26 de fev de 2009

Gloxínias

Gloxínias


Folhas e pétalas aveludadas, cores intensas e exuberantes: assim é a gloxínia, uma planta de grande valor ornamental, muito utilizada na decoração de interiores e de fácil cultivo.
Pertencente à família das Gesneriáceas, a gloxínia (Sinningia speciosa) é uma planta exótica que exibe em suas cores e formas toda a beleza e exuberância das matas tropicais. Intensamente colorida em tons avermelhados, rosados, alaranjados e arroxeados, a gloxínia ainda pode ser encontrada em variações que alternam a cor vinho ou púrpura, por exemplo, com as bordas das pétalas esbranquiçadas. Sua origem tropical pode ser notada no tamanho e características de flores e folhas: as flores, aveludadas e graúdas, podem atingir até 10 cm de diâmetro e a folhagem, igualmente de tamanho considerável, apresenta folhas ovaladas e também aveludadas.
Nativa do Brasil, é uma planta tuberosa, de fácil cultivo, que floresce praticamente o ano inteiro. Apesar disso, ela passa por um período de dormência, todos anos, quando parece ficar seca, sem produzir folhas ou flores. Durante esse período de descanso, recomenda-se diminuir as regas gradualmente, até que a planta seque por completo. Os tubérculos permanecerão em dormência pelo período de um a três meses, sendo que a terra deve ficar apenas levemente umedecida. Após esse tempo, pequenos brotos começam a surgir, dando sinais de que o descanso acabou e a planta está pronta para retomar o seu crescimento.
O processo de multiplicação das gloxínas é muito fácil: por meio da divisão de tubérculos ou estaquia de folhas é possível obter novos e saudáveis exemplares.
Para o cultivo bem-sucedido das gloxínias, recomenda-se solo poroso, podendo-se usar como base a seguinte mistura: 1 parte de terra, 2 partes de composto orgânico, 1 parte de areia grossa e 1 parte de farinha de ossos.
A gloxínia necessita de muita luminosidade para se desenvolver bem, mas não tolera a exposição direta aos fortes raios de sol. Locais próximos a janelas, onde possa receber luz e calor pela manhã e à tarde, são ideais para esta planta. Durante as regas, recomenda-se não molhar as pétalas, que mancham facilmente, ficando sujeitas ao ataque de doenças.
É preciso cuidado com o excesso de água: muita umidade contribui para a proliferação de fungos e insetos, que costumam se alojar nos brotos novos e na parte de baixo das folhas. No caso de ataques, recomenda-se lavar a parte afetada com água morna e sabão neutro e, depois, enxaguar. Folhas e pétalas murchas ou muito atacadas devem ser removidas.
Como uma planta tropical, a gloxínia prefere temperaturas entre 22 a 24 graus C e nível médio de umidade. Para não errar, pode-se usar um método simples para irrigação: encha o fundo de um recipiente grande e largo com cascalhos e coloque os vasos com as gloxínias sobre esta camada; em seguida ponha água no recipiente e deixe que a terra absorva a umidade necessária.

Gloxínia

Nome científico: Sinningia speciosa

Família: Gesneriáceas

Porte: Pode atingir até 30 cm

Floração: O ano todo, alternando períodos de dormência

Propagação: Estacas de folhas e divisão de tubérculos

Características: Planta perene, ideal para cultivo à meia-sombra, com muita luz e longe do sol forte. Resulta em belos efeitos mesmo plantada isoladamente.

24 de fev de 2009

Flores Flor de Lis - A mais disputada das flores

Flores Flor de Lis - A mais disputada das flores


Belíssima e concorrida em decorações e arranjos de flores, a Flor-de-Lis é símbolo tanto de poder e soberania, como de pureza de corpo e alma.

A Flor-de-Lis é uma planta bulbosa que produz flores brilhantes de tons avermelhados e folhas laminares que aparecem depois das flores. Deve receber regas espaçadas, sem permitir que seu solo permaneça seco, porém as regas devem ser intensificadas quando houver flores, pois nessa fase ela necessita de uma quantidade maior de água. Ela gosta de bastante luminosidade solar e solo arenoso, sendo ideal misturar uma parte de terra vegetal, outra de terra comum e duas de areia e umidade sem excesso, para não causar o apodrecimento dos bulbos e facilitar o desenvolvimento de fungos.

A história conta que a França já utilizava a Flor-de-Lis como emblema de suas armas em torno do ano 500, sendo que as mantas dos reis do período pré-Cruzadas, bandeiras e outras indumentárias de luxo já eram ornadas com a imagem dessas flores. Hoje a Flor-de-Lis está presente em diversos brasões de cidades e na própria bandeira da Francesa, onde figura, conforme alguns autores, desde 1125. Mas há outros autores que acreditam que o símbolo passou a ser utilizado no reinado de Louis VII, O Jovem, em 1147, de onde teria originado seu nome, inicialmente Flor-de-Luis.

Estudiosos afirmam ainda, que as flores descendem da egípcia Flor de Lótus, outros, acreditam descender da Íris e há, ainda, os que entendem sua origem no Lírio. Há versões de que seu desenho já estava estampado em antigas moedas assírias e mulçumanas. Outras histórias também são contadas, mas, apesar da confusão gerada pela semelhança entre essas três flores, ainda mais acentuadas nos desenhos, elas são flores de espécies diferentes, sendo que a Flor–de-Lis tem origem no México e na Guatemala, tendo sido introduzida na Europa através dos espanhóis.


