26 de jan de 2010

Mangaba

Mangaba


Mangaba



Nome Científico

Hancornia speciosa Gomes

Família Botânica

Apocynaceae

Origem Brasil

Características Gerais

A mangaba tem uma peculiaridade na sua venda: ela é oferecida aos consumidores em pequenos paneiros revestidos de folhas de bananeira, sendo encontrada nas feiras e mercados nos meses do inverno amazônico (dezembro a março).

É uma árvore originária do Brasil e pode ser encontrada desde o Amazonas até São Paulo. No Pará, é abundante na Ilha do Marajó e na Região do Salgado, mas existe, também, nas áreas do alto e médio Tapajós, Tocantins e Jari. O fruto tem uma polpa mole, viscosa, com um sabor doce, acidulado, muito gostoso. É ideal para o preparo de sucos e sorvetes.

Este fruto de origem indígena apreciado principalmente no Nordeste é proviniente da mangabeira, planta nativa do Brasil que pertence a família das apocináceas. O estado de Sergipe é o maior produtor brasileiro de mangaba.


Nesta fruta pode-se encontrar vitaminas A, do complexo B e C. A mangaba também apresenta em sua composição fibras, minerais como ferro, cálcio e fósforo. Ela é considerada uma excelente fonte de ferro e vitamina C.

100 g de mangaba possui cerca de 43 calorias.

Benefícios proporcionados pelo consumo da mangaba

•A presença das fibras garantem uma melhoria na ação intestinal

•Combate úlceras, herpes e tuberculose

•A infusão das folhas da mangabeira são eficazes contra problemas na pele (uso externo em forma de banho) e gripe (uso interno em forma de chá)

•Eficaz contra problemas hepáticos

•Atua como purgativo e laxante

•Atua contra mucos provinientes de gripe ou resfriado, conhecido como catarro

Utilizações na culinária

•Sucos

•Sorvetes

•Doces

•Mousses

•Bolos


Florais de Bach auxiliam no crescimento e tratamento de plantas

Florais de Bach auxiliam no crescimento e tratamento de plantas



A terapeuta Maria Aparecida das Neves indica as essências que ajudam no transplante de plantas, crescimento e até em traumas, como quedas.

As plantas são seres vivos e precisam mais do que água, terra e adubo para crescer de maneira saudável. Não é à toa que dizem que as plantas que recebem carinho e até palavras amenas crescem e florescem melhor...

A terapeuta floral Maria Aparecida das Neves indica os Florais de Bach Originais para ajudar as plantas que foram transplantadas, que sofreram quedas, que foram negligenciadas, esquecidas num canto, para as que foram cortadas e colocadas em vaso e até para o crescimento delas. “As plantas podem facilmente receber as essências florais. Pode-se colocar dez gotas na água ou no borrifador, seguindo as indicações abaixo ou até mesmo usando o Rescue Remedy”, diz Aparecida.

Acompanhe:

Para todas as plantas, Rescue Remedy – O Rescue Remedy é um composto de Florais de Bach originais para ser usado em situações de emergência: acidente, choque, alarme, pavor, nervosismo, estresse. Essa é a ‘essência do resgate’, composta por cinco elementos: Star of Bethlehem, Rock Rose, Cherry Plum, Clematis e Impatiens. O Rescue é apresentado em gotas, em embalagens de 10 ml ou 20 ml, spray e creme. Tanto o Rescue em gostas quanto em spray oferecem os mesmo benefícios, variando apenas a quantidade ingerida. Para as plantas, coloque dez gotinhas na água, borrife ou regue.

Para plantas transplantadas – Use o Rescue Remedy conforme indicado acima, adicionando a essência floral Walnut. Esse floral tratará a hipersensibilidade que a planta apresenta neste momento.

Para plantas expostas ao frio e à geada – Estas plantas devem ser banhadas com uma solução de Rescue Remedy e água.

Para vasos que caem de janelas ou prateleiras – Use Star of Bethlehem, para que suas plantas superem o trauma.

Para flores que foram cortadas – As flores que foram cortadas e colocadas no vaso também devem receber algumas gotas de Star of Bethlehem na água. Você também pode usar Walnut (para a mudança de ambiente), Wild Rose (para as que pendem, apáticas, sobretudo no inverno) e o Rescue Remedy.

Para plantas esquecidas – Se você esqueceu-se de uma planta num canto, se a negligenciou, use Rescue Remedy com as esssências Hornbeam e Willow. Essas essências florais farão com que as plantas recuperem porque porque transforma a insegurança e o ressentimento por ter sido abandonada em satisfação, positivismo e alegria pela vida, em conjunto com o Rescue traz o equilíbrio e sentido para florir novamente.

Para que suas plantas cresçam – Use as essências Vine (que ajuda a arrebentar a casca dura da semente para germinar), Hornbeam (que fornece energia adicional para o crescimento) e Olive (que supera a exaustão causada pela germinação e pelo crescimento). Na transição entre uma fase de crescimento e outra, use Walnut, que auxilia em todos os ritos de passagem, de transição.

Para livrar as plantas de pragas – Use Crab Apple, que faz uma limpeza nas plantas e as livra de insetos e pragas.
GUARANÁ

GUARANÁ



O guaranazeiro (Paullinia cupana, variedade sorbilis (Martius) Duke) é uma planta nativa da Amazônia, produz o fruto conhecido como guaraná. É uma espécie vegetal arbustiva e trepadeira da família das sapindáceas, cujo nome provém do termo indígena "varana", que significa árvore que sobe apoiada em outra. Cultivado inicialmente, na Amazônia pelos índios maués.

Na Bahia é cultivado no baixo sul da Bahia, tornando o estado o maior produtor do país. O cultivo é de grande importância sócio-econômica para a região em virtude de ser explorado por pequenas propriedades e por ser uma atividade típica de agricultura familiar.



A área cultivada na Bahia é de 8.000 há com produção de 2.600 toneladas e uma produtividade média superior a 500 kg/há contra menos de 300kg/há da região produtoras da Amazônia. A produtividade dos plantios da Bahia é muito superior, visto que a região reúne condições mais propícias ao desenvolvimento da planta, com boa distribuição de chuvas ao longo do ano, solos de maior fertilidade e baixa incidência de doenças como a antracnose, além de usar tecnologias geradas pelos pesquisadores da Ceplac (IBGE,2004).


CLIMA E SOLO


Espécie adaptada à baixa altitude, clima quente e úmido com 85% de umidade relativa, 26ºC de temperatura média anual e precipitação anual entre 1.500 a2000 mm. Os solos onde normalmente são plantados os guaranazeiros são de terra firme, profundos, bem drenados, porém quimicamente pobres. Plantios comerciais em solos férteis têm apresentado índices maiores de desenvolvimento vegetativo e de produtividade.


Preparo de mudas


A propagação do guaranazeiro por sementes é dificultada devido às suas características de perda rápida da viabilidade, não suportando desidratação acentuada nem baixa temperatura, enquadrando-se no grupo de sementes recalcitrantes. Além disso, a constituição genética altamente heterozigótica do guaranazeiro faz com que as características desejáveis sejam perdidas imediatamente, se forem propagadas por sementes, devido à segregação dos genes. As mudas propagadas por sementes devem ser oriundas de matrizes de alta produtividade e qualidade de frutos.

