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Cosmos, Cosmos bipinnatus, , , Cosméa, Cosmo, Beijo-de-moça, Picão-rosa, Cosmos-de-jardim
Nome Científico: Cosmos bipinnatus

Nome Popular: Cosmos, Cosméa, Cosmo, Beijo-de-moça, Picão-rosa, Cosmos-de-jardim
Família: Asteraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: México
Ciclo de Vida: Anual
O Cosmos é uma planta herbácea, anual, de flores vistosas e fácil de cultivar. Ele é ereto, ramificado e com porte arbustivo, alcançando de 0,5 a 2 metros de altura de acordo com a variedade e o modo de cultivo. 

Suas folhas são opostas, pinadas, finamente divididas em segmentos lineares e filiformes, que dão um aspecto plumoso à folhagem. A inflorescência pode ser simples ou dobrada, e é do tipo capítulo, com numerosas flores diminutas formando o disco central amarelo e pétalas periféricas com extremidades denteadas. As pétalas podem ser róseas, brancas, vermelhas ou roxas, em cores lisas ou em degradeés destas cores, de acordo com a cultivar.

No jardim, o cosmos é ideal para a formação de densos maciços e bordaduras, que conferem um ar campestre à paisagem. Ao contrário da maioria das plantas ornamentais, o cosmos é uma planta muito rústica e floresce com mais abundância se receber pouca ou nenhuma adubação nitrogenada, por este motivo é ideal para solos pobres e jardineiros iniciantes. 

Suas inflorescências também podem ser aproveitadas como flor-de-corte, em arranjos e buquês e são muito atrativas para borboletas. Por sua facilidade de propagação, o cosmos pode escapar ao cultivo e tornar-se invasora em determinadas situações.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solos pobres a moderadamente férteis, drenáveis e irrigados regularmente. Fertilizações com farinha de ossos, cinzas e outros adubos relativamente pobres em nitrogênio podem ser utilizados. 

Aprecia o calor, mas tolera o frio moderado, podendo ser cultivada em clima tropical ou subtropical o ano todo. Em países de clima temperado, deve ser plantada após a última geada ou em estufas, na primavera. Multiplica-se por sementes, que germinam em 8 a 14 dias.

Herbácea comestível também colore jardins

A tampala é uma planta herbácea cultivada na Ásia como verdura, por suas folhas comestíveis, e como planta ornamental no mundo todo, por sua folhagem colorida. O colorido brilhante das folhas varia muito e pode combinar o verde, rosa, roxo, vermelho, marrom e amarelo na forma de degradês ou mesclas. As flores são pequenas, reunidas em espigas plumosas, e sem importância ornamental na maioria das cultivares. Espécie se torna potencial invasora em determinadas situações.

Tampala
Como verdura tem cultivar específico
Há cultivares específicas da tampala para uso como verdura e outras com características ornamentais. Entre as comestíveis se destacam: “purple giant”, “tampala”, “red stripe” e “white round leaf”. Entre as ornamentais estão: “early splendor”, “flaming fountain”, “molten fire”, “perfecta”, “'splendens” E “ilumination”.

Paisagismo
Usada em maciços e bordaduras

A tampala é excelente para a formação de maciços e bordaduras. O colorido diferente tem efeito impactante no paisagismo tropical. Já na horta, a tampala é uma fonte abundante de folhas macias e nutritivas que podem ser servidas cruas, em saladas, ou cozidas em sopas, caldos, bolinhos, recheios etc.

Cultivo
Espécie pede sol pleno e solo fértil
O cultivo da tampala deve ser sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. O beliscamento do ápice das mudas, estimula o adensamento da planta. A espécie aprecia o calor e também pode ser plantada em vasos e levada para o interior dos imóveis.

Carqueja 1
Planta rústica vai bem em vasos 
As flores da carqueja surgem na primavera e verão
A carqueja (Baccharis trimera) é rústica, de fácil cultivo e interessante no paisagismo pelo seu aspecto diferente. Em canteiros forma pequenas moitas arredondadas e compactas, mas também pode ser plantada em vasos e jardineiras. As flores são branco-amareladas e surgem em pequenos tufos na primavera e verão. 