Flores Flor de Lis : curiosidades

A Flor-de-Lis é o símbolo oficial do movimento escoteiro desde 1907, quando assim foi escolhida e determinada por Baden-Powell. Foi desenhada na cor amarelo-ouro ao centro de uma bandeira verde, tendo sido hasteada juntamente junto a uma bandeira inglesa no primeiro acampamento escoteiro, em Brownsea, uma ilha do sul da Inglaterra. Essas flores foram escolhidas porque eram anteriormente utilizadas nas cartas náuticas como indicação do norte na Rosa dos Ventos, ou seja, por representar o sentido de direção.
Flores Amor Perfeito - Nosso amor vai durar pra sempre

Flores Amor Perfeito - Nosso amor vai durar pra sempre


Dedicado a deusa Minerva, o Amor-Perfeito é o símbolo da glorificação do trabalho mas também está associado ao amor romântico, duradouro, amor para toda a vida.

De origem européia, também é conhecido como “viola tricolor”. Representa recordação, reflexão. Em francês, anuncia “le pansée”, o pensamento, o pedido de retorno, a força de atração que o pensamento exerce sobre as coisas o amor.

É a imagem do mensageiro sentimental nos cantinhos das correspondências breves ou em cestas que lindas meninas do campo carregavam serenamente.

Trata-se de uma herbácea que mede entre 15 e 30 centímetros de altura com flores garbosas arredondadas, que podem ter até 15 centímetros de diâmetro. São flores manchadinhas, o que lhes dá um aspecto de rosto humano, com grande variedade de colorido, combinando flores cor branc, flores cor rosa, flores cor amarelo, flores cor roxo e flores cor marrom, que se formam na primavera.

O Amor-Perfeito Gosta de terra bastante fértil, sempre úmida. Não deve ser exposto ao sol forte e obtém melhores resultados em regiões frias.

São flores que, por sua resistência e lindo colorido, são colocadas em entradas de muitas cidades e pequenas vilas. Dificilmente consegue-se evitar uma espiada quando se passa em lugares urbanos ornados com o colorido e a alegria dessas flores, que também se revela perfeita em jardins ornamentais ou para decoração de varandas.

Combina com outras diversas flores, como petúnias e begônias, por exemplo. Com a chegada do verão, estação na qual o Amor-Perfeito murcha, pelo excesso de calor, e seu aspecto é decomposto, sugere-se que o caule seja cortado em sua parte mais baixa, para que se possa apreciar novamente a exuberância de suas cores na próxima estação de florescimento.

Por serem três as cores mais comuns dessas flores, também é conhecida como “erva-da-trindade”, em homenagem a Santíssima Trindade.

É Indicada para pessoas desempregadas ou solitárias que buscam se restabelecer emocionalmente e financeiramente, essas flores estão ligadas ao signo de Touro, que prima pela preservação tudo o que é valioso.


Flores Amor Perfeito : curiosidades


Na Inglaterra, era costume entre as mulheres oferecer um pouco de terra dos amores-perfeitos aos seus maridos marinheiros, para que, no longínquo do oceano, eles não se esquecessem de suas famílias.
Glicinia

Glicinia

Verde em Folha


Originária da Ásia, a Glicinia é uma trepadeira que pode chegar a oito metros de comprimento. 

Ela produz belíssimas flores que podem medir até 45 centímetros. São geralmente na cor azul, embora também existam variedades com flores brancas ou flores rosadas.

A Glicinia possui um perfume agradável e floresce durante a primavera e o verão, quando se cobre de lindos cachos de flores, e com menos intensidade, no outono. Mas pode lavar vários anos para que isso aconteça. 

Os caules da Glicinia chegam a formar uma estrutura lenhosa de muito vigor, que geralmente demora cerca de três anos a ser consolidada, formando flores muito decorativas, normalmente cobrindo paredes, muros, arcos e outros.

Existem três espécies de Glicinia: uma delas, Wisteria sinensis, produz cachos de flores cujo tamanho pode chagar a 30 centímetros. As outras duas, Wisteria floribunda e Wisteria macrostachya, apresentam cachos de flores que atingem até 45 centímetros.

Costuma ser utilizada para cobrir muros e enfeitar jardins. Gostam também de se fixar em árvores e da exposição à luz solar. A Glicinia suporta climas frios e tem boa resistência às secas. Para que suas flores tenham boa saúde, são necessárias podas freqüentes no verão. A cada quinze ou vinte dias é o ideal. Já, no inverno, basta que seja podada uma única vez. Requer muito trabalho durante o verão, mas é assim que se obtém o melhor da Glicinia. Uma vez por ano, ao menos, deve-se acrescentar adubo orgânico, para que sua floração seja cada vez mais bonita.

Suas flores são bastante utilizadas em arranjos de flores, mas sua versatilidade permite que seja cultivada até mesmo como bonsai.

As Glicinias são flores ornamentais que representam mensagens doces quando utilizadas para presentear, sugerindo mensagens como “Você é uma doce pessoa”, “Tenho muito carinho por você” e “viver o nosso amor é uma delícia”.

Flores Glicinia : curiosidades

As Glicinias eram as flores preferidas da Arte Nova, no século XIX. Também os gregos e os romanos tinham o costume de sempre carregar Glicinias, pois acreditavam que ela preservava o amor conjugal. A Glicinia também é bastante apreciada pelas abelhas, o que a torna uma espécie de grande valor para a apicultura.