A semente de guaraná perde o seu poder germinativo com cerca de 7 dias, daí a necessidade da urgência em realizar a semeadura, para a obtenção das mudas bem formadas. O período de formação das mudas é em média 18 meses após a semeadura. As fotos abaixo revelam a grande variabilidade genética da espécie.

Plantio

O plantio do guaranazeiro no Sul da Bahia pode ser feito durante o ano inteiro, recomendando-se, entretanto o aproveitamento dos dias chuvosos para realização do mesmo. As covas devem ser abertas com as dimensões de 40cm em todas as direções e previamente adubadas com matéria orgânica com pelo menos 30 dias antes do plantio das mudas. Para o plantio definitivo faz-se uma seleção das mudas no viveiro, aproveitando as mais vigorosas. Os espaçamentos mais recomendados são de 4 x 4m e 5 x 4m.

Tratos culturais

As mudas de guaraná recém-plantadas devem ser mantidas livre do mato, evitando a concorrência em água, luz e nutrientes. Para tanto recomendam-se 2 limpas e 4 coroamentos no ano. O coroamento deve ser feito em círculo a uma distância de 1,50m em volta da planta nos dois primeiros anos e 2,0 m nos anos subseqüentes.

A poda de formação é utilizada nos três anos iniciais após o plantio. Devem ser mantidos apenas 3 lançamentos emitidos a partir de uma altura de 30 cm do solo. O caule principal deve ter o seu broto terminal podado com cerca de 1,70 m a fim de formar uma copa mais densa e evitar o seu tombamento por excesso de altura.

A adubação é indispensável, para tanto convém realizar a análise química do solo. A primeira adubação básica é feita 3 meses após o plantio. A quantidade de fertilizante pode variar com a idade da planta. Plantios com 1 ano de idade recomenda-se aplicar 200 gramas da fórmula ( 11- 30 - 17 ), conhecida regionalmente, como Fórmula A. A partir dos 4 anos aplicar 600 gramas da formulação indicada acima.

Nas condições do Sul da Bahia, praticamente não há problemas de pragas e doenças causando danos econômico aos guaranazeiros, ao contrário do município amazonense de Maués, o qual teve seus plantios praticamente arrasados pela antracnose em associação com outras doenças, ficou conhecido em quase todo mundo pela cultura do guaraná. Em virtude dos problemas ocorridos a produtividade no município caiu de 127 kg/ha/ano em 1982 para 43 kg/ha/ano em 1998.

Produtos, subprodutos e usos

O guaraná é usado na indústria farmacêutica e na fabricação de refrigerantes, xaropes, sucos, pó e bastões. São atribuídos ao guaraná, entre outras, as seguintes propriedades: estimulante, afrodisíaco, ação tônica cardiovascular, combate a cólicas, nevralgias e enxaquecas e ação diurética e febrífuga. O uso terapêutico da cafeína pode causar dependência psíquica e síndrome da abstinência; cosmético, no tratamento de pele oleosa e celulite (USP, 2004). O guaraná contém: cafeína, proteína,açúcares, amido,tanino,potássio, fósforo, ferro, cálcio, tiamina e vitamina A. O teor da cafeína na semente do guaraná pode variar de 2,0 a 5,0 % (do peso seco), maiores que os do café (1 a 2%), mate (1%) e cacau (0,7%).

Produtividade e colheita

Áreas comerciais de guaranazeiros tecnicamente bem conduzidos alcançam produtividade média em torno de 1.000 kg de amêndoas secas por ha/ano a partir do sétimo ano do plantio.

A colheita é manual, retirando-se os frutos maduros (abertos) ou os cachos. Após a colheita, os frutos devem ser amontoados num galpão por dois a três dias, para uma leve fermentação. Em seguida, são despolpados, manualmente ou por meio de máquinas despolpadeiras, secados ao sol ou com auxílio de secador artificial. A secagem artificial deve lenta e durar em torno de quatro a cinco horas até atingir em torno de 9% de umidade. Temos, assim, o grão de guaraná torrado, conhecido como guaraná em rama.

Gilberto de Andrade Fraife Filho - Engenheiro Agrônomo MSc Fitotecnia

José Vanderlei Ramos – Engenheiro Agrônomo MSc Fitotecnia


25 de jan de 2010

Jardim bonito

Jardim bonito


Deixe seu jardim bonito com alguns cuidados simples.

1. Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver fazendo isto, misture adubo orgânico.

2. Retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca.


3. Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer uma mistura básica:

Misture uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica acrescente: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio.

4. Adicione a mistura a sua terra e mexa bastante.

5. Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.

6. Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu jardim: se bate sol ou fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.

7. Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho, retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do torrão.

8. Para plantas com caules finos e altos, coloque um bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).

9. Para regar suas plantas, dê preferência para as primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol estiver forte.

Para vasos com plantas com caule regue por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso.

Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encha de água o prato que fica sob o vaso.

Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão.




10. Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois elas viram frutos.



11. Combata as pragas, pulverizando inseticidas vendidos nas casas do ramo.



12. Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com o vaso na beirada de uma mesa para que o torrão se solte. Replante como ensinado no passo 7.

CÂNFORA

CÂNFORA

Nome científico Cinnamomun comphora (L.) J. Presl



Família Lauráceas

Sinonímia popular Canforeiro, alcanforeira

Sinonímia científica Laurus camphora L.

Parte usada Folhas

Propriedades terapêuticas anti-séptica, estimulante, excitante, anti-reumática,parasiticida, anti-nevrálgica, revulsiva, anestésico local, anti-térmica, anti-diarréica,anti-helmíntica, moderadora das secreções sudoral e láctea.

Princípios ativos Terpenos (alfa-pineno, nopineno, canfeno, dipenteno, cariofileno, cadineno, bisaboleno, canfazuleno, etc.), álcoois (borneol, linalol, alfa-terpinol, etc.), cetonas (cânfora,piperitona), óxidos (cineol, etc.)

Indicações terapêuticas Contusões, dores musculares, reumatismo, frieira


Informações complementares

Outros nomes populares

Erva-cavaleira, rabugem-de-cachorro, alcanforero

Nome em outros idiomas

Espanhol: canforeto

Francês: champhre

Inglês: camphor tree

Italiano: cânfora

Origem Ásia Oriental, particularmente da ilha de Formosa, Japão e China Meridional.

Outros princípios ativos

Compostos da série aromática (p-cimeno, eugenol, safrol, etc.), aldeídos, ácidos da série gorda.

Uso medicinal

Utilizada na terapêutica, a cânfora vem sendo substituída por outras substâncias, algumas de constituição química análoga.

Da madeira triturada dos troncos e submetida a manufaturações oportunas, extrai-se o produto conhecido pelo nome de cânfora, cujas qualidades anti-sépticas, estimulantes, excitantes lhes são atribuídas.

