples ou dobradas, nas cores branca, vermelha ou rosa. Aprecia o frio, desenvolvendo-se e florescendo com mais abundância em climas amenos.

Naturalmente seu aspecto é aberto, mas podemos ter um arbusto mais formoso e compacto com podas periódicas e leves. A érica-japonesa pode ser plantada em vasos ou no jardim

Verde em Folha
como bordadura, em maciços ou como planta isolada. É bastante apreciada também na arte do bonsai, por apresentar naturalmente folhas e flores pequenas.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Aprecia adubações periódicas e não tolera o calor tropical. Multiplica-se por sementes, produzidas em grande número e colhidas após a queda das flores. Também pode multiplicar-se por estaquia.

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O piracanto ou espinho-de-fogo (Pyracantha coccinea) é um arbusto perene alastrante que alcança 3 m de altura e largura. O destaque são os cachos de flores brancas seguidos por bagas vermelhas no outono. 
Ela é uma das melhores plantas produtoras de frutos ornamentais. Entretanto, seus longos caules são cobertos por espinhos afiados. Ela é ótima para locais secos e, uma vez estabelecida, não necessita de muitos cuidados. 
Tem rápido crescimento e pode ser moldada como cerca viva ou espaldeira. O piracanto é apropriado para plantio em locais frios.
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Nome Científico: Jasminum sambac
Nomes Populares: Jasmim-árabe, Bogari, Jasmim-sambac, Mosqueta
Família: Oleaceae
Categoria: Arbustos, Cercas Vivas, Trepadeiras
Clima: Continental, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: Índia, Oriente Médio
Altura: 2.4 a 3.0 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

O jasmim-árabe é um arbusto muito perfumado e decorativo, que pode alcançar cerca de 4 metros de altura. Ele é considerado a planta símbolo das Filipinas, onde suas flores compõem os leis (colares de flores). As folhas são verde escuras, ovaladas, com sulcos um tanto marcados e são dispostas ao longo de ramos compridos. As flores brancas exalam um forte perfume, adquirem tonalidades rosadas com o tempo e podem ser simples, semi-dobradas ou dobradas. Quando desidratadas são muito utilizadas para a aromatizar o Chá-de-jasmin, bebida muito apreciada na China.

Embora seja arbustiva, pode ser conduzida como trepadeira, devido aos extensos ramos, cobrindo assim suportes como colunas, grades e arcos. Fica muito bem em vasos e jardineiras, e se podada adequadamente torna-se um formoso arbusto. Floresce nos meses mais quentes do ano, mas pode florescer no inverno se mantida em estufa.

  Deve ser cultivada a pleno sol em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. As fertilizações periódicas com composto orgânico ou NPK, favorecem intensas florações. Tolera o frio e à meia-sombra. Multiplica-se por estacas semi-lenhosas postas a enraizar em ambientes protegidos.

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(Psidium cattleyanum Sabine). Pertence à família das Mirtáceas. É um arbusto de folhas opostas, oblongas, pecioladas, agudas na base e no ápice, coriáceas, de lO cm de comprimento e 5cm de largura; suas flores são brancas, dispostas em pedúnculos axilares, seu fruto é baga ovóide, amarela de 3-5 lojas contendo muitas sementes. 

Outros nomes científicos são Psidium araça, Raldi iGmijava guineensis, Ktze., G Popycarpa, Ktz., P. guineensis, Sw., P. minus, M.). 

Fornece madeira muito forte, própria para vigas, engradamento, moirões, cabos de várias ferramentas e instrumentos agrícolas; serve para lenha e carvão de alto poder calorífero. 

Sua raiz é antidiarréica, diurética e a casca serve para curlume. Suas folhas, principalmente os brotos, são adstringentes e fornecem matéria tintorial. Seus frutos são comestíveis, também adstringentes, ricos em matéria sacarina, mucilaginosos, nutritivos e corroborantes dos intestinos, muito usados c apreciados para doces. Na sua casca existe uma substância cerácea que falta nas outras espécies. 