16 de fev de 2009

Maçã

Maçã



VALOR NUTRICIONAL E AÇÃO TERAPÊUTICA

Uma maçã (bem nutrida) com mais ou menos 100 gramas, oferece os seguintes teores de nutrientes.Fósforo (8mg) Cobre (0,10mg); Ferro (0,23 mg) e Baixo Teor de lipídios (0,4g) Celulose (1g) Potássio (135mg) Cálcio (4mg) Carboidratos (13,8mg) Sódio (2mg), Vitamina A (0,03mg), Vitamina B (0,04mg) e Vitamina C (4mg).
A maçã, além de saborosa, tem considerável valor nutritivo.
Contém vitaminas B1, B2, Niacina e sais minerais como Fósforo e Ferro.
As vitaminas do Complexo B em geral ajudam a regular o sistema nervoso, o crescimento, evita problemas de pele, do aparelho digestivo e queda dos cabelos.
O Fósforo previne a fadiga mental, além de contribuir para a formação de ossos e dentes.
O Ferro é importante na formação do sangue. Além disso, é muito rica em substâncias chamadas Flavóides. Essas substâncias diminuem a oxidação do colesterol, impedindo que ele se acumule nas artérias.
É rica em quercetina, substância que ajuda a evitar a formação dos coágulos sanguíneos capazes de provocar derrames.
A maçã é recomendada para pessoas com problemas de intestino, obesidade, reumatismo, gota, diabetes, enfermidades da pele e do sistema nervoso.
A sua casca seca é empregada como chá para purificar o sangue e como diurético.
A pessoa que come pelo menos cinco maçãs por semana, respira melhor. Em recentes estudos realizados por diversos pesquisadores, homens que comeram quase uma maçã por dia, tiveram função pulmonar mais forte do que os que excluíram a fruta do cardápio. Pela sua propriedade antioxidante, a maçã retarda o envelhecimento, além de prevenir o aparecimento de cânceres, pois fitonutrientes da maçã preservam as células.
Para melhor aproveitamento das suas vitaminas, o ideal é consumi-la ao natural com casca, pois é nela que se encontra a maior parte das suas vitaminas e os sais minerais.
Confira o que os principais componentes da maçã podem oferecer ao organismo:PECTINA Fibra solúvel não absorvida pelo intestino que retém água e diversas substâncias residuais. Facilita a eliminação de toxinas juntamente com as fezes e ajuda a manter a taxa de colesterol em níveis aceitáveis. Auxilia no tratamento da diarréia, pois a pectina promove a proteção da mucosa intestinal TANINOSSão adstringentes e antiinflamatórios.ÁCIDO MÁLICO Tem efeito alcalinizante (antiácido) no sangue e nos tecidos. Depurativo do sangue elimina detritos provenientes do metabolismo.FLAVONÓIDES São antioxidantes encontrados em vários alimentos de origem vegetal

15 de fev de 2009

Ameixa

Ameixa

Verde em Folha

A ameixa é recomendada contra a prisão de ventre por seu alto poder laxativo. Consumida em excesso, pode irritar os rins. 

É rica em vitaminas do Complexo B, que evitam problemas de pele e reumatismo.Além disso são essenciais ao crescimento e fortalecem o cabelo, evitando sua queda. Por causa de sua alta taxa de Fósforo, a ameixa é indicada em casos de fraqueza geral, principalmente quando há debilidade cerebral. A ameixa seca, e portanto concentrada, é indicada para pessoas que desenvolvem trabalhos musculares, porque é altamente energética, fornecendo grande quantidade de calorias. E a fruta fresca é ideal no combate a hemorróidas. 

 Para combater a prisão de ventre, coloca-se ameixas secas de molho em um copo de água à noite. Logo na manhã seguinte tanto as ameixas como essa água devem ser ingeridas em jejum. Esse tratamento deve ser repetido por vários dias. Seu período de safra vai de dezembro a fevereiro. A ameixa fresca fornece, em cada 100 gramas, 47 calorias, conservando-se na geladeira por uma semana. 

 Fonte: www.geocities.com ameixa 
Verde em Folha
Vários frutos são conhecidos com o nome de ameixa. São eles: Eryobotrya japonica, a nêspera Prunus domestica Prunus salicilina, a ameixa-japonesa 

 Descrição 

 A ameixa considera-se oriunda das terras do baixo Danúbio, da Pérsia, da Arménia e do Cáucaso. As cultivações sírias, em volta de Damasco, alcançaram grande fama. Através dos gregos e dos romanos, também as ameixas chegaram até nós, embora os romanos só as cultivassem mais tarde. 

Diz-se que em 812, Carlos Magno, mandou plantar ameixeiras, de diversas espécies, nas suas propriedades imperiais. Hoje, as ameixas desfrutam de uma popularidade geral. A ameixa autêntica (Prunus domestica) tem diversos nomes, nas várias regiões. Pertence à família das Rosáceas. O abrunho (Prunus insititia), também chamado de abrunho grande, abrunho de enxertar, é diferente da ameixa autêntica. 

Verde em FolhaDifere sobretudo pelo fruto, esférico e de cor violeta escura, com o caroço chato, em vez de pontiagudo, como na verdadeira ameixa. As ameixas devem ser comidas cruas, em grande quantidade; são também um alimento culinário, para conserva, geléia e doce em pasta. Além deste interesse como alimento, têm um significado muito mais justificado como remédio dietético médico. 

 Fonte: pt.wikipedia.org ameixa 

 A ameixa é um alimento nutritivo de baixo valor calórico, seja quando ingerida em saladas de frutas, assados, compotas, pudins ou pratos de carne. A ameixa fresca tem em média somente 36 calorias e é uma boa fonte fibras importantes para a dieta. Fornece, além disso, boas quantidades de diversos nutrientes, entre eles vitamina C e potássio. As ameixas frescas não amadurecem depois de colhidas. 

Antes de comprá-las verifique o brilho da casca e se a fruta está levemente macia. A cor, varia muito de uma variedade para a outra e pode não ser um bom indicador de amadurecimento. As ameixas passadas tendem a ficar moles, com a casca machucada ou descolorida. As ameixas firmes podem ser guardadas por um ou dois dias, à temperatura ambiente, para amolecerem. 


 AMEIXA Fruto de ameixeira, família das rosáceas, a ameixa, de cor roxa-escura, vilácea, vermelha ou amarela, é carnosa e suculenta, e seu caroço é quase liso. A ameixa tem alto valor nutritivo. É rica em açúcar, sais minerais e algumas vitaminas.É um ótimo alimento, pois funciona como laxante natural 

 Curiosidade

 No Japão é muito usado o "umeboshi", que é a ameixa salgada em conserva. A Califórnia é a principal região produtora de ameixa. Na América do Sul, os maiores produtores são a Argentina e o Chile. 100 gramas de ameixa fresca fornecem 47 calorias. Rica fonte de niacina, fibras, vitamina C e mineral potássio. A ameixa seca é muito utilizada na prevenção e tratamento de prisão de ventre. 