Carqueja 2
Hastes são usadas em chás e licores
As hastes da carqueja (Baccharis trimera) são muito utilizadas em chás emagrecedores e no chimarrão gaúcho, além da aromatização de licores e vinhos e à fabricação de vassouras rústicas. Mas não deve ser confundida com a carqueja de Portugal (Pterospartum tridentatum), de utilizações medicinais e culinárias.

Herbácea forma maciços e bordaduras no jardim


O cosmos é uma planta herbácea, anual, de flores vistosas e fácil de cultivar. No jardim, o cosmos é ideal para a formação de densos maciços e bordaduras, que conferem um ar campestre à paisagem. Alcança de 0,5 a 2 metros de altura de acordo com a variedade.
Suas  inflorescências podem ser simples ou dobradas, com  pétalas róseas, brancas, vermelhas ou roxas, em cores lisas ou em degradeés. Também podem ser aproveitadas como flor-de-corte, em arranjos e buquês.

Planta floresce melhor sem adubos

Ao contrário da maioria das plantas ornamentais, o cosmos é muito rústico e floresce com mais abundância se receber pouca ou nenhuma adubação nitrogenada. Por este motivo, a espécie é ideal para solos pobres e jardineiros iniciantes. Outra vantagem é que ela é muito atrativa para as borboletas.

Espécie pede sol pleno e solo pobre

O cosmos deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solos pobres a moderadamente férteis, drenáveis e irrigados regularmente. Aprecia o calor, mas tolera o frio moderado. Pode tornar-se invasora em determinadas situações. Fertilização pode ser feita com adubos pobres em nitrogênio.

Signo de dedaleira luta por objetivos

A flor da dedaleira nasce em forma de cachos e é fonte de alguns extratos medicinais. As pessoas do signo de dedaleira – nascidas entre 19 de outubro e 7 de novembro – são enérgicas, cheias de vida e de boa vontade. Sonham vencer na vida e não se cansam de lutar por seus objetivos. No amor, são fiéis.

Acerte o período de plantio das mudas

Há dois tipos de mudas de rosas. Se o plantio for feito com mudas “envasadas” (normalmente vendidas em sacos plásticos), pode ser em qualquer mês do ano. Já para o plantio com mudas de “raiz nua”, o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

Limpe as folhas de cactus e suculentas

As folhas aveludadas dos cactus, das suculentas e de espécies como as gloxíneas e violetas devem ser escovadas cuidadosamente para a retirada do pó, com uma escova de cerdas macias, como as usadas para pentear os bebês. É nas folhas dessas plantas que está a clorofila, que elabora o alimento.

É tempo de cerejeiras


Bela e cheia de estilo, a cerejeira, árvore japonesa considerada símbolo de felicidade e fraternidade, se destaca no inverno ao colorir parques, ruas e jardins. 

Também chamada de Sakurá, essa magnífica espécie só floresce uma vez ao ano e por apenas duas semanas.

Suas folhas se vão com a chegada do inverno e, com a chegada da primavera, os galhos nus desabrocham em flores, transformando-se num espetáculo da natureza. 

As primeiras mudas plantadas aqui pelos imigrantes japoneses foram uma forma encontrada por eles para amenizar a saudade da terra natal.

O plantio das primeiras mudas de cerejeiras no Brasil foi uma forma encontrada pelos imigrantes japoneses de amenizar a saudade do Japão
Segundo relatos, em várias cidades brasileiras foram plantadas centenas de variedades da árvore, mas apenas três (Okinawa, Himalaia e Yukiwari) conseguiram êxito. Estima-se que exista no Japão cerca de 200 espécies de cerejeiras, com flores nas cores vermelho, branco e pêssego.
Após o plantio, a primeira florada demora no mínimo de três a quatro anos para acontecer

Dicas de plantio: Mesmo bastante robusta, a cerejeira requer alguns cuidados. Após seu plantio a primeira florada demora no mínimo de três a quatro anos para acontecer.

- O espaçamento entre as árvores deve ser de, no mínimo, 7 metros;
- Coloque terra de boa qualidade com bastante material orgânico já previamente curtido;
- Conforme a qualidade da terra, é recomendável a adubação pelo menos duas vezes ao ano;
- Mantenha a terra umedecida sem encharcar.