Seu fruto tem o sabor parecido ao do morango servindo para doces em massa idêntico à marmelada, cujo consumo é enorme no Brasil. Chama-se “araçàzada”. É cultivada no Brasil desde as Guianas até São Paulo. Muito apreciado e cultivado também no estrangeiro. Em Minas Gerais há a espécie Sampaionis (fruta-de-pomba). 

No Pará chamam-na aracaíba, araçá-pedra ou araçaí.
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Nome Científico: Schefflera arboricola

Schefflera Bonsai



Nomes Populares: Cheflera, Cheflera-pequena
Família: Araliaceae
Categoria: Arbustos, Árvores, Árvores Ornamentais, Cercas Vivas
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia, Taiwan
Altura: 3.0 a 3.6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Arbusto vigoroso que facilmente chega ao porte de árvore, de folhas separadas em 8 folíolos, verdes e brilhantes. A variedade variegada apresenta tonalidade verde e amarela. Planta muito rústica e pouco exigente que pode ser utilizada isolada em vasos ou em grupos como maciços ou cerca viva, com topiaria ou não, separando áreas no jardim.

Fica muito bem em jardins tropicais ou modernos. Pode ser cultivada a pleno sol ou a meia-sombra. Na primavera produz inflorescências compostas de muitas florezinhas amareladas que formam frutos muito ornamentais. Para se desenvolver plenamente deve ser plantada em solo fértil com adubação orgânica e regada regularmente. Multiplica-se por sementes ou por estaquia.
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A palmeira-areca é umas das palmeiras mais populares do mundo, tanto no jardim quanto na decoração de interiores.

Nome Científico: Dypsis lutescens
Nomes Populares: Palmeira-areca, Areca, Areca-bambu
Família: Arecaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Palmeiras
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: África, Madagascar
Altura: 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros, 6.0 a 9.0 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

A palmeira-areca é umas das palmeiras mais populares do mundo, tanto no jardim quanto na decoração de interiores. De estipes múltiplos, chega a ser muito entouceirada. Os estipes são elegantes, anelados, com bainhas de coloração verde-esbranquiçada a amarelada. As folhas são grandes, verdes, recurvadas, compostas por 20 a 50 pares de folíolos, com pecíolos e ráquis amarelados. As inflorescências são ramificadas, com numerosas e pequenas flores de cor branco-creme, perfumadas. Os frutos são verde-amarelados e tornam-se arroxeados quando maduros.

Em comparação com outras palmeiras, a areca-bambu apresenta rápido crescimento. Ela pode ser conduzida de duas formas: com porte arbustivo (com muitos caules – atinge até 3 metros) ou arbóreo (com poucos caules – atinge até 9 metros). O porte arbustivo é natural, isto é, não é necessário nenhum tipo de manejo para que a planta fique entouceirada. Já o porte arbóreo, é conseguido através da poda dos estipes excedentes pela base. Esta poda deve ser realizada continuamente, sempre que surgirem novas brotações, para que os estipes selecionados ganhem vigor e se sobressaiam.

Esta palmeira ainda é mais versátil do que se imagina, podendo ser amplamente utilizada no paisagismo tropical, seja isolada, em cercas vivas, grupos ou até mesmo envasada, em pátios e ambientes internos. Apesar de tolerar o sol pleno e crescer muito nestas condições, ela fica com as folhas amareladas, com as pontas queimadas. Suas folhas ficam mais vistosas e bonitas sob meia sombra ou luz difusa. Plantas envasadas que permanecem muitos meses em interiores devem receber um período de descanso em ambientes externos à meia-sombra para retomarem o vigor.

Deve ser cultivada sob pleno sol, meia-sombra ou sob luz difusa em solo fértil, leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Tolerante a transplantes e ao frio leve. Aprecia umidade do ar elevada, e por este motivo não deve ser utilizada em ambientes com ar-condicionado. As adubações mensais restringem-se à primavera, verão e outono. 