Externamente é utilizado por suas propriedades revulsivas, a que se associa a uma ação anestésica local, em fricções, geralmente sob a forma de soluções alcólicas. Suas ações também são parasiticidas.

Tem aplicações também nas hemorragias uterinas e como vermífugo.

Internamente, administra-se por via hipordérmica em soluções oleosas. Atua sobre o sistema nervoso central, produz ação benéfica sobre o centro respiratório bulbar, com o aumento da amplitude dos movimentos respiratórios sem acelerar o ritmo, mas a sua ação mais notável é sobre o coração. É um cardiocinético, pois estimula o músculo cardíaco e reforça a sístole, regulariza as pulsações e a pressão sanguínea.

O óleo canforado, embora seja um cardiotônico eficiente, sua administração deve ficar a cargo do médico. Devido porém à sua insolubilidade na água (o que reduz uma ação lenta e a impossibilidade de administrar por via endovenosa), foi substituída por sucedâneos hidrossolúveis.

Como sedativo, recomenda-se nas doenças nervosas, hipocondria, histerismo, convulsões, epilepsia, melancolia, nevralgias, reumatismo.

Dosagem indicada

Contusões, dores musculares e reumatismo

Vinagre aromático para fricções e massagens: macerar em uma garrafa, por 10 dias, 400g de vinagre puríssimo de vinho, 50g de álcool a 90º, 50g no total das seguintes ervas frescas: sumidades floridas de alfazema, folhas de laranjeira, folhas de alecrim, folhas de hortelã, folhas de sálvia.

Antes de colocá-los nos líquidos indicados, esmagá-las um pouco, a fim de facilitar a saída dos humores. Tapar bem a garrafa, conservando-a em local fresco. Após os dez dias prescritos, dissolver 4gr de cânfora em 10gr de ácido acético, colocando este líquido na garrafa com todos os outros ingredientes.

Filtrar o líquido após algumas horas e vertê-lo em uma garrafa com tampa esmerilhada. Este vinagre aromático é prodigioso para todas as dores causadas por traumas ou dores reumáticas.

Aguardente canforada: misturar 300gr de aguardente a 60º, ou de álcool na mesma graduação e 5gr. de cânfora triturada. Conservar o líquido em uma garrafa bem tapada e empregá-lo para friccionar os músculos doloridos.

Frieiras

Locão: em uma garrafa de boca larga, colocar 200g de óleo de rícino desodorizado, aquecendo o recipiente em banho-maria. Enquanto a água se aquece (não deve nunca ferver), colocar na garrafa 10gr de essência de bergamota e 5 gr de cânfora. Deixar tudo em banho-maria por cerca de uma hora, depois afastar a panela do fogo. Quando o líquido estiver frio, tapar a garrafa herméticamente. Com esta loção fazer massagens três a quatro vezes ao dia sobre a região atingida pela frieira. Para prevenir é suficiente fazer uma única fricção ao dia.

Outros usos

Para flores e plantas

Quando uma planta sofreu a ação do vento ou a ausência de água, tomará rapidamente força e vigor se for regada com água canforada. A proporção é de uma colherinha de cânfora em pó em uma garrafa de água.

Traças

Contra as traças não há nem um produto igual à cânfora, cujo odor é particularmente desagradável a estes insetos. Espalhar alguns cubinhos pelos armários e gavetas, as roupas estarão assim seguras.

Desinfetante para empregos caseiros (Vinagre dos quatros ladrões de Marselha)

20gr de sumidades floridas de alguma destas plantas: losna, alecrim, sálvia, hortelã, arruda ou flores de alfazema

30gr de cada um destes aromáticos: casca de canela, ácoro, noz-moscada, cravo e alho.

5gr de cânfora

1250gr de puríssimo vinagre de vinho branco.

Os ingredientes devem ser deixados em maceração no vinagre, por dez dias. Filtrar o líquido e conservá-lo em um vidro com tampa esmerilhada. Serve para limpar as feridas e desinfetar as mãos que tenham tocado qualquer coisa infectada.

Muitas são as aplicações da cânfora, particularmente na produção de celulóide, matéria-prima doutras indústrias importantes: fabrico de pólvoras, plásticos, tintas.

A canforeira é extremamente decorativa, indicada para ornamentação de vias públicas e também para quebra-ventos.

Curiosidades

Vinagre dos quatro ladrões de Marselha

Conta a lenda que por volta de 1300, enquanto se alastrava uma peste terrível, quatro bandidos marselheses executavam assaltos nos locais infestados pela peste, saqueando casas e o comércio. Era porém um mistério o fato de passarem incólumes pelos locais infestados, sem adquirirem o terrível mal. Dizem que o segredo era uma mistura milagrosa que preparavam antes de iniciarem as suas incursões, com a qual enxaguavam a boca e limpavam as mãos. A sua receita chegou até nós. Trata-se de um excelente desinfetante, que todos fariam bem em ter esta receita em casa.

Um pouco de história

O Japão depois de ocupar a ilha de Formosa (Taiwan) organizou o próprio monopólio da produção e comércio da cânfora natural e sua essência, que perdurou até à perda do seu domínio em 1944; entretanto estabeleceu a cultura na própria pátria.

Concorrências surgiram para combater este monopólio, com plantações de canforeiro em outros países (Java, Estados Malaios, Austrália, Flórida, Brasil, Argélia, etc.), porém a organização japonesa inutilizou estas tentativas.

As circunstâncias modificaram-se depois da II Grande Guerra, em resultado do desenvolvimento da indústria da síntese química da cânfora, em particular nos EUA.


24 de jan de 2010

Cravo da Índia

Cravo da Índia



O craveiro-da-índia ou cravo-da-índia (Syzygium aromaticum) é uma árvore nativa das ilhas Molucas, na Indonésia. Atualmente é cultivado em outras regiões do mundo, como as ilhas de Madagascar e de Granada. O botão de sua flor, seco, é utilizado como especiaria desde a antiguidade, empregado na culinária e na fabricação de medicamentos.
Nomes Populares:
•craveiro-da-índia,
•cravina-de-túnis,
•cravo-de-cabecinha,
•cravoária,
•rosa-da-índia.
Propriedades:
•É Anti-séptico;
•Aromático;
•Alivia a dor de dente,
•Auxilia
◦a digestão,
◦nas fraquezas sexuais,
◦contra os gases,
◦o fluxo menstrual,
Precauções:
•Pode irritar a mucosa da boca,
•Deve ser evitado pelas gestantes, por promover contrações musculares no útero.
•O óleo em ecesso pode causar irritação na pele

23 de jan de 2010

Canela

Canela



A aromática Canela


Cinnamomum zeylanicum Breyn.

A canela é uma árvore originária do Ceilão, da Birmânia e da Índia e conhecida há mais de 2500 anos a.C. pelos chineses. Seu nome científico, "cinnamomum", segundo referências, é derivado da palavra indonésia "kayu manis", que significa "madeira doce". Mais tarde, recebeu o nome hebreu "quinnamon", que evoluiu para o grego "kinnamon".