 Dica 

A ameixa seca tem várias aplicações em caldas, sorvetes, pudins, musses bolos, tortas, refrescos e licores. Além disso, combina muito bem com pratos salgados. Para congelar ameixas, corte-as ao meio. Retire os caroços, armazene em sacolas plásticas, retirando o máximo de ar que conseguir. Elas podem ficar congeladas até 1 ano. As ameixas ficam moles quando congeladas. 

 Propriedades Nutricionais 

 A ameixa tem alto valor nutritivo. É rica em açúcar, sais minerais (cálcio, fósforo e ferro) e algumas vitaminas. As frutas secas e sementes repõem nutrientes minerais como ferro, zinco, potássio e vitaminas. Propriedades Medicinais A ameixa é recomendada contra a prisão de ventre por seu alto poder laxativo. É rica em vitaminas do Complexo B, que evitam problemas de pele e reumatismo.Além disso são essenciais ao crescimento e fortalecem o cabelo, evitando sua queda. 

 Como Comprar

 Procure frutos bem cheios, lustrosos e com a polpa que ceda ligeiramente à pressão delicada dos dedos. A coloração pode mudar, dependendo da variedade, do amarelo-esverdeado ao roxo. As ameixas passadas tendem a ficar moles, com casca machucada ou descolorida, e, às vezes, vazam sumo. 

 Como Armazenar 

 Para Conservar em bom estado por 3 a 5 dias, guarde em sacos plásticos na gaveta da geladeira sem lavar. Lave a ameixa apenas na hora em que for consumir. As ameixas firmes podem ser guardadas por um ou dois dias, à temperatura ambiente, para amolecerem. Como Preparar A ameixa pode ser consumida fresca, seca ou como geléias. Coma com a mão ou sirva cortada em fatias/pedaços, com ou sem casca, com ou sem açúcar. Use em saladas de frutas ou para preparar sobremesas, molhos, geléias ou bolos. 

 Fonte: www.hortifruti.com.br AMEIXA 

 Nome Científico: Prunus sp. 

 Família: Rosaceae 

 Nomes Comuns: Ameixeira japonesa (Prunus salicina Lindl.), ameixeira européia (Prunus domestica L.), “plum” e “ciruelo”. 

 Origem e Dispersão: As ameixeiras japonesas são originárias da China e as ameixeiras européias são, provavelmente, originárias do Sul do Cáucaso (Ásia Menor). 

 Clima e Solo: A temperatura é o fator climático mais importante para a ameixeira, afetando sua distribuição geográfica. As ameixeiras européias são mais exigentes em frio hibernal do que as japonesas; devido a isto, seu cultivo fica restrito às regiões mais frias do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. 

 Propagação: Normalmente, a ameixeira é propagada por enxertia de borbulhia (T normal ou invertido) sobre porta-enxertos de pessegueiro oriundos de sementes, ou seja, da mesma forma que o pessegueiro e a nectarineira. Porém, também podem ser utilizados outros métodos como a estaquia, a mergulhia de cepa, etc., embora a capacidade de enraizamento seja bastante váriável com o cultivar. 

 Variedades: No Brasil, a maioria dos plantios com ameixeira é feita com ameixeiras japonesas por serem menos exigentes em frio. As ameixeiras européias, basicamente, são representadas pelos cultivares D’Agen e Stanley, que apresentam epiderme roxa-clara e azulada, respectivamente, com polpa amarela e firme. Utilização: As ameixas japonesas são utilizadas, basicamente, para consumo “in natura”, embora também possam ser industrializadas sob diversas formas. As ameixas européias são utilizadas para consumo “in natura” e, principalmente, industrializadas na forma de passas. 

 AMEIXA DE MADAGASCAR 

 Nome científico: Flacortia indica Merr. Família: Flacourtiaceae Origem e dispersão Flacortia indica Merr. é a espécie desta frutífera asiática, anteriormente conhecida como Flacortia ramontchi. Sua origem possível é na Índia ou em Madagascar, que originou seu nome comum. Outras espécies como F. inermis, F. jangomas e F. rukan, também originadas da Ásia são confundidas com ela. 

 Clima e solo 

 Adaptada a condições tropicais e vários tipos de solo, suporta geadas fracas. 

 Propagação A propagação vegetativa (estacas ou enxertia) pode ser feita e é recomendada, pois assim pode-se plantar mais mudas femininas para poucas masculinas. Da propagação por sementes, pode decorrer muita planta masculina, improdutiva. 

 Utilização 

 O fruto pode ser consumido fresco, mas também em geléias, doces e sucos. A planta é indicada como boa para quebra-vento. 

 Fonte: www.todafruta.com.br Ameixa 


A ameixa é uma fruta redonda com caroço produzida por uma árvore da família das Rosáceas. Dentre as mais de 100 variedades existentes, as mais conhecidas você encontra nas cores vermelha, amarela e roxa. De sabor doce, ligeiramente mais ácida na parte da polpa próxima ao caroço, pode ser consumida fresca, seca ou utilizada na preparação de geléias e outros tipos de doce. 

A ameixa seca é usada para a preparação  de caldas, sorvetes, pudins, musses, bolos, tortas, refrescos e licores. Além disso, combina muito bem com pratos salgados. Embora a ameixa seja uma fruta macia, ela só é boa para o consumo enquanto está firme, com aparência fresca e cor viva, sem partes moles, manchadas ou machucadas. Para que a ameixa se conserve me bom estado por vários dias, guarde-a em saco plástico na gaveta da geladeira sem lavar. Lave apenas na hora em que for consumi-la. 