Multiplica-se por sementes que germinam em 2 a 6 meses e por divisão das touceiras enraizadas.
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Pleomele - Verde em Folha

    Nome Científico: Dracaena reflexa
    Nomes Populares: Pleomele, Dracena-malaia, Pau-d'água
    Família: Ruscaceae
    Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Cercas Vivas
    Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
    Origem: África, Ilhas Mascarenhas, Madagascar
    Altura: 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros
    Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra, Sol Pleno
    Ciclo de Vida: Perene

A pleomele é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e amplamente utilizada no paisagismo e na decoração de interiores. Seu caule é ereto, ramificado e atinge uma altura média de 2 a 3 metros, embora possa atingir 6 metros no seu habitat de origem. As folhas são simples, coriáceas, ligeiramente onduladas, de cor verde-oliva escuro, dispostas em espiral ao longo do ramos. Ocorrem ainda outras variedades, com destaque para duas cultivares variegadas: a “Song of India”, com folhas de margens cor verde-limão, e a “Song of Jamaica”, de margens cor branco-creme. As flores pequenas e brancas surgem no final do inverno reunidas em inflorescências terminais e, assim como os frutos, não têm importância ornamental.

A pleomele é uma planta tropical muito vistosa e de crescimento moderado. No jardim ela pode ser plantada isolada, em grupos ou em renques. Elas são rústicas e quando podadas corretamente podem formar ótimas cercas vivas. Envasadas, elas podem ser utilizadas em ambientes internos, onde são muito apreciadas na decoração por sua beleza e tolerância às condições de baixa luminosidade. No entanto, esta tolerância deve ser sempre testada e é sabido que as pleomeles não variegadas são um pouco mais resistentes que as formas variegadas. Na dúvida o crescimento da planta deve ser monitorado, pois caso ela comece a perder as folhas e estiolar (crescer muito rápido em altura) é sinal de que está faltando luz.

A pleomele é uma das plantas recomendadas para purificação do ar em interiores, de acordo com a Plants for Clean Air Council (PCAC), organização que resultou de um projeto de pesquisa originalmente conduzido pela NASA em conjunto com a Associação de Empreiteiros de Paisagismos dos Estados Unidos. A pleomele é considerada eficiente na remoção de compostos tóxicos do ar como formaldeído, benzeno, tolueno, xileno e tricloroetileno.

Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A pleomele é tipicamente tropical, apreciando o calor e a umidade. Apesar de crescerem sob sol pleno em regiões subtropicais, elas preferem condições de luz filtrada ou meia-sombra, principalmente quando cultivadas em regiões mais quentes e ensolaradas. Ela deve ser fertilizada quinzenalmente durante a primavera e verão. É sensível ao frio intenso, a geadas e a salinidade de regiões litorâneas; e tolerante a curtos períodos de estiagem. Quando mudada bruscamente de ambiente, ela pode se ressentir, perdendo parte das folhas. Multiplica-se facilmente por estaquia de ramos lenhosos, semi-lenhosos e ponteiros.
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Vejamos:

1. Uma estrutura de madeira cria uma espécie de pérgola solta, alternada por palmeiras, no jardim assinado pelo paisagista Ricardo Pessuto. O espaço toma a fachada do prédio que abriga a mostra e traz, logo na frente, um espelho d’água de pedras naturais.
2. O paisagista Maier Gilbert criou uma sala de estar ao ar livre, sob a sombra de uma árvore centenária. A ideia de aproveitar o jardim e a vista se estende pela área e um banco de madeira aparece em outro canto, ao lado de uma enorme jardineira com zamioculcas. Adorei os vasos de aço cortain que acomodam as orquídeas. O modelo, pelo menos dez vezes maior do que o necessário para abrigá-las dá uma ideia da onda gigante que vem por aí.
3. A paisagista Juliana Freitas montou uma horta com alturas diferentes de tinas de madeira. Detalhe: algumas tinas estão vazias para que os visitantes – sengundo entendi, crianças – possam fazer o plantio. Do lado da horta, um painel com samambaias e outras espécies esconde a parede.
4. Lembram da mesa com suculentas que mostrei recentemente em um post? Inspirado pela imagem da revista Garden Design, o paisagista Roberto Riscala fez melhor. Montou uma horta sobre a mesa. Pude ver alface e alface-roxa, alecrim, agrião e salsinha. Ah, segundo o Riscala, a água que corre entre as plantas foi planejada para lavá-las. O paisagista usuou vasos grandes e superleves com camélias. Detalhe: a forração foi feita com uvas artificias.
5. A jabuticabeira carregada de frutos atraiu os visitantes e uma quantidade enorme de pássaros no projeto assinado pela paisagista Paula Magaldi.
6. Gigi Botelho veio com uma passagem em que me chamaram a atenção os revestimentos: uma pérgola de demolição com detalhes em bambu, pintado de preto.
7. Os paisagistas Fabio Lorente e Izabel Possatto, do O Jardim, também fizeram uma passagem marcada pela presença do capim-do-texas, que dá movimento ao jardim.
8. Entre os arquitetos, notei que o verde se fez mais presente nos ambientes. Fabiana Sá, por exemplo, fez uma composição de tirar o fôlego com vasos gigantes.
9. Fernanda Marques, fez um jardim inteiro na entrada de seu ambiente e, não satisfeita, acrescentou mais verde nos pendentes.