A canela era a especiaria mais procurada na Europa e seu comércio era muito lucrativo. O monopólio do comércio da canela esteve nas mãos dos portugueses no século XVI, passou para os holandeses, com a Companhia das Índias Orientais, quando esses expulsaram em 1656 os portugueses do Ceilão, e depois, passou para as mãos dos ingleses, a partir de 1796, quando esses ocuparam essa ilha.

As canelas são algumas das espécies mais antigas conhecidas pela humanidade. A mais difundida é a Cinnamomum zeylanicum, originária do Ceilão, atual Sri Lanka. Outras, entretanto, como a Cássia (Cinnamomum cassia), chamada de falsa-canela e conhecida como canela-da-China, também têm importância econômica. Esta espécie é uma Laurácea arbórea muito cultivada nas províncias do sudoeste da China. As partes mais úteis das canelas são o córtex dessecado e o óleo. O óleo é obtido das folhas por destilação, por arraste a vapor. Seu principal constituinte é o aldeído cinâmico, cujo teor pode ser superior a 80%.

Considerada símbolo da sabedoria, a canela foi usada na Antigüidade pelos gregos, romanos e hebreus para aromatizar o vinho e com fins religiosos na Índia e na China. Entre as muitas histórias da canela, conta-se que o imperador Nero depois de matar com um pontapé sua esposa Popea, tomado de remorsos ordenou a construção de uma enorme pira para cremá-la. Nessa pira foi queimada uma quantidade de canela suficiente para o consumo, durante 1 ano, de toda a cidade de Roma! Mesmo sem a importância que teve no passado e não sendo mais motivo de lutas entre os povos, a canela continua indispensável, como tempero na culinária moderna.

A Cinnamomum zeylanicum cresce bem em solo brasileiro, onde já foi bem cultivada no passado, tendo sido introduzida pelos jesuítas. A canela é mencionada até em passagens bíblicas. No Livro dos Provérbios da Sagrada Escritura, por muitos atribuído a Salomão, no versículo "As Seduções da Adúltera", é feita a seguinte referência à canela:


"Adornei a minha cama com cobertas, com colchas bordadas de linho do Egipto.

Perfumei o meu leito com mirra, alóes e cinamomo ...

Vem ! Embriaguemo-nos de amor até ao amanhecer,

Porque o meu marido não está em casa;

Que o teu coração não se deixe arrastar pelos caminhos dessa mulher,

A sua casa é o caminho para a sepultura,

Que conduz à mansão da morte".



Simbolicamente, a canela é uma especiaria ligada ao amor, sendo empregada muitas vezes como ingrediente para perfumes mágicos e poções para conquistar a pessoa amada. Há quem acredite que ela atrai o sucesso nos negócios, trazendo sorte e determinação para a resolução de problemas.



Ficha da planta

Família: Lauráceas

Origem: Ceilão, Birmânia, Índia

Outros nomes populares: caneleira, caneleira-da-índia, caneleira-de-ceilão, cinamomo e pau-canela.

Outros Idiomas: cinnamomi (latim), cinnamon (inglês), canela (espanhol), cannelle (francês), cannella (italiano) e zimt (alemão).

Características: A caneleira é uma árvore que requer cerca de 1.300 mm de chuva por ano e temperatura média anual de superior a 21° C. A casca dos ramos é comercializada em rama (pau), raspas e pó. A caneleira é utilizada na culinária e na fabricação de bebidas, medicamentos, perfumes e sabonetes. Outras espécies do gênero Cinnamomum e Cassia também produzem canela. A canela é uma árvore de ciclo perene e que atinge até 8 a 9 metros de altura. O tronco alcança cerca de 35 centímetros de diâmetro.


As folhas são coriáceas, lanceoladas, com nervuras na base, brilhantes e lisas na parte superior e verde-claras e finamente reticuladas na parte inferior. As flores são de coloração amarela ou esverdeada, numerosas e bem pequenas, agrupadas em cachos ramificados.

Composição Química: acetato de eugenol, ácido cinâmico, açúcares, aldeído benzênico, aldeído cinâmico, aldeído cumínico, benzonato de benzil, cimeno, cineol, elegeno, eugenol, felandreno, furol, goma, linalol, metilacetona, mucilagem, oxalato de cálcio, pineno, resina, sacarose, tanino e vanilina. Partes Usadas: Óleo essencial e casca desidratada.

Propriedades Medicinais: Adstringente, afrodisíaca, anti-séptica, aperiente, aromática, carminativa, digestiva, estimulante, hipertensora, sedativa, tônica e vasodilatadora.

Cultivo e Conservação

Clima indicado: quente, com temperatura constante e chuvoso.

Exposição solar: Plena

Propagação e formação de mudas: a multiplicação é feita por meio de sementes, originárias de plantas produtivas, vigorosas e sadias. A semeadura é direta em saquinhos de polietileno após a retirada da polpa, a 1 cm de profundidade, preenchidos com terra de boa qualidade.

Solo indicado: textura arenosa, leve e bem drenado.

Espaçamento: 3,5 x 2,5m ;3 x 3m ou 2,5 x 2m ou mais adensado, de acordo com o manejo a ser utilizado. As covas são de 40 x 40 x40 cm, abertas e adubadas 30 a 60 dias antes do plantio. Adubação: esterco de animal curtido, húmus ou matéria orgânica, incorporados a 60 centímetros de profundidade.

Necessidade de água: Elevada

Proteção contra o sol: a planta necessita de proteção contra os raios solares nos primeiros meses após o plantio, o que pode ser feito com folhas de palmeiras ou outro material disponível.

Colheita da Casca: 5 anos após o plantio, quando ela naturalmente se solta do tronco (geralmente no outono).

Secagem da casca: primeiramente em local sombreado e bem ventilado por 4 a 5 dias; em seguida é exposta ao sol, não muito intenso.

Armazenamento: em recipientes de vidro bem limpos e fechados.

Usos:

Culinária: para condimentar presunto e alguns tipos de carne, no preparo de doces, pães doces, arroz-doce, bolos, tortas de frutas, cremes para pastéis e panquecas doces, frutas condimentadas, compotas, pudins e bebidas quentes como o chocolate e o café.

Cosmética: para dar brilho nos cabelos; usada em pastas dentais e óleos bronzeadores.

Saúde: Contra gases abdominais, úlceras estomacais causadas por stress, hipertensão arterial, resfriados e dores abdominais.

Contra-Indicações: gestantes.

Efeitos Colaterais: irritações na pele.

Fontes de pesquisa: Angelo C. Pinto - Instituto de Química, Universidade Federal do Rio de Janeiro e livro "Segredos e Virtudes das Plantas Medicinais".


22 de jan de 2010

Chá verde (Camellia sinensis)

Chá verde (Camellia sinensis)

O chá é proveniente das folhas da Camellia sinensis.





Atualmente, cerca de 3 mil produtos levam o nome de chá mas, na verdade, podem ser considerados chás mesmo, somente aqueles que tenham em sua composição a planta Camellia sinensis.