Top 10 das plantas mais perigosas do mundo - é necessário ter cuidado


Durante milhões de anos, as plantas têm desenvolvido algumas artimanhas para afastar animais famintos. Neurotoxinas mortais, espinhos capazes de perfurar pneus de carro e potentes enzimas digestivas são apenas alguns exemplos. Após a recente descoberta da Nepenthes attenboroughii, uma planta em forma de um grande jarro o suficiente para digerir roedores, rastreamos várias plantas venenosas para fazer uma lista de algumas das plantas mais mortal do mundo.
1. Nepenthes attenboroughii
Descoberto a mais de 5000 metros acima do nível do mar no Monte Victoria, nas Filipinas, a gigante, planta carnívora em forma de jarro, segrega uma substância como néctar para atrair vítimas inocentes em um pool de enzimas e ácidos. Uma gosma pegajosa, faz com que seja quase impossível a presa escapar.A planta mede 30cm de diâmetro e é grande o suficiente para capturar roedores azarados, mas os insetos são sua refeição mais comum.As plantas carnívoras, dos quais existem cerca de 600 espécies diferentes, tendem a crescer em ambientes com deficiência de nitrogênio e, portanto, obter os nutrientes de decomposição das vítimas.
2. Ricinus communis:Mamona
A mamona pode ser encontrada em praticamente qualquer lugar, apesar de conter a ricina um veneno mortal. Embora o processo de extrair a ricina suficiente e processá-la em uma arma é complexo, autoridades de Las Vegas descobriram a toxina em um quarto de hotel em fevereiro de 2008, a KGB usou-a para silenciar a oposição permanentemente.
3. Cicuta douglasii: Western Water Hemlock
Considerada a mais violentamente planta tóxica, que cresce na América do Norte pelo USDA, a cicuta contém a toxina cicutoxin, que destrói o sistema nervoso central, causando grande mal, que incluem a perda de consciência e violentas contrações musculares e eventualmente a morte, se ingeridas. É diferente do veneno cicuta, notório assassino de Sócrates, na medida em que contém alcalóides coniine que mata por paralisar o sistema respiratório. Ambos são membros da família da cenoura.                         4. Rugosum Eupatorium: White snakeroot
Beber leite de uma vaca que decidiu comer White snakeroot pode levar a doença mortal do leite, como foi o caso da mãe de Abraham Lincoln, Nancy Hanks. Cada parte desta planta perene contém tremetol, um álcool insaturado que pode causar tremores musculares em animais antes de matá-los. As pessoas estavam tentando desesperadamente ao longo do século 19 descobrir o que provocava o envenenamento dos seus animais. Não foi entendido até a virada do século, quando o Departamento de Agricultura dos E.U.A identificou a causa e rapidamente começou o se extermínio. Agora, o white snakeroot ainda cresce selvagem, mas um controle maior no setor agrícola contribuiu para evitar as vacas de comê-lo.
                                5. Aconitum napellus: Monkshood
A planta roxa vibrante, comumente encontrada em jardins, é carregada com o aconite um alcalóide venenoso, que tende a causar asfixia..
                      6. Macrorhiza Utricularia: Common Bladderwort
Esta planta carnívora aquática depende de várias bexigas submersas para captura de presas, como girinos e pequenos crustáceos. Uma vitima vai confiante contra uma escova de cerdas externas que são o gatilho, fazendo com que as bexigas abram e capture-as. Uma vez lá dentro, a vítima morre por asfixia ou inanição e, em seguida decai em um líquido que é sugado pelas células das paredes da bexiga.
                                 7. Dionaea muscipula:Vênus
Com a capacidade de se fecharem, o tempo de reação da planta carnívora parece apto para o reino animal. Insetos necessitam de tocar os fios consecutivamente em ordem para que a planta possa reagir, senão o mecanismo preciso que fecha a armadilha permanece obscuro. Segundo a Sociedade Botânica da América quando a planta é tocada, o potencial elétrico da folha é alterado, desencadeando uma série de eventos a nível celular.
                                8. Brugmansia:Trombeta de anjo