 Destaque Nutricional 

 Rica em açúcar, sais minerais (cálcio, fósforo e ferro) e algumas vitaminas, é um ótimo alimento, pois funciona como laxante natural. Porção : 100g Kcal : 54.0 HC : 13.5 PTN : 3.8 LIP : 0 Colesterol : 0 Fibras : 1.95 

 Fonte: batuquenacozinha.oi.com.br ameixa 

 Nome popular: ameixa, ameixa-preta. Família: rosáceas. Parte usada: fruto maduro e parcialmente dessecado. Composição química: açúcares (principalmente glicose), dextrinas, pectina. Ácidos málico e tartárico. Água. Indicações: laxativo, para regular a circulação intestinal e o apetite. Utilizado como edulcorante para corrigir o paladar de certos medicamentos. 


 USO MEDICINAL 

 Graças ao seu conteúdo em fibra (especialmente pectina), carboidratos, magnésio, sódio e potássio, a ameixa é laxativa, recomendando-se contra a prisão de ventre obstinada. Médicos afirmam que a ameixa fresca é um magnífico agente terapêutico contra as enfermidades causadas pelos ácidos e associadas às hiperlipidemias, principalmente pelo ácido úrico, tais como o reumatismo, a artrite, a gota; a arteriosclerose, a nefrite etc; ácidos e/ou gorduras originados por uma alimentação excessiva, à base de proteínas, gorduras saturadas e colesterol. 

 A ameixa fresca é indicada contra as hemorróidas e a hipocondria. 

 Diurética como é, recomenda-se contra as afecções de caráter inflamatório das vias urinarias. É, ainda, "desobstruente" do fígado, "depurativa" do sangue e "desintoxicante" do aparelho digestivo, pelo que se emprega com êxito nas afecções febris do estômago e do intestino. No tratamento das afecções das vias respiratórias (anginas, catarros etc.) Valor Alimentício A ameixa, consumida ao natural, fresca, seca ou demolhada, é um alimento saboroso e saudável. 

É também muito apreciada em compotas, geléias, sopas, purês, ou em mistura com figos secos, passas de uvas ou nozes raladas. Por suas propriedades laxativas, convém aos intestinos preguiçosos. Mesmo crianças pequenas podem beneficiar-se da "água da ameixa" em caso de prisão de ventre. 

 A ameixa, conforme a variedade, apresenta algumas diferenças de valor nutricional. Por exemplo, a ameixa-vermelha é rica em provitamina A, ao passo que as outras variedades são relativamente pobres. A ameixa-amarela é, por sua vez, mais doce e energética, além de conter um pouco mais de proteína. A ameixa-preta apresenta elevada atividade aquosa, sendo a mais apropriada para o tratamento das afecções urinárias.

Fonte: www.segs.com.br

12 de fev de 2009

Alfavaca

Alfavaca

Verde em Folha

Alfavaca (Ocimum basilicum )Também conhecida como alfavaca-cheirosa, manjericão-grande, manjericão-das-cozinhas, basílico-grande.

Utilizada para tratar má digestão, vômitos, náuseas, flatulência, doenças dos intestinos e rins, febre, falta de leite materno, afecções bucais (halitose), queda de cabelo, tuberculose pulmonar.

Como preparar: Chá por infusão usa-se 2 colheres de sopa de folhas, flores ou sumidades floridas frescas. picadas em 1 litro de água fervente. Uso externo: bochechos.Posologia: 3 xícaras de chá ao dia. Também é utilizada em tintura e na Homeopatia.Propriedades medicinais: diurético, hipotensor, antiespasmódica, antiflatulência, antibiótica e inseticida, dificuldade na digestão,enfermidades dos intestinos, estomago e rins, Carminativo, diurético, sudorífera, estimulante, antiespasmódico, empregado nas doenças do aparelho respiratório. Bom para a tosse, para gripes e resfriados.É estimulante, carminativa, antiemética, sudorífica, e diurética.

Parte usada: folhas e sementes, por infusão.

Outros nomes da planta: remédio-de-vaqueiro, manjericão-de-folha-larga.

Externamente usa-se para gargarejos em casos de dor de garganta, angina, aftas. As folhas amassadas são boas para curar feridas. Com o chá das folhas, ou com o chá das sementes em maceração, preparam-se compressas que as mães lactantes aplicam sobre os bicos dos seios afetados. Usada em banhos, no tratamento do reumatismo, de cálculos e cólicas renais.Um dos poucos recursos que temos para baixar a taxa de ácido úrico.

Mais informação:Nomes científicos: Ocimum Basilicum, Ocimum gratíssimum Outros nomes: Basilicão, Manjericão, alfavaca-do-mato.

Usa-se o cozimento das folhas em banhos, emplastos e bafos, no tratamento do reumatismo, inflamação dos testículos, paralisia, pernas inchadas, cálculos e cólicas renais. Internamente, o chá em infusão para areia dos rins, tosse convulsa e irregularidade menstrual, angina, ajuda o estômago, diurético, estimulante, sudorífico. 5 g de folhas para meio litro de água fervente.

Este produto não substitui a orientação médica, no caso de persistência dos sintomas, um médico deverá ser consultado.

7 de fev de 2009

Ingá e jambo

Ingá e jambo


Frutos maduros de jambo-branco


O primeiro registro de Ingá (Inga edulis Mart), em nossa terra, é de Gabriel Soares de Sousa (1540-1591), em Tratado Descritivo do Brasil:

"Engá é árvore dasafeiçoada que se não dá senão em terra boa, de cuja lenha se faz boa decoada (processo onde se ferve água com cinza nas fornalhas para limpar o caldo da cana) para os engenhos. E dá uma fruta da feição das alfarrobas (fruto da alfarrobeira) de Espanha, e tem dentro umas pevides (sementes achatadas) como as das alfarrobas, e não se lhe come senão um doce que tem derredor das pevides, que é muito saboroso".