Conta uma lenda chinesa que no ano 2737 a.C., o imperador Shen Nung descansava sob uma árvore quando algumas folhas caíram em uma vasilha de água que seus servos ferviam


para beber. Atraído pelo aroma, Shen Nung provou o líquido e adorou. Nascia aí, o chá.

É bem provável que essa história nem seja verdadeira, mas dá um ar romântico à origem de uma bebida conhecida mundialmente. Esta lenda é divulgada como a primeira referência à infusão das folhas de chá verde, provenientes da planta Camellia originária da China e da Índia. Na verdade, o primeiro registro sinensis,


escrito sobre o uso do chá data do século III a.C. O tratado de Lu Yu, conhecido como o primeiro tratado sobre chá com caráter técnico, escrito no séc.


VIII, durante a dinastia Tang, definiu o papel da China como responsável pela
introdução do chá no mundo.

No inicio do séc. IX, a cultura do chá foi introduzida no Japão por monges budistas que levaram da China algumas sementes. A cultura teve êxito e desenvolveu-se rapidamente. O chá experimentou nestes dois países - China e Japão - uma evolução extraordinária, abrangendo não só meio técnico e econômico, mas também os meios artísticos, poéticos, filosóficos e até religiosos. No Japão, por exemplo, o chá é protagonista de um cerimonial complexo e de grande significado.

A chegada do chá à Europa não foi rápida. As referências mais antigas que se encontram na literatura européia a respeito do chá são atribuídas a Marco Pólo, no relato da sua viagem, e ao português Gaspar da Cruz, que teria citado o chá numa carta dirigida ao seu soberano. Já a sua introdução no continente europeu ocorreu no início do séc. XVII, em função do comércio que então se estabelecia entre a Europa e o Oriente. Ao que parece, foram os holandeses que levaram pela primeira vez o chá à Europa, intensificando o seu comércio, mais tarde desenvolvido pelos ingleses.


Na Inglaterra, o seu consumo difundiu-se rapidamente, tornando-se uma bebida muito popular. Essa popularidade estendeu-se aos países com forte influência inglesa, primeiramente nos Estados Unidos, depois na Austrália e Canadá. Hoje, o chá é a bebida mais consumida em todo o mundo.


O que é o chá
Como foi dito acima, o chá é proveniente das folhas da Camellia sinensis.


Atualmente, cerca de 3 mil produtos levam o nome de chá mas, na verdade, podem ser considerados chás mesmo, somente aqueles que tenham em sua composição a planta Camellia sinensis. Ou seja, aqueles que nós chamamos de chá de hortelã, erva-cidreira e outros são, para sermos mais corretos, tisanas ou infusões.
A partir das folhas da Camellia sinensis é possível obter diferentes tipos de chá e, dependendo do tipo de tratamento a que são sujeitas, dividi-los nas seguintes categorias:


Verde - - As folhas vão para a secagem após a colheita. Seu sabor é um tanto amargo. As folhas são apenas passadas pelo calor, imediatamente após colheita, evitando, assim, a fermentação. O chá Gyokuro (gotas de orvalho), do Japão, é considerado um dos melhores - suas folhas são cobertas com tela antes da colheita e, assim, preservam a clorofila e perdem tanino, ficando adocicadas.

Preto -  As folhas sofrem um processo de fermentação que confere ao líquido um tom avermelhado escuro e um sabor intenso. As folhas são colocadas em tanques fechados até fermentarem. Depois elas são aquecidas e desidratadas.

Oolong - Sofre um processo de fermentação muito curto. Uma secagem rápida é feita logo após a colheita. Depois as folhas vão para um tanque, para fermentar, mas o processo é interrompido no início. O sabor é suave. Este chá é o menos comum no mundo ocidental.


Aromatizados -  Qualquer chá, independentemente do tratamento pelo qual tenha passado, pode receber a adição de outras folhas, frutas secas ou flores, cujo sabor se mistura com o seu.




As mil e uma virtudes do chá verde

As virtudes medicinais do chá são de conhecimento milenar, especialmente seu efeito estimulante. Mas hoje, a ciência está comprovando suas propriedades terapêuticas e cosméticas. E isso está acontecendo com o chá verde (também conhecido como banchá), considerado atualmente um aliado da saúde por ser rico em flavonóides - substâncias antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular precoce. Também está comprovado que o chá verde ajuda a diminuir as taxas de colesterol e ativa o sistema imunológico. As virtudes do chá verde na prevenção do câncer, já muito divulgadas atualmente, vêm do fato de que ele é rico em bioflavonóides e catequinas, substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.

Além de conter manganês, potássio, ácido fólico e as vitaminas C, K, B1 e B2, ajuda a prevenir doenças cardíacas e circulatórias por conter boa dose de tanino: o consumo diário desse chá diminui as taxas do LDL (colesterol que faz mal à saúde) e fortalece as artérias e veias.

Mas as boas notícias não acabam aí: está comprovado que o chá verde acelera o metabolismo e ajuda a queimar gordura corporal. Um dos estudos foi realizado na Suíça com três grupos de pessoas que seguiram a mesma dieta. O resultado: o grupo que recebeu chá verde teve aumento de 4% na velocidade de combustão das calorias no organismo e de 5% na queima de calorias em relação aos outros dois grupos pesquisados. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, demonstrou que extrato de chá verde - que possui altas concentrações de antioxidantes como catequina, polifenóis e muitos outros compostos incluindo

cafeína - pode aumentar a utilização de energia muito acima dos efeitos da cafeína pura.

Pesquisadores acreditam, ainda,que o hábito de beber chá em vez de café é um dos fatores responsáveis pelo menor índice de infarto em países do Oriente. E como se não bastasse, comprovou-se também que as substâncias presentes no chá verde ajudam a prevenir cáries, têm ação antiinflamatória e antigripal, ativam o sistema imunológico e regeneram a pele.

Os princípios curativos e regeneradores da Camellia sinensis enriquecem os cosméticos que prometem recuperar o viço da pele e dos cabelos. Tanto que as indústrias de cosméticos incluem os extratos das folhas em fórmulas de produtos como cremes e loções.


Substâncias presentes na Camellia sinensis também dissolvem gorduras e são eficazes no tratamento de celulite e gordura localizada.

E para e pele mais um benefício: por ser rica em tanino, substância com propriedades anti-séptica e adstringente, a planta é indicada também para limpar e equilibrar peles oleosas. Na edição de 3 de março de 2004, a Revista Veja publicou uma matéria anunciando a mais recente novidade que aumenta a lista de benefícios do chá verde. Ainda na área da dermatologia, a novidade é que o chá verde pode proteger contra os efeitos nocivos do sol.

Segundo a revista, "o assunto foi um dos mais comentados do último congresso da Academia Americana de Dermatologia, por causa de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Nova Jersey". Eles descobriram que o chá, transformado em creme, melhora o sistema de defesa das células da pele contra os raios ultravioleta do tipo B, aqueles responsáveis pelo vermelho-pimentão.

Ao reduzir a inflamação causada por essa radiação, o chá verde aumentaria a proteção contra o câncer de pele. A descoberta pode ser o ponto de partida para a produção de uma nova família de loções.