A trombeta de anjo, nativa de regiões da América do Sul, libera uma poderosa toxina, contendo atropina, hiosciamina e escopolamina. Criminosos na Colômbia têm extraído a escopolamina da planta e usaram-na como uma potente droga que deixa as vítimas desconhecendo o que estão fazendo, mas totalmente consciente. A escopolamina pode ser absorvida através da pele e das mucosas, permitindo que os criminosos simplesmente soprem o pó no rosto de uma pessoa.
                               9. Nerium oleander : Oleander
Este arbusto muito comum é uma das plantas mais venenosas do mundo. As folhas, flores e frutas contêm glicosídeos cardíacos, que têm aplicações terapêuticas, mas é provável que matem alguém de parada cardíaca se comer parte da planta. As pessoas tendem a agradar-se da planta, porque as flores são brilhantes e bonitas. Mas é uma planta muito venenosa que irá parar seu coração.
                             10. Cnidoscolus angustidens : Mala mujer
Mala mujer, que traduzindo significa a "mulher má", pode ser encontrada em partes do México e está coberta de espinhos desagradáveis. O perigo real, no entanto, vem da cáustica, seiva leitosa que pode escapar da planta. A seiva, uma característica comum entre muitas plantas do gênero Euphorbia, pode causar irritações na pele e manchas dolorosas.

Fonte:http://www.thenatureanimals.com/

Plantas carnívoras no Brasil

Somos o segundo país do mundo em número de espécies, perdendo apenas para a Austrália. O território brasileiro reúne mais de 80 delas, todas concentradas em seis gêneros: Drosera, Genlisea, Utricularia, Heliamphora, Brocchinia e Catopsis (ambos da família das bromélias). As mais comuns são as Droseras, que se distinguem pela mucilagem, substância pegajosa que aprisiona insetos voadores.

As bromélias fazem o mesmo, só que com os pêlos de suas folhas. Já as Heliamphoras atraem os insetos com suas cores vivas e néctar perfumado. Tanto as Genliseas, também chamadas violetas-do-brejo, quanto as Utricularias são, em sua grande maioria, aquáticas, com pequenas bolsas que capturam os protozoários. "Uma planta é considerada carnívora quando tem a capacidade de atrair, prender e digerir formas de vida animal, sejam elas moluscos, pequenos insetos e aranhas, ou mesmo organismos microscópicos que vivem na água", afirma o botânico José Rubens Pirani, da Universidade de São Paulo (USP).

Essa digestão é realizada por enzimas proteolíticas (especialistas em digerir proteínas) ou bactérias, que quebram as substâncias em moléculas menores até poderem ser absorvidas pelas folhas.
Em termos evolutivos, acredita-se que as plantas carnívoras evoluiram a partir de plantas que capturavam parasitas para se defenderem deles, como no caso do Plumbago. Os insetos ficavam presos nas glândulas colantes das folhas, e com o tempo morriam e apodreciam.Em um certo ponto, as enzimas que normalmente realizam a digestão de proteínas em sementes teriam sido transferidas para outras regiões da planta, assim se especializando na digestão das pragas capturadas, tornando-se plantas competitivas em solos pobres em nutrientes.

Daí, as novas carnívoras especializaram suas folhas, distribuindo glândulas colantes por toda sua extensão para melhor capturar as presas. Elas evoluíram para atrair presas também.