10. O trio Ugo di Pace, Raul di Pace e Maria de Pace também fez uma entrada espetacular com a vegetação ultrapassando as barreiras da construção. As fotos dispensam comentários. Deleitem-se e até amanhã.
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Nome Científico: Murraya paniculata
Sinonímia: Chalcas paniculata, Murraya exotica, Chalcas exotica
Nome Popular: Murta-de-cheiro, murta, murta-da-índia, murta-dos-jardins, jasmim-laranja, dama-da-noite
Família: Rutaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Índia e Malásia, Sul e Sudeste da Ásia
Ciclo de Vida: Perene
A murta-de-cheiro é um arbusto grande ou arvoreta, que pode alcançar até 7 metros de altura. Muito utilizada para a formação de cercas-vivas, a murta-de-cheiro apresenta ramagem lenhosa e bastante ramificada. Suas folhas são pinadas, com 3 a 7 folíolos pequenos, elípticos, glabros, perenes, brilhantes e de coloração verde-escura. Durante todo o ano produz inflorescências terminais, com flores de coloração branca ou branca-creme, com perfume que lembra jasmim e flor-de-laranjeira. Os frutos são do tipo baga, oblongos, carnosos, pequenos, de coloração vermelha a alaranjada e são muito atrativos para os pássaros.

Na antiguidade, os ramos floridos de murta-de-cheiro eram usados para confeccionar arranjos que adornavam os cabelos das noivas. Adequada para cercas vivas formais ou informais, ela apresenta rápido crescimento quando jovem, que vai decrescendo com a idade, reduzindo sua manutenção. Para a formação de cercas vivas, plante as mudas distanciadas em um metro umas das outras. Também é adequada para a arte do bonsai, devido às folhas pequenas e floração decorativa.

A murta-de-cheiro é sensível a cochonilhas, pulgões, nematódios, mosca-branca e clorose férrica. Além disso é hospedeira do psilídeo Diaphorina citri, transmissor do Greening dos Citros (doença causada pela bactéria Candidatus Liberibacter americanus). Esta doença causa sérios prejuízos econômicos à citricultura, motivo que levou algumas cidades a realizarem programas de erradicação da murta-de-cheiro do paisagismo urbano e rural. Devido a facilidade de propagação pode tornar-se invasiva.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente; principalmente no primeiro ano após o plantio. Podas de formação e desfolhamento na primavera estimulam a renovação da folhagem e adensamento da planta. Aprecia o clima tropical, subtropical e mediterrâneo, tolerando o frio moderado, sem no entanto tolerar geadas fortes. Adubações semestrais e suplementação com quelatos de ferro ajudam a prevenir a clorose férrica e fortificam a planta. Multiplica-se por sementes e por estaquia dos ramos semi-lenhosos.