A planta, como ela é...






Planta perene, do tipo arbustiva, a Camellia sinensis pertecente a família das Teáceas (Theacea). Originária do sudeste asiático, a planta produz economicamente por mais de 50 anos. No Brasil o arbusto é cultivado principalmente na região do Vale do Ribeira, no Estado de São Paulo, onde é utilizado para fazer chá preto.


A propagação da planta se dá preferencialmente pela via vegetativa, ou seja, por meio de estacas. A estaca para reprodução deve possuir uma folha desenvolvida e sua respectiva gema auxiliar com 3 a 4 cm. A extremidade do ramo deve ser cortada em bisel, isto é, na diagonal.

As folhas mais jovens e os gomos da Camellia sinensis - parte da planta utilizada na produção do chá comercial - são cobertos por uma fina cobertura branca e sedosa, semelhante a uma penugem que, mais tarde, desaparece. Ao que se sabe, é esta cobertura que dá origem ao nome pelo qual é conhecido o gomo terminal: "pekoe", da palavra chinesa pak-ho, que significa cabelo ou penugem.


As flores da planta são pequenas, brancas, geralmente com 4 ou 5 pétalas, aromáticas e aparecem nas axilas das folhas em grupos de 2, 3 ou 4. O fruto é uma cápsula com 2 ou 3 cm de diâmetro. Dada a grande dispersão que a planta sofreu desde o início do seu cultivo até aos nossos dias e a livre hibridação entre os vários tipos geográficos, não tem sido fácil para os botânicos a descrição das variedades existentes.

E para quem pretende saborear esta bebida que já esta sendo considerada medicinal, vale lembrar: até a simplicidade do chá não dispensa alguns pequenos cuidados especiais. Recomenda-se guardá-lo bem acondicionado em local fresco e seco e, na hora do preparo, passar água fervente no bule e nas xícaras Para o chá


verde, especialistas aconselham que a água esteja um pouco abaixo da fervura e,


de preferência, nada de acrescentar açúcar. Preparar a bebida é simples: faça uma infusão com uma colher de sopa rasa da erva para cada xícara de água "quase" fervente.





Jaborandi

Jaborandi


Pilocarpina é um alcalóide extraído das folhas da planta jaborandi (Pilocarpus pennatifolius), uma espécie vegetal disponível somente no Brasil. O jaborandi é conhecido há vários séculos pelos índios tupi-guarani que a chamavam de yaborã-di (planta que faz babar) e indicada sempre que se queira aumentar a produção de suor (gripe, edemas ou hidropisia).

Esta planta é um arbusto do gênero Pilocarpus, de ocorrência natural em algumas regiões do norte/nordeste do Brasil, especificamente entre o Maranhão e o Piauí, que tem folhas claras podendo chegar até dois metros de altura. Suas folhas estão repletas de pequenas bolsas secretoras que quando esfregadas soltam um cheiro semelhante ao da laranja.


Willem Piso, médico e naturalista holandês, veio para o Brasil por ocasião da ocupação holandesa, chegando no início de 1637 e retirando-se em 1644. Dedicou-se ao estudo das doenças do Brasil Holandês. Escreveu a obra Historia naturalis Brasiliae, com a colaboração do naturalista alemão Georg Marggraf. Piso deixou em suas obras observações detalhadas sobre as enfermidades brasileiras, as propriedades terapêuticas das plantas e o efeito do veneno dos animais. Esta obra serviu de fonte para a inclusão das espécies da fauna e da flora brasileiras no Systema Naturae de Carl von Linné.

Piso e Macgrave, o médico holandês e seu assistente alemão, analisaram cientificamente o uso de plantas e a nosologia indígena. Piso introduz na farmacologia européia o jaborandi (analgésico). O ensinamento de Piso e Macgrave obteve reconhecimento na América portuguesa como prova as referências feitas as suas obras poucos anos mais tarde pelo padre Simão de Vasconcelos. Contudo a generalidade dos médicos europeus assumia postura hostil à terapia indígena ou afro-brasileira

A pilocarpina pertence a um pequeno grupo de alcalóides, contendo amidazol em sua estrutura. Diferentes sais são produzidos com pilocarpina, tais como: sulfato, cloridato e nitrato. A pilocarpina é usada na formulação de gotas oculares para o tratamento do glaucoma, reduzindo a pressão intra-ocular e também em exames clínicos.

O glaucoma é uma doença comum definida pela lenta e progressiva perda de visão, sendo a segunda causa de cegueira nos EUA, perdendo apenas para a diabetes. Embora o glaucoma não tenha cura, a prevenção da progressiva perda da visão é conseguida reduzindo-se a pressão intraocular. O aumento da pressão intraocular pode ser o resultado do aumento da produção de humor aquoso ou redução da drenagem deste mesmo humor aquoso. O humor aquoso é um corpo gelatinoso, composto de 99% de água, transparente e avascular, que perfaz dois terços do volume e do peso do olho. A pilocarpina atua facilitando a eliminação de humor aquoso. Embora efeitos colaterais sistêmicos sejam raros, a alta incidência de efeitos colaterais no próprio olho, aliados ao incoveniente de exigir dosagens de quatro vezes por dia, tornam a pilocarpina menos popular do que outras medicações anti-glacoma.

No Brasil, as atividades da empresa SourceTech estão direcionadas à produção e comercialização de princípios ativos vegetais de aplicação farmacêutica e alimentícia. Nos setores laboratorial e experimental a empresa desenvolveu tecnologias para extração e produção de diversos fitoterápicos e insumos, sendo a Soucertech a única produtora mundial do alcalóide denominado PILOCARPINA. Os principais clientes são os laboratórios farmacêuticos e as indústrias alimentícias com centros de desenvolvimento e pesquisa sediados na Europa e Estados Unidos. A SourceTech participou do 3º Venture Forum (SP) realizado em 18 e 19 de abril de 2001.

A empresa alemã Merck é detentora da patente do uso do pilocarpo (US5059531 de 1991), que beneficia a planta no Brasil mesmo e leva o material pré-industrializado para refinamento e embalagem na Alemanha. Como ocorre com diversas outras plantas tropicais, a taxa de germinação cai em mais de 90% em poucas semanas o que dificulta o transporte das sementes para cultivo em áreas muito afastadas dos locais de coleta. Segundo o professor da Unesp, Mário Palma, dados oficiosos datados de 1989 dão conta de que a comercialização desse produto rende anualmente ao laboratório cerca de R$ 25 milhões. A patente descreve o processo de isolamento da pilocarpina a partir de culturas in vitro da planta pilocarpo uma vez que os métodos químicos ou bioquímicos são anti-econômicos.

O Jaborandi parece ter destino semelhante ao da Espinheira Santa. É encontrado em uma região de solo e clima bem característicos, entre o Pará e o Maranhão. Seu princípio ativo já é largamente usado pela indústria de medicamentos no tratamento do glaucoma. Era utilizado no passado para aguçar o faro de cães de caça. Também indicado no tratamento de doenças do aparelho respiratório. Vários xampus trazem o Jaborandi em sua fórmula, tido como um poderoso aliado na luta contra a queda de cabelo.