Plantas para colorir a casa de verde no inverno

Quando bate aquele frio, dá vontade de correr para casa e ficar enrolado na coberta. O mesmo acontece com as plantas. No inverno, o que elas mais querem é se proteger do vento e do clima seco. De acordo com a paisagista Ana Iath, muitas entram em dormência - fase de hibernação - para preparar as suas floradas de primavera.
- Elas trazem uma explosão de cores às manhãs frias deste meses - acrescenta a paisagista.
Para os que querem acordar e tomar um café quentinho apreciando as flores de inverno, aí vão algumas dicas:
Camélia: arbustos de folhas brulhantes, com flores que variam do branco ao vermelho / Foto: DivulgaçãoAzaléias - planta rústica, mas de uma beleza ímpar, sua floração confere ao inverno um pouco de cor. Como as azaléias não florescem dentro de casa, elas necessitam de sol e pouca água (devem ser molhadas somente quando o solo estiver seco). Podem ser cultivadas no solo ou em vasos. O custo médio da muda de 80cm é de R$ 45.
Camélias - arbustos de folhas brilhantes, com flores que variam do branco ao vermelho. Dentro de casa, as flores colhidas podem durar vários dias, desde que não se toque nas pétalas. Quando tocadas, as pétalas da camélia cobrem-se de manchas amarronzadas que comprometem o visual. Devem ser plantadas em local que receba sol. Para o plantio em vasos, recomenda-se a seguinte mistura: duas porções de terra comum, uma de terra vegetal e uma de composto orgânico (pode também usar húmus de minhoca). O preço médio para uma muda de 0,80 cm é R$ 60.

Ipê, adapta-se facilmente a solos de tipo argilo-arenoso e propagam-se por sementes / Foto: Marcia FoletoCerejeiras - Considerada pelas bonitas flores, as cerejeiras são de origem japonesa e precisam de, no mínimo, 800 horas de frio por ano para florescerem. Uma árvore de porte médio deve ser cultivada em lugares de clima ameno. O preço médio para uma muda de 2m é R$ 180.

Ipês roxo, rosa e branco - Conhecido em todo o Brasil, é a árvore nativa que representa a nacionalidade. Cresce devagar e começa a florir antes dos cinco anos, ainda com pouca altura. Há três espécies mais conhecidas, todas com cinco a dez metros de altura, comumente plantadas para efeito paisagístico nas regiões tropicais e subtropicais do país. O ipê-branco, frequente nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, floresce de setembro a outubro. Todas as espécies exigem plena exposição ao sol, adaptam-se a solos de tipo argilo-arenoso e propagam-se por sementes. Uma muda de ipê com 2m tem o custo médio de R$ 60.
Primaveras ou bougainvílleas - Uma das plantas mais resistentes para aguentar o frio e o clima seco do inverno. Por ser rústica e exigir poucos cuidados, pode ficar na varanda ou no quintal. O valor médio de uma muda de 0,80 cm é R$ 20. É possível cultivar primaveras em vaso, desde que sejam observados alguns cuidados essenciais:
* Preparar o solo para o plantio com uma porção de terra comum de jardim, uma de terra vegetal e duas de areia para facilitar a oxigenação, impedindo que o substrato fique muito compacto;
Bougaiinvílleas, uma das plantas mais resistentes ao frio / Foto: Divulgação
* Colocar o vaso em local ensolarado, já que, para florescer, a primavera precisa de pelo menos quatro horas diárias de sol;
* Regar pelo início da manhã ou no fim da tarde, quando os raios solares não são tão intensos;
* Fazer adubações periódicas, usando adubos orgânicos ricos em fósforo.

Cogumelo que emite luz é encontrado no Brasil após 170 anos


Pesquisadores encontraram no Piauí um cogumelo que emite luz e que tinha sido avistado pela última vez há quase 170 anos.

A pesquisa do grupo de cientistas da USP e das universidades americanas de San Francisco e de Hilo, no Havaí, será publicada na revista científica Mycologia.

O Neonothopanus gardneri é o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo.

"Já tinha encontrado alguns cogumelos que emitem luz no Brasil, mas menores, alguns do tamanho de um fio de cabelo", disse à BBC Brasil o professor Cassius Vinicius Stevani, do Instituto de Química da USP.

"Este foi o maior, um grupo deles emite quantidade considerável de luz", afirmou.
FLOR DE COCO

Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu garotos brincando com o que pensou serem vagalumes nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins.

Chamado pelos locais de "flor de coco", o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.

"Fiquei sabendo que existiam ainda fungos assim por volta de 2001. Nos anos seguintes, me chegavam relatos de Tocantins e Goiás de um cogumelo grande, amarelo, que emitia uma luz", diz Stevani.

"Mas fotografia mesmo vi só em 2005, uma tirada no Piauí", afirma ele, que já participou de expedições noturnas para a coleta do cogumelo.