O fruto fica dentro de uma vagem grande, com sementes pretas e brilhantes, envolvidas por uma polpa branca (parecendo algodão), macia e adocicada. Essa polpa é consumida só ao natural. A árvore é originária da Região Norte, onde as vagens são ainda maiores que as do Nordeste, lembrando cipós retorcidos. São, por isso, chamadas de ingá-cipó. É arvore de grande porte, chegando a 15 metros de altura.

Com o tempo, foi-se espalhando por todo o Nordeste. Existem mais de 200 espécies. É consumida apenas ao natural, mas também usada pela medicina caseira, no tratamento da bronquite (xarope) ou como cicatrizante (chá). Duram muito, até 15 dias depois de colhidas. E podem ser encontradas nos mercados públicos ou pelas ruas.

O nome vem do tupi i'na, significando embebido, empapado - provavelmente por conta de nascer sempre, a árvore, em regiões de beira d'água, nas margens de rios e lagoas. Para os índios da região amazônica, nunca fez parte das refeições normais. Era só alimento de fim de tarde. Permanece assim até hoje.

O jambo (Eugenia jambos Linn.) veio da Índia. Em Goa, era conhecido como djamún. Em Bombaim, jambul. Em Málaca, jambo. A primeira referência, em português, vem de Garcia da Orta (1499-1568): "Essa fruta que vos mostro é muito estimada nesta terra".

Ao Brasil foi trazida no início do século XVI. São muitas as variedades desse jambo. O vermelho, ou jambo-do-pará, se come ao natural ou se usa para fazer compota. Rosa, mais comum de todos, é o preferido das crianças. Há também amarelos e brancos, embora mais raros. Estes últimos, segundo Pio Corrêa (Dicionário das Plantas Úteis do Brasil) "são muito belos, parecendo feitos de porcelana ou parafina". Câmara Cascudo observa que pertencem às predileções populares, e "não aparecem em mesa de gente fina nem são saboreados por criaturas eminentes". Não sabem, coitados, o que estão perdendo.


RECEITA: DOCE DE JAMBO-DO-PARÁ

Ingredientes:
24 jambos bem maduros
4 xícaras (de chá) de açúcar
2 xícaras (de chá) de água

Preparo:
- Corte os jambos ao meio e retire os caroços.
- Leve ao fogo bem baixo, com água e açúcar. Deixe cozinhar até que fique ainda com a calda rala.

5 de fev de 2009

Conheça os alimentos que combatem o câncer

Conheça os alimentos que combatem o câncer

A alimentação correta pode promover qualidade de vida...
Pessoas que se alimentam conforme os fundamentos da nutrição funcional sentem os benefícios no seu dia-a-dia. Além de prevenir e cuidar de muitas doenças, os alimentos funcionais promovem bem-estar físico e mental para quem os ingere.
Dentre os vários aspectos positivos para a saúde, atualmente médicos já indicam alguns alimentos que, se ingeridos conforme indicado, podem* prevenir vários tipos de câncer em homens e mulheres.
Conheça alguns desses alimentos e como eles atuam no nosso organismo promovendo qualidade de vida:
- Azeite de oliva e câncer de mama Os polifenóis contidos no azeite extra-virgem de oliva são responsáveis por programar a morte de células cancerígenas, diminuindo a expressão de genes pró-cancerígenos. Estes fitos químicos estão apenas presentes no azeite de oliva extra-virgem de primeira extração - a frio e sem químicas. O consumo de duas colheres de sobremesa ao dia é recomendável.
- Brócolis e câncer de mama Estudos mostram que o componente sulforofano inibe a proliferação de células tumorais de modo semelhante ao do taxol e vincristina - poderosos medicamentos anticancerígenos. Outros vegetais que podem também ser benéficos como o brócolis são o repolho e a couve-flor. O ideal é a ingestão de ½ xícara de chá ao dia.
- Tomate e câncer de pulmão, útero, próstata e boca Além de cargas de vitamina C, o tomate é uma das mais ricas fontes de licopeno flavonóide - o que lhes confere a sua cor vermelha e que demonstrou defender o organismo contra o câncer de pulmão, útero, próstata e boca. Para que tenha esse efeito, é necessário o consumo de 3-4 rodelas de tomate por dia.
- Espinafre e câncer de mama e pulmãoEm vários estudos verificou-se que pessoas que incluem duas ou mais porções de espinafre por semana em sua nutrição têm consideravelmente mais baixas taxas de câncer de mama e pulmão.
- Alho e câncer Os compostos de enxofre já demonstraram proteger contra o câncer, por neutralizar agentes cancerígenos e retardar o crescimento tumoral. Em estudo, investigadores descobriram que as mulheres que consomem alho pelo menos uma vez por semana, também têm uma incidência 32% menor de câncer de mama.
- Laranjas e câncer de pulmão e estômago Já conhecidas por seu alto teor de vitamina C, pesquisas mostram que as laranjas também são ricas em muitos outros compostos anticancerígenos. Pesquisadores descobriram que as laranjas contêm mais de 170 fito químicos. Além disso, os compostos chamados limonóides - que dão aos frutos cítricos sabor ligeiramente amargo são também altamente ativos contra o câncer. O consumo regular de laranjas (1 fruta ao dia, ou 1 copo de suco) está associado significativamente ao menor número de câncer de pulmão e estômago.
- Feijão Todos os tipos de feijão são carregados com os inibidores da protease - compostos que tornam difícil para as células cancerígenas de invadir tecidos adjacentes. As lentilhas pertencem também à família de feijão, e são saborosas e fáceis de preparar.
- Soja e câncer de mama As isoflavonas contidas na soja podem afectar o desenvolvimento do câncer de mama por competir com o estrogênio do corpo na ligação aos receptores de estrógeno. As isoflavonas também podem reduzir o risco do câncer de mama através do aumento do hormônio sexual vinculado a globulina, o que reduz níveis de estrógeno no sangue.
*cada organismo reage individualmente e o ideal é procurar um especialista em nutrição funcional para indicar o que funciona para o seu.