Há anos, a planta vem sendo extraída em grandes quantidades para uso de laboratórios estrangeiros. Não existem planos para reposição dos exemplares retirados da região. As poucas áreas de cultivo regular são controladas por laboratórios estrangeiros. Um espécie ameaçada é o jaborandi (Pilocarpus jaborandi), muito utilizado em formulações cosméticas. Esta planta faz parte da Lista Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção, publicada em 1992 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

Estimula o crescimento e renovação celular na pele e cabelos, utilizado na prevenção e tratamento da queda de cabelos de diversas causas. Contém alcalóides, especialmente a pilocarpina e óleos essenciais. Desta planta é extraido o cloridrato de pilocarpina, vasodilatador tópico, com aplicações médicas nas áreas de dermatologia, angiologia e oftalmologia.









Tribullus Terrestris

Tribullus Terrestris

TRIBULUS TERRESTRIS


É uma erva natural, comumente conhecida como a videira da punctura (picada ou ferimento feito com punção) que tem sido usada durante séculos na Europa para tratamento da impotência e como um estimulante para ajudar a aumentar o impulso e o desempenho sexual.

Como apoio atlético, esta potente erva tem sido observada e estudada para realizar a produção do LH (hormônio luteinizante) e impulsionar os níveis de testosterona. Este poderoso extrato, como DHEA e Androstenediona, pode ajudar a elevar os níveis de testosterona sem perigo e seus efeitos têm sido cobiçados pelos atletas búlgaros durante décadas.

O Tribulus terrestris vem sendo produzido e consumido em larga escala em toda a Europa, graças aos resultados positivos que apresenta no combate à impotência e à queda de libido em pacientes de ambos os sexos.

Dr. Décio Luiz Alves, Médico Ginecologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O Tribulus terrestris provoca vasodilatação o na região genital, o que pode explicar os seus efeitos sobre a ereção. Pode aumentar ainda a contagem de espermatozóides, bem como a sua motilidade, podendo, por isso, ser um auxiliar precioso para tratar a infertilidade. Em mulheres, diminui os sintomas da frigidez sexual, aumenta a libido e reduz os sintomas da menopausa.

Ao aumentar as concentrações plasmáticas de testosterona, aumenta também produção de músculo como efeito anabólico. A testosterona é vital porque desempenha vários papéis essenciais no nosso organismo, em especial, a síntese de massa muscular, com os consequentes ganhos de força.


Por que eu deveria usar TRIBULUS TERRESTRIS?

Como DHEA e Androstenediona, Tribullus terrestris pode naturalmente favorecer a produção da testosterona. Testosterona é vital porque ela desempenha vários papéis essenciais em nosso corpo, incluindo a construção do músculo e força.

Atletas estão usando Tribulus terrestris para ajudar a garantir que seus níveis deste hormônio natural estejam nos níveis normais em qualquer tempo. Isto pode, portanto, garantir que os níveis de testosterona sejam mantidos completos na plataforma natural e sem o uso de drogas perigosas como os esteróides. Vale ressaltar que esta planta não é proibida pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).


Que pesquisas foram feitas sobre o TRIBULUS TERRESTRIS?


Quando os cientistas iniciaram as primeiras pesquisas sobre Tribulus terrestris, eles tinham como único propósito, descobrir um seguro e natural tratamento para deficiências sexuais. Estas pesquisas levaram à descoberta do Tribulus terrestris que eleva significantemente os níveis do LH e da Testosterona. Um outro estudo seguinte, conduzido sobre homens sadios com 28-45 anos, mostrou que 3 (três) doses de 250 mg, tomadas uniformemente durante todo o dia, por justamente cinco dias, elevou os níveis de testosterona em perto de 30% ou mais.

Estudos adicionais confirmaram os estudos feitos anteriormente e também mostraram que, além de uma elevação nos níveis da testosterona, indivíduos observaram um aumento na libido, frequência e força na ereção e recuperação da atividade sexual. Outras mudanças foram notadas: redução do colesterol, humor melhorado, aumento da autoconfiança e do desejo de enfrentar desafios.

O Instituto Químico-Farmaceutico em Sofia, na Bulgária, conduziu estudos clínicos com Tribulus terrestris, que mostraram uma melhoria nas funções reprodutoras, incluindo aumento na produção de esperma e testosterona em homens.

Nas mulheres verificou-se um aumento da concentração de hormônios, incluindo o estradiol, com alteração ligeira da testosterona e melhoria da função reprodutora, libido e ovulação.

Um outro estudo envolvendo indivíduos saudáveis que tomaram 750mg/dia de Tribulus terrestris, avaliaram as respostas hormonais que revelaram aumentos de LH de 14,38 ml/U/ml para 24,75mI/U/ml. A testosterona livre nos homens também aumentou de 60ng/dl para 84,5ng/dI3.

Outro estudo realizado em mais de 200 homens que sofriam de impotência, revelou que muitos dos homens experimentaram aumento dos níveis de LH e testosterona, da produção de esperma e da sua motilidade.

Que dose de TRIBULUS TERRESTRIS deverei tomar?

Por enquanto não existe um guia definitivo sobre a quantidade de Tribulus terrestris que deverá ser tomada. Há diferentes diretrizes sugeridas por especialistas no campo médico. A mais sugerida é 250-750 mg por dia, tomada uniformemente durante todo o dia.

Quais os efeitos colaterais causados pelo TRIBULUS TERRESTRIS?

Igualmente como qualquer suplemento, cautela devera ser exercida quando pensar em tomar Tribulus terrestris. Nos estudos das pesquisas feitas nenhum efeito adverso foi notado proveniente do uso de Tribulus terrestris.

Além disso, em pesquisa adicional, nenhum efeito adverso foi demonstrado sobre o sistema nervoso ou cardiovascular. Até este momento nenhuma toxicidade ou efeito negativo ocorreu quando Tribulus terrestris é usado como suplemento nutricional.

19 de jan de 2010

Cheflera - Schefflera arboricola

Cheflera - Schefflera arboricola


Nome Científico: Schefflera arboricola


Sinonímia: Heptapleurum arboricola, Heptapleurum arboricolum

Nome Popular: Cheflera, cheflera-pequena

Família: Araliaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Taiwan

Ciclo de Vida: Perene


Arbusto vigoroso que facilmente chega ao porte de árvore, de folhas separadas em 8 folíolos, verdes e brilhantes. A variedade variegada apresenta tonalidade verde e amarela. Planta muito rústica e pouco exigente que pode ser utilizada isolada em vasos ou em grupos como maciços ou cerca viva, com topiaria ou não, separando áreas no jardim.

Fica muito bem em jardins tropicais ou modernos. Pode ser cultivada a pleno sol ou a meia-sombra. Na primavera produz inflorescências compostas de muitas florezinhas amareladas que formam frutos muito ornamentais. Para se desenvolver plenamente deve ser plantada em solo fértil com adubação orgânica e regada regularmente. Multiplica-se por sementes ou por estaquia.