"As buscas acontecem em noites escuras, de lua nova, com as lanternas desligadas", explica.

Curiosamente, o cogumelo ainda é conhecido popularmente em várias partes do país como "flor de coco".

Existem 71 espécies de fungos que emitem luz, 12 delas estão presentes no Brasil.

A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz, nem a razão disso.

Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insetos noturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução. Outra diz que a luz atrai insetos predadores que atacam insetos menores que se alimentam do fungo.

Veja algumas espécies de plantas que se dão bem no inverno

Gardênia
Chegou a estação mais fria do ano. Com isso, surgem algumas dúvidas em relação aos cuidados com as plantas daquele lindo jardim que construímos nas últimas semanas. Vamos a algumas dicas e explicações antes de tomar um chocolate quente curtindo a natureza que cultivamos e fizemos crescer em nossa casa!

Durante os meses de junho, julho, agosto e setembro, no sul e no sudeste do país, algumas espécies se cuidam sozinhas. Elas entram em um processo semelhante à hibernação dos animais e simplesmente adormecem. São plantas que diminuem a velocidade de seu crescimento vegetativo e acumulam energia para florescer com força total depois do frio. Entre elas, encontram-se muitos arbustos e árvores, que necessitam de poda de limpeza nesta época.
Por outro lado, algumas espécies carecem de mais atenção. Os canteiros de hortaliças, por exemplo, podem ser cobertos por uma camada de folhas e galhos secos, técnica que servirá como isolante térmico, além de repor a matéria orgânica, melhorando a fertilidade e a textura do solo.
A série de cuidados possíveis durante o frio inclui, ainda, no caso de espécies maiores tais como árvores e arbustos, a remoção de galhos secos, malformados e doentes para que a luz do sol se distribua melhor por toda a superfície da planta.
Outra dica: durante o inverno, regue as plantas somente quando a terra começar a secar, porque o frio reduz a evaporação da água.
Camélia Japônica

Espécies que gostam do frio


Vale lembrar que algumas espécies atingem seu esplendor justamente no tempo gelado. Por isso, vale a pena saber como podar, adubar e proteger cada uma delas conforme suas necessidades e características, uma prática que pode garantir um jardim florido durante todas as estações do ano.
Azaléia

Ipê roxo, pata de vaca, primaveras, camélia, azaléia e gardênia são boas dicas para o cultivo no inverno. Também ficam bonitas nessa época árvores frutíferas que perdem folhas: jabuticabeira, caquizeiro, figueira, pessegueiro e pereira.
Azaléia
Aproveite o inverno para combater pragas e doenças: como a maioria delas reduz sua proliferação neste período, é um bom momento para controlá-las de forma mais eficiente. Tenha cuidado com as exceções à regra: algumas doenças provenientes de fungos aumentam, principalmente em regiões com longos períodos chuvosos.
Para ministrar tratamentos de doenças em plantas, como fungicidas e remédios para controle de pragas, entre outros, é indicado contar com o trabalho de um profissional jardineiro, agrônomo ou paisagista.

Água no jardim use e abuse

Essencial à subsistência das plantas, nos jardins, a água agrega valor estético e é destaque nos projetos dos mais renomados profissionais do mercado. “Este elemento é muito importante, pois enriquece o ambiente. Podemos tirar partido de suas cores, diferentes texturas e barulhos”, afirma o paisagista Marcelo Novaes. Por exemplo, o som da água caindo em uma fonte cria um espaço tranqüilizante, assim como quando se opta por ter um lago com peixes ou um jardim aquático. “Ela também pode dar uma conotação zen a um espaço”, completa o profissional.

Além de ser um recurso estético e decorativo, a água é essencial à subsistência das plantas e enriquece o ambiente com umidade.

Seja através de fontes, lagos, espelhos d’água ou cascatas, fato é que tentar inserir esse elemento nos projetos está na pauta do dia. “A utilização varia de acordo com o estilo, a necessidade e expectativa do cliente. Em residências costuma-se utilizar espelhos d´água, se for um ambiente mais orgânico o lago é uma opção melhor”, diz Novaes.