Dra. Daniela Jobst é nutricionista especialista em Nutrição Clínica Funcional e em Fisiologia do Exercício.

3 de fev de 2009

Jaboticaba a fruta pretinha

Jaboticaba a fruta pretinha

Jaboticaba-Verde em Folha



JABOTICABA


Olha aí que interessante!!! A jaboticaba (ou jabuticaba), nossa pequena notável!!! Fruta 100% brasileira. É dela que vamos falar.

Discreta no quintal de nossa casa, ela contém teores espantosos de substâncias protetoras do peito. Ganha até da uva, e provavelmente do vinho que é festejado no mundo inteiro por evitar infartos. Você vai conhecer agora uma revelação científica -e das boas- que acaba de cair do pé...
Por Regina Pereira.
Jaboticaba-Verde em Folha

A química Daniela Brotto Terci nem estava preocupada com as coisas que se passam com o coração. Tudo o que ela queria, em um laboratório da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista, era encontrar na natureza pigmentos capazes de substituir os corantes artificiais usados na indústria alimentícia. E, claro, quando se fala em cores a jaboticaba chama a atenção. Roxa? Azulada? Cá entre nós, jaboticaba tem cor de...jaboticaba. Mas o que tingiria a sua casca? A cientista quase deu um pulo para trás ao conferir: "enormes porções de antocianinas", foi a resposta. Desculpe o palavrão, mas é como são chamadas aquelas substâncias que, sim, são pigmentos presentes nas uvas escuras e, conseqüentemente, no vinho tinto, apontados como grandes benfeitores das artérias.

Daniela jamais tinha suspeitado de que havia tanta antocianina ali, na jaboticaba aliás, nem ela nem ninguém.
"Os trabalhos a respeito dessa fruta são muito escassos", tenta justificar a pesquisadora, que também mediu a dosagem de antocianinas da amora. Ironia, o fruto da videira saiu perdendo no ranking, enquanto o da jaboticabeira...

Dê só uma olhada (o número representa a quantidade de miligramas das benditas antocianinas por grama da fruta):

a.. jaboticaba: 314
b.. amora: 290
c.. uva: 227.

As antocianinas dão o tom. "Se um fruto tem cor arroxeada é porque elas estão ali", entrega a nutricionista Karla Silva, da Universidade Estadual do Norte Fluminense, no Rio de Janeiro. No reino vegetal, esse tingimento serve para atrair os pássaros. "E isso é importante para espalhar as sementes e garantir a perpetuação da espécie", explica Daniela Terci, da Unicamp.

Para a Medicina, o interesse nas antocianinas é outro.
"Elas têm uma potente ação antioxidante", completa a pesquisadora de Campinas. Ou seja, uma vez em circulação, ajudam a varrer as moléculas instáveis de radicais livres. Esse efeito, observado em tubos de ensaio, dá uma pista para a gente compreender por que a incidência de tumores e problemas cardíacos é menor entre consumidores de alimentos ricos no pigmento.

Ultimamente surgem estudos apontando uma nova ligação: as tais substâncias antioxidantes também auxiliariam a estabilizar o açúcar no sangue dos diabéticos.

Se a maior concentração de antocianinas está na casca, não dá para você simplesmente cuspi-la. Tudo bem, engolir a capa preta também é difícil. A saída, sugerida pelos especialistas, é batê-la no preparo de sucos ou usá-la em geléias. A boa notícia é que altas temperaturas não degradam suas substâncias benéficas. Os sucos, particularmente, rendem experiências bem coloridas.

A nutricionista Solange Brazaca, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), em Piracicaba, interior paulista, dá lições que parecem saídas da alquimia. "Misturar a jaboticaba com o abacaxi resulta numa bebida azulada", ensina. "Já algumas gotas de limão deixam o suco avermelhado". As variações ocorrem devido a diferenças de Ph e pela união de pigmentos ácidos.

Mas vale lembrar a velha máxima saudável: bateu, tomou.
"Luz e oxigênio reagem com as moléculas protetoras", diz a professora. Não é só a saúde que sai perdendo: o líquido fica com cor e sabor alterados. Aliás, no caso da jaboticaba, há outro complicador. Delicada, a fruta se modifica assim que é arrancada da árvore. "Como tem muito açúcar, a fermentação acontece no mesmo dia da colheita", conta a engenheira agrônoma Sarita Leonel, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu.
A dica é guardá-la em saco plástico e na geladeira. Agora, para quem tem uma jabuticabeira, que privilégio! A professora repete o que já diziam os nossos avós: "Jabuticaba se chupa no pé". O branco tem seu valor.

A bioquímica Edna Amante, do laboratório de frutas e hortaliças da Universidade Federal de Santa Catarina, destaca alguns nutrientes da parte branca e mais consumida da jaboticaba. "É na polpa que a gente encontra ferro, fósforo, vitamina C e boas doses de niacina, uma vitamina do complexo B que facilita a digestão e ainda nos ajuda a eliminar toxinas".

Ufa! E não só nessa polpa, mas também na casca escura, você tem excelentes teores de pectina. "Essa fibra tem sido muito indicada para derrubar os níveis de colesterol, entre outras coisas", conta a nutricionista Karla Silva. A pectina, portanto, faz uma excelente dobradinha com as antocianinas no fruto da jabuticabeira. Daí o discurso inflamado dessa especialista, fã de carteirinha: "A jabuticaba deveria ser mais valorizada, consumida e explorada". Nós concordamos, e você?