Mirra

Mirra

Mirra (árvore)


Resina da mirraA Mirra é um árvore espinhosa, de folhas caducas, que pode atingir 5 metros de altura, com flores vermelho-amarelo, e frutos pontiagudos. É nativa do nordeste da África (Somália e partes orientais da Etiópia) encontra-se também no Médio Oriente, Índia e Tailândia. Cresce em matas e prefere solos bem drenados e muita exposição ao sol.

Propaga-se por sementes, na Primavera, ou por estacas ao fim do estágio de crescimento. É também o nome dado à resina colhida de fissuras abertas na casca da árvore de nome botânico Commiphora molmol, que depois de seca se transforma em grânulos de coloração amarela-avermelhada. A palavra mirra origina-se do hebraico maror ou murr, que significa "amargo".


Aplicações

A resina que se obtém dos seus caules é usada na preparação de medicamentos, devido a suas propriedades anti-sépticas.
Os egípcios empregavam a mirra no culto ao deus Sol e como ingrediente na mumificação, uma vez que suas qualidades embalsamadoras já eram conhecidas. Até o século XV, era usada como incenso em funerais e cremações. É também utilizada em algumas celebrações religiosas como a missa. A sua fragrância também pode ser utilizada em incensos para dar um leve aroma de terra ou como aditivo para o vinho, uma prática descrita por Fabius Dorsennus, uma autoridade no assunto durante a Antigüidade.

Atualmente utilizam-se comercialmente os componentes da mirra em produtos como loções, pastas de dente, perfumes e outros cosméticos. A naturopatia ainda recomenda seu uso em cavidades orais no tratamento de infecções causadas por bactérias, fungos e vírus.
Romãzeira - Punica granatum

Romãzeira - Punica granatum

Nome Científico: Punica granatum



Nome Popular: Romãzeira, romã, romeira

Família: Lythraceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Oriente Médio

Ciclo de Vida: Perene

A importância da romã é milenar, ela aparece nos textos bíblicos e os gregos a consideravam como símbolo do amor e da fecundidade. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo, pois acredita-se que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.

É uma arvoreta que atinge de 2 a 5 m, de tronco acinzentado e ramos avermelhadas quando novos. A romãzeira se adapta desde os climas tropicais e subtropicais aos temperados e mediterrânicos. As flores da romazeira são vermelho-alaranjadas e simples, ocorrendo variedades de flores dobradas como a "Legrellei". Os frutos são esféricos, com casca coriácea e grossa, amarela ou avermelhada manchada de escuro. O seu interior é composto de muitas sementes, cobertas por um tegumento espesso, polposo de cor rósea ou avermelhado, de sabor ácido e doce. É esta polpa que envolve as sementes a parte comestível do fruto.

Sua popularidade no paisagismo tem aumentado muito nos últimos tempos. A utilização da romazeira é usual em jardins de estilo mediterrâneo e é crescente seu cultivo em vasos, adaptando-se aos jardins em varandas e pequenos espaços. A variedade "Nana" (Mini-romazeira) é a mais apropriada para esta utilização.

Pode ser cultivada em grande variedade de solos, preferindo os profundos, sempre sob sol pleno. Rústica, tolera moderadamente a salinidade, as secas e o encharcamento. Resiste às temperaturas baixas de inverno e é sensível às geadas tardias de primavera. Multiplica-se por sementes.


Medicinal

Indicações: Afecções da boca, olhos e pele, amigdalites, cólicas intestinais, envelhecimento, doenças cardíacas.

Propriedades: Anti-séptico, antiinflamatório, antioxidante, adstringente, diurético.

Partes usadas: Frutos, casca dos frutos e das raízes, folhas.

Colaborador: Christiane Calderan
Verbena

Verbena


Nome Científico: Verbena hybrida


Nome Popular: Verbena, Camaradinha

Família: Verbenaceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América do Sul

Ciclo de Vida: Perene

De flores miúdas arranjadas em um pequeno buquê, a verbena é uma plantinha de ramagem delicada que confere um ar campestre ao jardim. As plantas comerciais são em sua maioria híbridos entre Verbena chamaedrifolia, V. phlogiflora, V. incisa e V. teucrioides. As flores podem ser diversas cores e combinações entre vermelhas, brancas, róseas ou roxas. De fácil cultivo, pode ser plantada em vasos, jardineiras, canteiros ou em maciços. Apesar de perene, deve ser tratada como bienal, pois perde o viço com o passar do tempo.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em substrato rico em matéria orgânica, bem drenável, com regas regulares. Tolerante ao frio. Multiplica-se pela divisão da planta e por sementes.

16 de jan de 2010

Suculentas

Suculentas




Originárias em sua maioria de ambientes desérticos, onde predomina o clima árido e as altas temperaturas, elas desenvolveram características especiais para que pudessem se adaptar. Algumas têm uma espécie de "pêlo" nas folhas, outras uma camada de cera, ambas as coberturas previnem a perda de água armazenada nas seguintes estruturas: folhas, caules, ou ainda nos troncos e raízes.

A capacidade de armazenar água e a grande resistência faz com que elas exijam pouquíssima manutenção. Geralmente basta um substrato bem drenado, no mínimo 4 horas diárias de sol e um bom regime de regas.


Para tê-las em casa por um bom tempo, basta seguir estas dicas:

Sua suculenta pode ser plantada tanto no vaso plástico como no de cerâmica, mas tenha sempre em mente que o plástico vai exigir um número menor de regas, pois ele não absorve a água como o de cerâmica, e consequentemente, permanece mais tempo molhado.

Aumenta o aproveitamento dos adubos colocados no solo, principalmente os NPK, pois as plantas terão maior capacidade de absorção.

Use um substrato bem drenado. Existem muitas recomendações de substrato, você pode encontrar uma que dê melhores resultados. Para isso teste em casa com suas mudinhas:

Sugestão 1:
1 parte de terra vegetal
2 partes de areia grossa
Sugestão 2:
1 parte de terra vermelha
1 parte de húmus de minhoca
1 parte de areia grossa
1 parte de carvão vegetal moído
As regas devem ser cuidadosas, uma vez por semana no verão, de maneira abundante, e uma vez a cada quinze dias no inverno. Não use pulverizadores para não formar um ambiente úmido em torno das plantas. Essa é só uma sugestão – você descobre a medida – se perceber que suas plantas estão murchando, aumente gradativamente a quantidade de água, caso as folhas da base começarem a apodrecer, diminua.

Não adube excessivamente seus vasos. O excesso de nitrogênio faz com que as plantas cresçam exageradamente e fiquem muito suculentas. A planta fica estiolada (comprida e magrinha) e com as portas abertas para o aparecimento de doenças.

Use 1 colher de café de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use também farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração.

Deixe seus vasinhos ao sol, a maioria das suculentas gosta dele. As plantas que não tomam a quantidade necessária de luz ficam estioladas, tem sua aparência descaracterizada, a cor fica pálida e elas começam a apodrecer na base. Sempre observe o desenvolvimento e pesquise sobre as necessidades da sua planta, só assim ela vai ficará sadia e poderá oferecer toda sua beleza.