A paisagista Gigi Botelho também é fã do assunto. “A água , mas também cumpre outras funções, pois traz umidade ao ambiente, o que é muito importante nos dias secos que passamos na cidade”, diz.

Cuidado com a limpeza

Ao decidir incorporar a novidade ao jardim deve-se ficar atento à manutenção. Quem dá o alerta é o paisagista Daniel Nunes. “A utilização da água, sem dúvida, traz movimento e vida para as áreas externas, mas definir como utilizá-la é essencial para garantir um funcionamento adequado e que não exija muita manutenção”, explica. “Caso contrário, pode se tornar um problema.”

Daí a importância de se realizar um projeto cuidadoso, que deve atentar para as dimensões, revestimentos e tipos de elementos que precisam estar em harmonia com a arquitetura e as demais formas do jardim. Isso sem esquecer dos aspectos técnicos de execução e manutenção.

A água deve ser tratada para que esteja sempre límpida e transparente. Também é preciso limpar o revestimento do laguinho, fonte ou espelho d’água, especialmente se for feito de ladrilho. “Alguns produtos encontrados em casas de piscina podem ajudar”, indica Gigi. Se a água não é movimentada,o cuidado deve ser ainda maior para não virar criadouro de insetos transmissores de doenças, como a dengue. “É importante movimentar a água e se necessário aplicar algum remédio contra mosquitos”, completa.

Mas não desanime. Apesar de parecer um pouco complicado, existe, atualmente, diversos recursos que facilitam a vida de quem quer aproveitar o jardim mas não dispõe de tempo para tanto. Quem avisa é o paisagista Eduardo Luppi, que montou um lago de carpas em uma casa de campo localizada na cidade de Cabreúva, em São Paulo.

“Para que a manutenção não desse muito trabalho montei um filtro biológico que garante água cristalina constantemente”. Além disso foi providenciado um sistema de esterilização da água por meio de lâmpadas ultravioletas, que exterminam as algas (que deixam a água esverdeada). Todo o sistema possui acionamento automatizado, para quen não seja necessário lembrar de ligar ou desligar o filtro. “Hoje é possível instalar até um dosador de ração para lagos, onde programamos com que frequencia e em que quantidade os peixes serão alimentados”, completa.


Foto: Divulgação
Os dois vasos cerâmicos foram preenchidos com cimento e possuem um registro para esgotamento da água, o que facilita a troca semanal do líquido.


Boas ideias

Em outro projeto de Luppi, um jardim de inverno de 8 m², o painel de madeira rústica feito em cumaru revela duas bicas de cobre que retornam a água para os vasos. Esse movimento proporciona um som suave que transmite tranquilidade.

Os dois vasos cerâmicos foram preenchidos com cimento e possuem um registro para esgotamento da água, o que facilita a troca semanal do líquido. “Abre-se o registro e a água sai em poucos instantes. Depois disso, repõe-se a água e religa-se o sistema”, explica Luppi. No interior de cada vaso foi instalado um refletor subaquático que, com a movimentação da água através das fontes, reflete a ondulação no painel de madeira.

Feno-grego

O feno-grego pode ser um aliado de homens que querem aumentar a libido. De acordo com uma pesquisa do Centre for Integrative Clinical and Molecular Medicine in Brisbane, na Austrália, o uso da erva representaria um crescimento de, pelo menos, 25% no desejo. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
Para chegar a essa conclusão, 60 pessoas do sexo masculino saudáveis, entre 25 e 52 anos, ingeriram um extrato da iguaria duas vezes por dia, durante seis semanas. Os seus níveis de libido foram monitorados e pontuados. No período do levantamento, a pontuação média subiu de 16,1 para 20,6, um crescimento de 28%. Enquanto isso, outro grupo de voluntários tomaram pílulas placebo e observaram diminuição em seus números.
As sementes de feno-grego contêm compostos chamados saponinas, que estimulariam a produção de hormônios sexuais masculinos, incluindo a testosterona. Segundo o jornal, a planta cresce na Ásia, faz parte da culinária indiana e suas folhas e sementes eram usadas desde o tempo dos antigos egípcios para tratar febre.
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