A jaboticabeira Nativa do Brasil, ela costuma medir entre 6 e 9 metros e é conhecida desde o período do descobrimento. "A espécie é encontrada de norte a sul, desde o Pará até o Rio Grande do Sul", diz o engenheiro agrônomo João Alexio Scarpare Filho, da Esalq. Segundo ele, a palavra jabuticaba é tupi e quer dizer "fruto em botão".

A invenção é esta: vinho de jabuticaba. O nome não deixa de ser uma espécie de licença poética, já que só pode ser denominado vinho pra valer o que deriva das uvas. Mas, sim, existe um fermentado feito de jaboticaba que, aliás, já está sendo exportado. "O concentrado da fruta passa um ano inteiro em barris de carvalho," conta o farmacêutico-bioquímico Marcos Antônio Cândido, da Vinícola Jabuticabal, em Hidrolândia, Goiás.
A jaboticaba é a matéria-prima de delícias já conhecidas, como a geléia e o licor, e também de uma espécie de vinho. Quem provou a bebida garante: é uma delícia.

Em 100 gramas ou 1 copo:

a.. Calorias 51
b.. Vitamina C 12 mg
c.. Niacina 2,50 mg
d.. Ferro 1,90 mg
e.. Fósforo 14 g.

Tire proveito da jaboticaba
Atributos, para essa fruta tipicamente brasileira, são o que não faltam. Vitaminas, fibras e sais minerais aparecem nela ao montes.

Agora, para melhorar ainda mais esse perfil nutritivo, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas descobriram que ela está cheia de antocianinas, substâncias que protegem o coração. Mais uma razão para que a jaboticaba esteja sempre em seu cardápio.
Romã

Romã

Romã-Verde em Folha


Os gregos antigos faziam oferendas à deusa Afrodite, a deusa do amor, com romãs, porque eles acreditavam que a romã era a fruta que alimentava o amor. Outros consideram a romã a fruta da sorte e comem romãs na passagem de ano e guardam algumas sementes para ter sorte o ano inteiro. 

Além de sorte e amor, a romã é a fruta da saúde, tantos são seus efeitos benéficos.
Seus princípios ativos são: manita, ácido gálico, pelieterina, isopelieterina, grenadina, puricina e tanino. 


A romã é rica em vitamina A, que ajuda a manter a pele bonita e saudável e ajuda a visão. 

Também é rica em vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B5, B6), que auxiliam a circulação, aumentam a resistência às infecções, facilitam a eliminação de líquidos, previnem o estresse. Contém também pequenas frações de ferro e cálcio. 
Romã-Verde em Folha


Auxilia nos seguintes problemas de saúde:
Diarréia e cólicas: preparar um chá com a casca da fruta, fervendo por 10 minutos uma quantidade de 2 colheres de sopa em 1 litro de água. Deixar esfriar e coar. Pode adoçar com mel ou açúcar. Tomar 1 xícara 4 vezes ao dia. 


Dor de garganta ou inflamações na boca: esta é a indicação mais famosa! Melhora as inflamações de garganta e as aftas bucais. 

O ideal para esta finalidade seria um chá com as flores da romãzeira, mas são difíceis de serem encontradas, e as folhas também servem. Ferver 1 colher de sopa cheia de folhas e/ou flores da roãzeira em 1/2 litro d’água. Coar, deixar esfriar. 

Gargarejar várias vezes ao dia. Nas farmácias de homeopatia já existem prontos sprays de romã, que têm a mesma função. Furúnculos e abscessos: usar as folhas amassadas em um cataplasma quente, mas NÃO fervendo, e colocar sobre as lesões que estejam 

FECHADAS. 

Solitária: a solitária é uma doença causada por vermes, que é contraída ao comer carne de porco ou de boi cruas ou mal cozidas. Ela prende-se à parede do intestino e alimenta-se do sangue da pessoa e dos alimentos que ela ingeriu, o que vai causando uma fraqueza enorme. 

Este chá de romã é muito eficaz para expelir a solitária, e é preparado com a raiz. Ferver 4 colheres de sopa de raspas da casca da raiz da romãzeira em 1 litro de água, em fogo baixo, por 30 minutos. 

Deixar amornar, coar e tomar 1 xícara de 2 em 2 horas, num total de 3 xícaras. 

Varizes: a romã aumenta a resistência das paredes das veias e pequenos vasos, prevenindo as varizes. 

Prepare o chá com a casca igual como está descrito acima e tome 2 vezes ao dia.

2 de fev de 2009

Melão

Melão


O melão é o fruto produzido pelo meloeiro, planta rasteira de origem asiática e africana. Possui características variáveis de acordo com a sua espécie. 

Sua polpa é carnosa e suculenta contendo grande quantidade de água (cerca de 90%), cálcio, fósforo, ferro, vitaminas do complexo B e ainda A, C e E. O fruto possui funções calmantes, diuréticas, fortificantes e laxantes, também auxilia no tratamento de gota, obesidade, artrite, colite, prisão de ventre, nefrite, cistite, corrimento das mulheres, afecções renais. 

É bastante indicado para dias muito quentes, pois repõe a água e os nutrientes perdidos e ainda tem ação refrescante. Para escolher um melão bom para consumo deve-se atentar para tais características: casca firme de coloração forte, perfume agradável e sementes soltas (agite a fruta). 

Não é recomendável o consumo da fruta se ela apresentar rachaduras ou perfurações. É importante manusear com cuidado a fruta, pois é bastante sensível, e lavá-la antes de consumir. 

Quando o fruto não estiver totalmente maduro, deve ser conservado em temperatura ambiente e quando atingir o ponto de maturidade deve ser encaminhado para o refrigerador, podendo permanecer nesse por até três semanas. No Brasil, a safra do melão ocorre de dezembro a março e de julho a setembro. 

A produção do melão é rápida se for mantida em boas condições. Curiosidade: O melão do tipo cantalupe (tipo americano) tem maior quantidade de vitamina A, C, E e outras do complexo B. O melão mais conhecido no Brasil é o melão-valenciano (tipo espanhol).