Medicinal
Indicações: Problemas intestinais, infecções, reumatismo, tosse.
Propriedades: Bactericida.
Partes usadas: Folhas e raízes.
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Nome Científico: Spartium junceum
Sinonímia: Genista juncea
Nome Popular: Giesta, vassoura-espanhola, retama
Família: Fabaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Península Ibérica e Ilhas Canárias
Ciclo de Vida: Perene
A giesta é um pequeno arbusto caducifólio de textura semi-lenhosa, que pode alcançar de 1,5 a 3 metros de altura. Seu nome botânico Spartium, deriva do grego spartion  e designa as plantas produtoras de fibras têxteis e empregadas para fazer ataduras. Seus ramos são finos, flexíveis, verdes e longos, lembrando juncos. As folhas são lanceoladas ou lineares, pequenas, afiladas e esparsas. É uma planta xerófita, com folhas adaptadas para reduzir a perda de água por transpiração. Para compensar a redução nas folhas, os ramos também apresentam função fotossintética.

As inflorescências terminais são do tipo rácemo, com numerosas flores grandes e perfumadas. As flores amarelas são hermafroditas, pentâmeras, com cálice membranoso e unilabiado e corola papilionácea com estandarte arredondado e apiculado, com alas curvadas. A floração ocorre na primavera e verão. Ocorre ainda uma variedade de flores brancas, rara em cultivo. Os frutos são vagens finas, achatadas, pubescentes e deiscentes, negras quando maduras.

A giesta é um arbusto gracioso, para ser cultivado em jardins de inspiração campestre, contemporâneos ou mediterrâneos. Sua beleza destaca-se quando plantado isolado, em renques ou em maciços. Apresenta boa capacidade de conter a erosão e melhorar a fertilidade do solo, pois é uma leguminosa. É no entanto uma planta tóxica, que contém poderosos alcalóides (esparteína e citisina), e deve ser mantida fora do alcance de crianças ou animais domésticos. Devido à rusticidade da espécie e facilidade de multiplicação, a giesta pode ser considerada planta invasora em algumas situações.

Deve ser cultivada sob sol pleno em solos férteis, bem drenados e irrigados periodicamente. Aprecia solos arenosos e o frio mediterrâneo a subtropical. Adubações anuais na primavera estimulam um intensa floração. As podas de formação devem ser realizadas a cada dois anos e renovam a folhagem. Não tolera o calor excessivo, mas é tolerante a solos salinos e pobres, assim como curtos períodos de seca. Multiplica-se por sementes.
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Nome Científico: Beaucarnea recurvata

Sinonímia: Beaucarnea tuberculata, Nolina recurvata, Nolina tuberculata

Nome Popular: Pata-de-elefante, nolina, biucarnea

Família: Ruscaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: México

Ciclo de Vida: Perene

A pata-de-elefante é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e aspecto escultural. Apesar de se assemelhar com as palmeiras, a pata-de-elefante não é uma palmeira verdadeira. Ela é considerada um arbusto ou arvoreta, que pode alcançar cerca de 5 metros de altura quando adulta. Seu tronco é muito ornamental, geralmente único com a base dilatada, para o armazenamento de água. Uma adaptação para sobreviver por longos períodos de estiagem. 

Suas folhas são muito belas também, com um aspecto de cabeleira, dispostas em densos tufos nas extremidades dos ramos. Elas são coriáceas, achatadas, longas e recurvadas, com margens ásperas. As flores somente são produzidas nos exemplares mais velhos, já arbóreos. Elas despontam em inflorescências longas e eretas, com numerosas flores pequenas e esbranquiçadas. Ocorrem plantas fêmeas e plantas machos (espécie dióica).

As patas-de-elefante fazem muito sucesso no paisagismo, criando pontos de destaque no jardim. Sua beleza imponente e escultural pode ser valorizada isolada ou em pequenos grupos. Encaixa-se perfeitamente em jardins contemporâneos, de inspiração desértica ou tropicais. Devido ao lento crescimento, também é muito explorada como planta envasada, enquanto é jovem, para decoração de interiores, pátios, sacadas e varandas. É uma planta que praticamente não exige manutenção, mas que alcança altos valores no mercado de plantas ornamentais.

Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, bem drenável e irrigado a intervalos bem espaçados, para evitar o apodrecimento das raízes. É muito rústica, tolerando o calor e o frio, não suportando apenas o encharcamento. Multiplica-se por estaquia e por sementes produzidas apenas nas plantas fêmeas.